Hoje foi mais um daqueles dias em que fui presenteado por um momento onde senti a inspiração passar ao de leve perante os meus olhos.
Ali estava ela, no fundo do meu cérebro.
Aquela pequena "sensação" de um momento só, que como que sorri na minha direcção e ao mesmo tempo foge de mim quando a tento perceber.
Como se ao tentar interpretar esta "sensação" dando corpo ao que estou a viver sob a forma de linguagem verbal, estivesse simultaneamente com este verbalizar a fazer com que o "sentir" se escape por entre as mesmas palavras que o tentam definir.
Mas acho que consegui apanhar a ideia e verbalizá-la - foi à justa, mas aqui vai:
Naquele segundo senti o que é ser imortal.
Por magia, vindo não sei de onde nem como, inundou-me um "Sentimento de Imortalidade".
Num único par de segundos libertei-me das correntes enferrujadas do Tempo e vi-me assim, tal qual como sou.
Agora,
Sem antes nem depois,
Sem idade.
Sem juventude nem velhice
Senti-me naquele segundo apenas e só o Eu que eu sou.
Em tudo aquilo que sou.
Livre, sem Tempo.
e depois, logo de seguida, foi-se embora da mesma forma que veio este "Sentimento de Imortalidade".
Sim Tu!
"Sentimento de Imortalidade", espírito em mim, que ao ires, me acordaste de novo, de volta à Terra e à idade que tenho,
de volta a tudo o que isso significa.
De volta ao que foi antes de hoje e o que virá amanhã.
Foste, mas sei que voltarás.
Porque cada vez mais te entendo e reconheço quando em mim fazes acordar a consciência ainda que de forma breve,
ainda que de forma fugaz.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Falsos profetas
Vejo os falsos profetas como pessoas que no seu âmago gostariam de ser aquilo que apregoam.
Mas ainda não conseguem.
Falta-lhes o tempo.
Tempo para olharem para si próprios e entenderem o verdadeiro significado daquilo que defendem.
Porque no fundo, as palavras estão correctas, aquilo que as sustenta é que ainda está verde e precisa de ser amadurecido.
Mas enfim, é um princípio.
Mas ainda não conseguem.
Falta-lhes o tempo.
Tempo para olharem para si próprios e entenderem o verdadeiro significado daquilo que defendem.
Porque no fundo, as palavras estão correctas, aquilo que as sustenta é que ainda está verde e precisa de ser amadurecido.
Mas enfim, é um princípio.
segunda-feira, 21 de março de 2011
O efeito boomerang
O amor não se pede, dá-se.
Se o pedinchares, ele foge.
Se o ofereceres, ele bate-te à porta
Quanto mais o atiras ao vento, mais o vento te o traz de volta.
Semeia-o no teu quintal e repleta de frutos estará sempre a tua mesa.
Se o pedinchares, ele foge.
Se o ofereceres, ele bate-te à porta
Quanto mais o atiras ao vento, mais o vento te o traz de volta.
Semeia-o no teu quintal e repleta de frutos estará sempre a tua mesa.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Mudança de perspectiva
Avistei ao longe um homem de 30 anos a brincar sozinho com um papagaio.
Ele não estava ali, a pretexto de uma suposta ajuda ao seu filho.
Estava ali, sozinho, com o seu papagaio.
Não havia vento.
Parecia um absurdo o que ele estava a fazer.
Levantava o papagaio e ele naturalmente voltava a cair.
Mas havia um sorriso no semblante deste homem que estava ali no meio do nada, sem vento nem vergonha.
Porque ele estava apenas e só, a brincar, com o seu papagaio.
Reparei que ele estava careca. Não era careca, estava.
Percebi que provavelmente estava a atravessar mais uma ronda de faixas de quimio.
É foi aqui que tudo fez sentido.
Estar ali, mesmo sem vento não era uma parvoíce, era recuperar o tempo perdido.
O tempo que para ele de repente se tornou limitado, agora que viu o fim da aventura mais perto do que supunha.
Ele não estava ali, a pretexto de uma suposta ajuda ao seu filho.
Estava ali, sozinho, com o seu papagaio.
Não havia vento.
Parecia um absurdo o que ele estava a fazer.
Levantava o papagaio e ele naturalmente voltava a cair.
Mas havia um sorriso no semblante deste homem que estava ali no meio do nada, sem vento nem vergonha.
