Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Estás bem?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Surdez
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Desejos para 2015
A ideia foi lançar ao mar, balões escritos com os seus desejos para 2015.
Revolta, pelo lixo que estavam a lançar ao mar.
Infelizmente já não é a primeira vez que assisto ao resultado destas pequenas cerimónias simbólicas, espalhadas pelas nossas florestas.
Pequenos actos de boas intenções, mas que juntos, deixam para trás um rasto de poluição para alguém mais tarde limpar. Alguém - Sempre o Alguém.
O que fazer?
Dizer o que tem que ser dito.
Fazer o que tem que ser feito.
Quando é certo o que nos assalta o coração, deve ser sempre feito: Agora, e nunca depois!
E Especialmente, se estivermos na presença de mais novos, que esperam e observam em nós,
um exemplo a seguir.”
Por isso, depois de lançados os balões, e enquanto ainda sorriam e tiravam selfies, fomos falar com elas sobre aquilo de que toda a gente fala e para o qual pouco se faz – o problema da poluição.
“É sempre só mais um balãozinho..Que mal há-de fazer?”
Porventura não focada na poluição que tinham feito, mas na nossa intervenção considerada inoportuna.
“Desmancha-prazeres” terão pensado.
...Afastaram-se, com um sorriso amarelo..
Mesmo que nos próximos dias sintam a revolta de lhes termos estragado um momento especial, tenho a esperança que depois uma semente perdurará e 2016 já será diferente.
Depois ficámos ali, a ver os restos da cerimónia.
A observar os balões afastarem-se mar adentro, e a pensar quantas tartarugas já terão morrido aos pés dos desejos do Homem (2).
E acima de tudo revoltados com nós próprios, pelo facto de nada termos feito, enquanto ainda era tempo.
Teria sido o nosso respeito pela alegria dos outros ou a nossa falta de coragem em sair da zona de conforto, que nos fez hesitar no momento certo?
Felizmente acabou por não ser tarde demais.
De calças arregaçadas lá fomos resgatar os balões (3).
No final os balões foram parar à reciclagem,
Quanto aos desejos, o ideal é que se concretizem – Eles não têm a culpa.
A culpa não é da Esperança, é da Incoerência.
Este episódio fez-me reflectir sobre qual é o meu desejo para 2015 e cheguei à conclusão que desejo acima de tudo, a Coerência do Homem.
Estas duas pessoas não eram com certeza mal instruídas ou de má índole.
Podem até ser pessoas sensíveis à importância da Natureza, caso contrário porque estariam elas ali, à beira-mar, lançando os seus votos para 2015?
Desta complacência face a comentários inusitados numa qualquer conversas de café.
Todos nós sofremos desta irracionalidade, desta necessidade de aprendizagem.
Desejo a sabedoria para encontrar o equilíbrio entre a convicção e o fundamentalismo.
Desejo a coragem para quebrar com os silêncios.
E acima de tudo a capacidade de ser Grande nos pequenos actos, onde os testes são maiores.
Saber manter o norte, no mar dos cinzentos.
Para que no dia em que tiver que ir, possa levar comigo a conquista da Paz interior. (4)
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Apontador
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Reforço positivo
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Vira o disco e toca o mesmo
Depois de se muito se cansar com a barulheira da discoteca, acaba por adormecer,
Ali,
Mesmo em cima da coluna,
no meio da pista.
Dorme profundamente,
Embalado nas batidas e indiferente ao tumulto em seu redor.
À medida que o sonho se instala, vai sacudindo e limpando do seu corpo os últimos actos reflexos, filhos de um som que já não é o seu.
As músicas deixaram ser sentidas e converteram-se tão somente num zumbido surdo e latente, que vive lá longe, no fundo da sala, do outro lado da porta.
Amanhã, um novo amanhecer, uma nova esperança.
Amanhã uma nova vontade de voltar a ouvir a música, pelo prazer da melodia.
De saborear as pautas, pelo sabor das notas.
Por tudo isto, fazer uma pausa é importante para não esquecer.
Para continuar a reconhecer nos olhares, a profundidade dos seus espaços.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Dicas
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Sentido
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Profundidade
Boomerang
Quem decide ser Mulher, decide vestir o Início e o Fim, encarnar a Raíz e a razão do Todo.
Quem opta por ser Homem escolhe por outro lado e para si, a rota firme do boomerang, que na procura da inconstância, mantém-se fiel aos braços de quem se predispôs a amar.