Porque ele estava apenas e só, a brincar, com o seu papagaio.
Reparei que ele estava careca. Não era careca, estava.
Percebi que provavelmente estava a atravessar mais uma ronda de faixas de quimio.
É foi aqui que tudo fez sentido.
Estar ali, mesmo sem vento não era uma parvoíce, era recuperar o tempo perdido.
O tempo que para ele de repente se tornou limitado, agora que viu o fim da aventura mais perto do que supunha.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Propósito
Existem momentos em que nos sentimos um tipo diferente de surfista.
No mesmo mar, na mesma onda, mas com outro propósito.
Com um propósito mais sério e profundo que só a nós nos diz respeito.
terça-feira, 1 de março de 2011
Actos
Um Homem fala sempre Melhor através dos seus actos.
Por mais inesperados ou simples que sejam, é às vezes nas pequenas acções que se distinguem os Homens.
Por intermédio da comodidade é permitido filtrar e descortinar onde fica a linha de separação entre o que diz o que faz e o que faz o que diz.
Neste caso, falar melhor não deve ser entendido como algo que se sobressai perante outro.
Neste caso, refiro-me a Melhor no aspecto de ser mais verdadeiro para consigo e para com os outros.
Esse tipo de Melhor.
Por mais inesperados ou simples que sejam, é às vezes nas pequenas acções que se distinguem os Homens.
Por intermédio da comodidade é permitido filtrar e descortinar onde fica a linha de separação entre o que diz o que faz e o que faz o que diz.
Neste caso, falar melhor não deve ser entendido como algo que se sobressai perante outro.
Neste caso, refiro-me a Melhor no aspecto de ser mais verdadeiro para consigo e para com os outros.
Esse tipo de Melhor.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Poeira
A poeira que se instala na nossa Visão é o fruto dos nossos ressentimentos.
Somos nós que lá a colocamos.
Somos nós que a conseguimos de lá tirar.
Somos nós que lá a colocamos.
Somos nós que a conseguimos de lá tirar.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Absurdo
Às vezes há alturas em que alguém nos diz algo ou reaje de certa forma que nos parece totalmente imcompreensível, desenquadrado e absurdo.
O tempo passa e eis quando se faz luz.
Por vezes são 2 segundos, outras vezes 2 anos.
E quando são 2 anos que precisamos, é porque esse foi o tempo necessário para obter a experiência devida para agora entender o que de outra forma nos parecia tão estranho.
A palavra absurdo deriva do adjetivo latino surdus, "surdo".
Chego à conclusão que não há absurdos, há é momentos de surdez.
O tempo passa e eis quando se faz luz.
Por vezes são 2 segundos, outras vezes 2 anos.
E quando são 2 anos que precisamos, é porque esse foi o tempo necessário para obter a experiência devida para agora entender o que de outra forma nos parecia tão estranho.
A palavra absurdo deriva do adjetivo latino surdus, "surdo".
Chego à conclusão que não há absurdos, há é momentos de surdez.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
À espera
À espera para Nascer,
À espera para Crescer,
À espera para Morrer.
À espera de ser Grande,
À espera do Romance,
À espera do Emprego,
À espera do Sossego,
À espera do Filho,
À espera do Destino.
A Vida não espera e a Morte também não.
Do que é que estás à espera?
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Coragem para parar
Coragem para criar espaço.
Coragem para enfrentar desafios.
Coragem para finalmente perceber que abrandar é a melhor forma de acelerar.
"Como uma árvore, com as suas raízes profundas, tronco forte e grandes ramos, vais parecer que estás imóvel. Na realidade estarás crescendo por dentro" - LAM Kam-Chuen
Coragem para enfrentar desafios.
Coragem para finalmente perceber que abrandar é a melhor forma de acelerar.
"Como uma árvore, com as suas raízes profundas, tronco forte e grandes ramos, vais parecer que estás imóvel. Na realidade estarás crescendo por dentro" - LAM Kam-Chuen
Mapa do tesouro
Meditar, escrever, cultivar o inesperado, definir objectivos ridiculamente pequenos e tangíveis e aprender a relativizar os problemas. Se no meio disto tudo conseguires ainda desenvolver compaixão pelo próximo, diria que estás no bom caminho.
É melhor ver o vídeo:
É melhor ver o vídeo:
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
O carreto primordial
Imagina um sistema de carretos de desmultiplicação.
O primeiro carreto gira a metade da velocidade do segundo.
O segundo, gira a metade da velocidade do terceiro e por aí adiante.
Imagina que o teu primeiro ano de vida representa a tua primeira roda dentada, o teu primeiro carreto.
E por cada ano que passa acrescentas mais uma roda dentada, que gira ao dobro da velocidade da anterior.
Hoje, ao olhares ao espelho, contemplas a velocidade de rotação da tua última roda dentada – a velocidade que é a tua frequência, a tua evolução – o teu estado.
O primeiro carreto gira agora de forma lenta, quase imperceptível - ele é a tua essência – difícil de rodar, difícil de modificar, de tão profundo que está.
Para que agora a tua essência se modifique é necessário que as camadas superiores, nomeadamente a última gire milhares de vezes, tome milhares de passos, suba milhares de degraus, enfrente milhares de desafios, encontre milhares de soluções na esperança de encontrar a Linha Condutora, a Solução, a Mensagem.
Por outro lado, se fizeres a tua viagem de descoberta interior aprendes algo de inestimável.
Aprendes a controlar a velocidade de cada roda dentada, independentemente da sua camada, da sua profundidade.
Ao viajares no teu interior, encontras a forma de chegar a cada carreto, a cada mudança.
E quando chegares à roda essencial e aprenderes a movê-la, descobrirás que afinal de contas ela não é pesada.
É tão leve quanto as outras.
Mas nessa altura constatarás que cada vez que rodas o carreto primordial, milhares de resoluções se repercutem nas camadas superiores, lá em cima, à tona da água do teu lago.
É a altura em que aprendes a ser um lago diferente.
Um lago de água profunda.
O primeiro carreto gira a metade da velocidade do segundo.
O segundo, gira a metade da velocidade do terceiro e por aí adiante.
Imagina que o teu primeiro ano de vida representa a tua primeira roda dentada, o teu primeiro carreto.
E por cada ano que passa acrescentas mais uma roda dentada, que gira ao dobro da velocidade da anterior.
Hoje, ao olhares ao espelho, contemplas a velocidade de rotação da tua última roda dentada – a velocidade que é a tua frequência, a tua evolução – o teu estado.
O primeiro carreto gira agora de forma lenta, quase imperceptível - ele é a tua essência – difícil de rodar, difícil de modificar, de tão profundo que está.
Para que agora a tua essência se modifique é necessário que as camadas superiores, nomeadamente a última gire milhares de vezes, tome milhares de passos, suba milhares de degraus, enfrente milhares de desafios, encontre milhares de soluções na esperança de encontrar a Linha Condutora, a Solução, a Mensagem.
Por outro lado, se fizeres a tua viagem de descoberta interior aprendes algo de inestimável.
Aprendes a controlar a velocidade de cada roda dentada, independentemente da sua camada, da sua profundidade.
Ao viajares no teu interior, encontras a forma de chegar a cada carreto, a cada mudança.
E quando chegares à roda essencial e aprenderes a movê-la, descobrirás que afinal de contas ela não é pesada.
É tão leve quanto as outras.
Mas nessa altura constatarás que cada vez que rodas o carreto primordial, milhares de resoluções se repercutem nas camadas superiores, lá em cima, à tona da água do teu lago.
É a altura em que aprendes a ser um lago diferente.
Um lago de água profunda.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Uma forma simples de ser feliz
Evitar a conversa da treta.
Reduzir ao mínimo os momentos em que se fala do Nada.
Isso faz com que se abra espaço para momentos valiosos, que se recordam, que nos fazem crescer.
Isso abre caminho à reflexão, à partilha e à descoberta.
Aos poucos começamos a gostar mais de nós próprios, de ter orgulho do que somos.
E isso, faz-nos felizes.
Reduzir ao mínimo os momentos em que se fala do Nada.
Isso faz com que se abra espaço para momentos valiosos, que se recordam, que nos fazem crescer.
Isso abre caminho à reflexão, à partilha e à descoberta.
Aos poucos começamos a gostar mais de nós próprios, de ter orgulho do que somos.
E isso, faz-nos felizes.
Dogmatismo
Quando olhamos para algo que nos é desconhecido, a primeira coisa que fazemos é enquadrá-lo em conceitos já adquiridos.
Dreads, betos, góticos, freaks, punks, diplomados, Informáticos, Operários, Professores, Políticos.