Entender o que representa o Homem e a Mulher na nossa Vida,
em que partes da nossa Vida se apresentam,
e acima de tudo reconhecer a base destes princípios,
É meio caminho para cumprirmos a nossa missão, de forma quase tão inevitável como a gravidade que nos prende ao chão.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Gravidade
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Escrita
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Voltar a casa
A nossa vida pode ser vista como um acto continuo ou então como um conjunto desgarrado de flashes sagrados.
Gosto de observar multidões porque para mim representa a oportunidade de ter a visão discreta e descontínua de uma conjunto de vidas que aparentemente não tem nada a ver umas com as outras. Mas que afinal têm.
E por isso, olhar a multidão é para mim a a confirmação do continuo,do presente e do interrelacionado.
Cada pessoa, cada olhar, cada gesto, são aquilo que eu próprio percepciono da realidade que me rodeia e portanto, espelhos do que eu sou.
Tudo é sempre o Todo.
Cada um de nós é o criador da continuidade à sua volta.
Cada um de nós é o fio condutor que traz sentido a todas as experiências que vivência.
Ter a percepção dessa continuidade é como voltar a casa.
E para isso basta deixar que as dúvidas se diluam no exacto momento em que deixam de existir.
Basta relaxar a vista e baixar a guarda.
E nessa altura então,
permitir-se Ver os padrões que se desembrulham à nossa frente.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Diálogo de samurais
Um bom debate de ideias é das melhores coisas que se pode ter na Vida.
Porque é para isso que aceitámos a viagem - para Aprender.
Que melhor realização pode então existir do que encontrar para esse acto de Aprender, alguém que partilha objectivos, metas, ideais e utopias.
Assim,
A cada frase cumprida,
A cada história contada,
Cresce a vontade de voltar à carga, de querer mais e mais, de forma incessante, contínua e determinada.
Olhos nos olhos, perdemos-nos por entre Tempos, até ao sinal de chegada.
Depois,
Depois não há despedidas.
Um reconhecer apenas.
Basta simplesmente o sinal de respeito adulto, de amizade e de agradecimento, pela aprendizagem partilhada.
Somos samurais,
na luta pela vida honrada.
“Arigato gozaimashita”.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Chuva
Os pobres de espírito encolhem os ombros e assumem a culpa do destino.
Simplesmente lamentam-se e sacodem a água do capote.
Até ao dia.
O dia em que com a água, vão-se os amigos.
E com os amigos, o capote.
Resta-lhes tão somente,
Chorar, a chuva.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
O calor de dentro
domingo, 9 de novembro de 2014
Portas
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Assimetrias
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Desculpa, por ser quem sou.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Escola da vida
Fora da bolha
Os EUs de ontem, hoje e amanhã
Imagina que hoje sonhas com uma coisa fantástica que vais fazer amanhã cedo.
Imagina que amanhã cedo, ouves o despertador e rebolas para o lado..
O que é que o teu EU de amanhã está a dizer ao teu EU de hoje?
Da mesma forma pergunto: O que é que o teu EU de hoje, com quem estou agora a falar, já fez para honrar e respeitar o teu EU de ontem?
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Evento social
Ontem foi dia de evento social.
Social ou anti-social?
De vez em quando gosto de assistir a uma boa feira das vaidades.
Porventura serei incluído nela. Não faz mal.
Para perceber, tenho que participar.
Vim porque quero ouvir.
No meio desta burguesia pedante, existem algumas personagens que me suscitam curiosidade, e por isso não quero perder a oportunidade de ouvir de viva voz a opinião dos poucos grandes gestores portugueses com muito para me ensinar.
Não vim para sociabilizar.
Hoje vim para observar.
Má educação, diriam alguns.
Não creio.
Sou convidado para esta festa.
E embora duvide que consiga fazer parte dela, tenho também a noção que não sou o único.
Daí se chamar uma feira de vaidades.
Uma vaidade repleta de falsas expectativas, de uma sociabilização projectada em função do achamos que os outros procuram.
Deste tipo de sociabilização dispenso.
Mas não será que também neste meio, não teremos os mesmos anseios e as mesmas dúvidas?
Alguém espoletou uma conversa,
e despidas as máscaras,
constato que sim.
