Estes são só alguns exemplos dos milhares de conceitos que temos dentro da nossa cabeça, cada um com com determinado grupo de características que se foram cimentando ao longo das nossas experiências.
O problema é que ao estereotipar, passamos a ouvir parte daquilo que a pessoa realmente diz - É como se colocássemos um filtro.
Ao decidimos que uma pessoa é de determinado género, grande parte do que ela diz parece-nos de repente estar de acordo com a nossa percepção.
(Já reparaste que sempre que decidimos comprar um determinado produto X, de repente todos à nossa volta já o têm?)
O nosso cérebro fica atento ao que lhe dizemos para ficar atento.
É isto que acontece com tudo à nossa volta e também com as pessoas que nos rodeiam.
Se dizemos na nossa cabeça que determinada pessoa é de determinada forma, então o que essa pessoa nos diz passa automaticamente a ser coincidente com a forma - A primeira impressão é importante por isso.
Digo isto sem querer chegar a extremismos, caso contrário estava a cair no próprio problema que estou aqui a identificar.
O ponto é que, se por um lado precisamos de balizar para entender, temos que ao mesmo tempo ter a preocupação de não balizar demasiado, caso contrário corremos o risco de perder a capacidade de compreender.
A propósito de compreensão, deixo-te um pequeno vídeo que fala sobre os dois lado da mesma moeda, ou neste caso, as duas mãos do mesmo corpo.
Dreads, betos, góticos, freaks, punks, diplomados, Informáticos, Operários, Professores, Políticos.
Estes são só alguns exemplos dos milhares de conceitos que temos dentro da nossa cabeça, cada um com com determinado grupo de características que se foram cimentando ao longo das nossas experiências.
O problema é que ao estereotipar, passamos a ouvir parte daquilo que a pessoa realmente diz - É como se colocássemos um filtro.
Ao decidimos que uma pessoa é de determinado género, grande parte do que ela diz parece-nos de repente estar de acordo com a nossa percepção.
(Já reparaste que sempre que decidimos comprar um determinado produto X, de repente todos à nossa volta já o têm?)
O nosso cérebro fica atento ao que lhe dizemos para ficar atento.
É isto que acontece com tudo à nossa volta e também com as pessoas que nos rodeiam.
Se dizemos na nossa cabeça que determinada pessoa é de determinada forma, então o que essa pessoa nos diz passa automaticamente a ser coincidente com a forma - A primeira impressão é importante por isso.
Digo isto sem querer chegar a extremismos, caso contrário estava a cair no próprio problema que estou aqui a identificar.
O ponto é que, se por um lado precisamos de balizar para entender, temos que ao mesmo tempo ter a preocupação de não balizar demasiado, caso contrário corremos o risco de perder a capacidade de compreender.
A propósito de compreensão, deixo-te um pequeno vídeo que fala sobre os dois lado da mesma moeda, ou neste caso, as duas mãos do mesmo corpo.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Ouvir
Mais do que ouvir, escutar.
Tomar atenção às palavras, ao olhar, à linguagem corporal, ao todo.
Entender o que nos é dito.
Porque só tomando real atenção podemos efectivamente compreender,
Para perceber o que realmente nos estão a tentar dizer.
Aquilo que em muitos casos não vem escrito nas palavras proferidas.
Tomar atenção às palavras, ao olhar, à linguagem corporal, ao todo.
Entender o que nos é dito.
Porque só tomando real atenção podemos efectivamente compreender,
Para perceber o que realmente nos estão a tentar dizer.
Aquilo que em muitos casos não vem escrito nas palavras proferidas.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Ir mais além
Ser espicaçado e conseguir reflectir.
Criar espaço e fazer uma pausa.
Encontrar discenimento e decidir Bem.
Ganhar sem Esmagar.
Vencer e Envolver.
Perceber que após a contenda o que resta de mais valioso não é o prémio, é o adversário.
Conseguir elevar o espírito e ensinar pelo exemplo, não pela repressão.
Almejar ser Magnânimo.
Criar espaço e fazer uma pausa.
Encontrar discenimento e decidir Bem.
Ganhar sem Esmagar.
Vencer e Envolver.
Perceber que após a contenda o que resta de mais valioso não é o prémio, é o adversário.
Conseguir elevar o espírito e ensinar pelo exemplo, não pela repressão.
Almejar ser Magnânimo.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Professor e Aluno
Ao olharmos para as sementes, escolhemos as mais fortes e tratamos de nutri-las para que se tornem em imponentes carvalhos.
Neste sentido, será que é o Aluno que escolhe o Professor ou é o Professor que escolhe o Aluno?
Já agora, é o Pai que escolhe o Filho ou é o Filho que escolhe o Pai?
E quem é o Professor?
O Pai ou o Filho?
Neste sentido, será que é o Aluno que escolhe o Professor ou é o Professor que escolhe o Aluno?
Já agora, é o Pai que escolhe o Filho ou é o Filho que escolhe o Pai?
E quem é o Professor?
O Pai ou o Filho?
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Bola de neve
Campeão entre Campeões. Vencedor entre Vencedores.
Paixões, Famílias, Amigos ou Colegas.
Ser Melhor, entre equipas de Melhores.
Tarefa que exige o melhor de nós e que nos eleva as fasquias e acima de tudo o espírito.
Algo que nos traz aquilo que é mais precioso: A aprendizagem sobre como reconhecer o que é mais importante.
Aprender a ser exigente, não tanto com os outros, mas em particular com nós próprios.
Ser Melhor,
no Sucesso, na Compaixão,
no Entusiasmo e na Desilusão.
Avaliar a cada momento se nesse momento o que fazemos é o melhor que podemos fazer.
Aprender a questionar, a perguntar.
E com isso levarmo-nos ao limite daquilo que podemos fazer, seja física, mental, emocional ou espiritualmente.
Tirar o melhor partido e crescer o mais possível, no pouco tempo que nos foi concedido.
Saber manter o motor entre 80 a 100%, nem mais nem menos que isso.
Ao princípio pode parecer difícil, mas depois tomas-lhe o gosto, tal qual Nascar, onde a velocidade inebria.
Por isso, saber escolher os parceiros para viver entre os melhores é peça-chave para realçar o que de melhor há em ti.
Porque quando sabemos que há Ouro em nós, e vontade para o descobrir, em Ouro nos transformamos – Nós e quem nos acompanha.
Crescer sempre.
O crescimento faz parte da nossa Natureza.
A única questão é até onde?
Dedicado aos Grande Homens e Mulheres com quem partilho a minha vida e que me fazem querer e ser Melhor.
Paixões, Famílias, Amigos ou Colegas.
Ser Melhor, entre equipas de Melhores.
Tarefa que exige o melhor de nós e que nos eleva as fasquias e acima de tudo o espírito.
Algo que nos traz aquilo que é mais precioso: A aprendizagem sobre como reconhecer o que é mais importante.
Aprender a ser exigente, não tanto com os outros, mas em particular com nós próprios.
Ser Melhor,
no Sucesso, na Compaixão,
no Entusiasmo e na Desilusão.
Avaliar a cada momento se nesse momento o que fazemos é o melhor que podemos fazer.
Aprender a questionar, a perguntar.
E com isso levarmo-nos ao limite daquilo que podemos fazer, seja física, mental, emocional ou espiritualmente.
Tirar o melhor partido e crescer o mais possível, no pouco tempo que nos foi concedido.
Saber manter o motor entre 80 a 100%, nem mais nem menos que isso.
Ao princípio pode parecer difícil, mas depois tomas-lhe o gosto, tal qual Nascar, onde a velocidade inebria.
Por isso, saber escolher os parceiros para viver entre os melhores é peça-chave para realçar o que de melhor há em ti.
Porque quando sabemos que há Ouro em nós, e vontade para o descobrir, em Ouro nos transformamos – Nós e quem nos acompanha.
Crescer sempre.
O crescimento faz parte da nossa Natureza.
A única questão é até onde?
Dedicado aos Grande Homens e Mulheres com quem partilho a minha vida e que me fazem querer e ser Melhor.
(Ouro - Foto tirada no Museu de História Natural em Lisboa)
50 cêntimos
Vinha hoje a fazer "Radio zapping" quando reparei num concurso que estava a decorrer e que perguntava algo do género:
“Se vires a mulher do teu melhor amigo numa relação relação extra-conjugal, contas ao teu amigo?”
Podemos sempre alegar que não temos nada a ver com isso, mas eu defendo que temos.
Não numa óptica individual mas numa perspectiva global de consciencialização dos actos humanos.
Tem a ver com isso mesmo - responsabilização dos actos.
Não responsabilizando, perdemos a consciencialização.
É como ter alguém vítima de boatos e não avisá-lo. É ser cúmplice de uma injustiça.
Pois é, já denunciei. Porque acho que se fosse comigo, gostava que os meus amigos fizessem o mesmo.
É tudo uma questão de princícios.
Se a máquina de sandes nos fica com os 50 cêntimos, independentemente da quantia, o que interessa é o princípio.
O nosso dever é reclamar, caso contrário acabamos vítimas da nossa própria complacência.
Se não defendemos o espaço dos outros, os da nossa tribo, pelo menos temos o dever para com nós próprios de defender o nosso próprio espaço.
Por uma questão de valor e de auto-estima.
“Se vires a mulher do teu melhor amigo numa relação relação extra-conjugal, contas ao teu amigo?”
Podemos sempre alegar que não temos nada a ver com isso, mas eu defendo que temos.
Não numa óptica individual mas numa perspectiva global de consciencialização dos actos humanos.
Tem a ver com isso mesmo - responsabilização dos actos.
Não responsabilizando, perdemos a consciencialização.
É como ter alguém vítima de boatos e não avisá-lo. É ser cúmplice de uma injustiça.
Pois é, já denunciei. Porque acho que se fosse comigo, gostava que os meus amigos fizessem o mesmo.
É tudo uma questão de princícios.
Se a máquina de sandes nos fica com os 50 cêntimos, independentemente da quantia, o que interessa é o princípio.
O nosso dever é reclamar, caso contrário acabamos vítimas da nossa própria complacência.
Se não defendemos o espaço dos outros, os da nossa tribo, pelo menos temos o dever para com nós próprios de defender o nosso próprio espaço.
Por uma questão de valor e de auto-estima.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Gargalhadas
Rir até mais não poder.
Rir até sentir a barriga a doer e o cérebro a explodir.
Ficar sem respiração até ao ponto de nos passar pela cabeça se toda esta risada fará mesmo sentido , ao ponto de nos sentirmos mal fisicamente.
Mas simplesmente não dá para parar - não há forma.
Apenas um meio - O de deixar-se envolver na alegria contagiante e usufruir de uma felicidade desmedida, despreocupada, espontânea e criativa.
Ahh, que saudades que tinha de uma boa gargalhada.
E tu? Há quanto tempo? É fácil - É só disponibilizares-te a isso, não esquecendo que é possível.
Já o fizeste.Podes fazê-lo novamente.
Vais ver - sabe bem.
Rir até sentir a barriga a doer e o cérebro a explodir.
Ficar sem respiração até ao ponto de nos passar pela cabeça se toda esta risada fará mesmo sentido , ao ponto de nos sentirmos mal fisicamente.
Mas simplesmente não dá para parar - não há forma.
Apenas um meio - O de deixar-se envolver na alegria contagiante e usufruir de uma felicidade desmedida, despreocupada, espontânea e criativa.
Ahh, que saudades que tinha de uma boa gargalhada.
E tu? Há quanto tempo? É fácil - É só disponibilizares-te a isso, não esquecendo que é possível.
Já o fizeste.Podes fazê-lo novamente.
Vais ver - sabe bem.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Encontros no silêncio
O medo do silêncio é o medo de nos encontrarmos com nós próprios.
Por entre silêncios surgem as conversas com o Eu
O medo do silêncio é o medo do desconhecido.
Medo daquele que tantas vezes é esquecido em prol dos outros.
O Eu.
Esse Eu com quem não falamos tanto quanto devíamos,
Que não conhecemos tanto quanto mereceríamos.
Encontros no silêncio é tão somente isto.
Parar, para falar connosco, sem medos.
Conhecer os lados obscuros e poder trabalhá-los.
Desvendar as pérolas escondidas e deslumbramo-nos.
Sermos Um com nós próprios. Inteiros, Unos.
Por entre silêncios surgem as conversas com o Eu
O medo do silêncio é o medo do desconhecido.
Medo daquele que tantas vezes é esquecido em prol dos outros.
O Eu.
Esse Eu com quem não falamos tanto quanto devíamos,
Que não conhecemos tanto quanto mereceríamos.
Encontros no silêncio é tão somente isto.
Parar, para falar connosco, sem medos.
Conhecer os lados obscuros e poder trabalhá-los.
Desvendar as pérolas escondidas e deslumbramo-nos.
Sermos Um com nós próprios. Inteiros, Unos.
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