Posso chamar-lhes Magos da dialética ou Mestres da demagogia.
São autênticos Prodígios na arte de múltipla interpretação.
São estes os "Mestres" que me levaram a refletir hoje.
Levam-me a pensar nas raízes do bem e do mal e na génese do carácter.
Levam-me a ponderar sobre os múltiplos destinos que temos disponíveis.
Levam-me a analisar novamente a questão: "Porquê?"
Sempre que penso no "Porquê", sei que o "Porque.." está dentro de mim.
Nessa altura percebo que estas múltiplas interpretações, são mais uma vez e sempre as diversas faces do mesmo cubo.
E isto é o que me motiva.
Ter consciência que existe um Cubo em cada Ser com quem nos cruzamos.
E que dentro do cubo está a mesma matéria que está dentro de mim.
Compreender os outros,
Compreender-me a mim.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
O poder da decisão
Vivemos rodeados de milhares de fontes de informação.
Tanta informação que nos faz perder o hábito de pensar.
Assimilar, assimilar e não pensar.
Um turbilhão de informação que nos arrasta para um remoinho de lixo audio-visual.
Temos que ser capazes de manter a sanidade e a liberdade de escolha.
E acima de tudo escolher.
Permitirmo-nos à escolha e à imposição do que queremos para nós.
Lembro-me dos tempos de miúdo em que jogávamos à apanhada.
Gostava de seleccionar um alvo e depois perseguí-lo até se cansar.
Bem sei que não era divertido para os restantes porque passava por eles sem os tentar apanhar - Lembro-me perfeitamente de quem gostava de perseguir.
Era eu e o Eduardo - um duelo a dois. Ambos tínhamos a resistência física e a vontade de irmos ao limite.
Ele e eu jogávamos o nosso próprio jogo da apanhada.
Ele era quem mais respeitava, porque simplesmente era o mais difícil de apanhar.
Por isso ainda hoje me lembro das corridas que fazíamos.
Escolher significa decidir o que queremos para nós.
Escolher significa projectar as nossas ambições.
"Separar o trigo do joio".
Como seria bom se separar o trigo do joio fosse algo que fizesse parte da nossa natureza - inato no dia-a-dia - e não apenas nos dias em que temos fome.
Tanta informação que nos faz perder o hábito de pensar.
Assimilar, assimilar e não pensar.
Um turbilhão de informação que nos arrasta para um remoinho de lixo audio-visual.
Temos que ser capazes de manter a sanidade e a liberdade de escolha.
E acima de tudo escolher.
Permitirmo-nos à escolha e à imposição do que queremos para nós.
Lembro-me dos tempos de miúdo em que jogávamos à apanhada.
Gostava de seleccionar um alvo e depois perseguí-lo até se cansar.
Bem sei que não era divertido para os restantes porque passava por eles sem os tentar apanhar - Lembro-me perfeitamente de quem gostava de perseguir.
Era eu e o Eduardo - um duelo a dois. Ambos tínhamos a resistência física e a vontade de irmos ao limite.
Ele e eu jogávamos o nosso próprio jogo da apanhada.
Ele era quem mais respeitava, porque simplesmente era o mais difícil de apanhar.
Por isso ainda hoje me lembro das corridas que fazíamos.
Escolher significa decidir o que queremos para nós.
Escolher significa projectar as nossas ambições.
"Separar o trigo do joio".
Como seria bom se separar o trigo do joio fosse algo que fizesse parte da nossa natureza - inato no dia-a-dia - e não apenas nos dias em que temos fome.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Filho de gente
Num segundo sou filho de gente.
Filho da Humanidade,
Filho de dores,
Filho de amores.
Num segundo sou teu.
Sou do teu sangue.
Num segundo a verdade encadeia,
e num segundo vejo nos teus olhos, a Vida.
A vida que está sempre presente mas nem sempre consciente.
Num segundo somos UM.
A vida, cheia de segundos.
Filho da Humanidade,
Filho de dores,
Filho de amores.
Num segundo sou teu.
Sou do teu sangue.
Num segundo a verdade encadeia,
e num segundo vejo nos teus olhos, a Vida.
A vida que está sempre presente mas nem sempre consciente.
Num segundo somos UM.
A vida, cheia de segundos.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
O valor do pensamento
O pensamento é o nosso bem mais valioso..
A prenda que temos para oferecer.
É o que brota do Corpo e transcende o Espaço e o Tempo.
O Corpo, esse retorna à Terra.
Mas o pensamento fica.
Viaja de corpo em corpo - transforma-se e evolui, provoca e tranquiliza.
O pensamento é o nosso legado.
Há que cultivá-lo,
há que valorizá-lo,
há que aperfeicoá-lo.
Ele é o resistente.
A prenda que temos para oferecer.
É o que brota do Corpo e transcende o Espaço e o Tempo.
O Corpo, esse retorna à Terra.
Mas o pensamento fica.
Viaja de corpo em corpo - transforma-se e evolui, provoca e tranquiliza.
O pensamento é o nosso legado.
Há que cultivá-lo,
há que valorizá-lo,
há que aperfeicoá-lo.
Ele é o resistente.
Dificuldades de comunicação
Disseste-me que a Fé move montanhas.
Disseste-me, que por entre lágrimas é possível comprovar o poder da Fé.
Prefiro acreditar que a Fé e o resultado da mesma se podem encontrar nas coisas Boas da Vida - Nos sorrisos e nos olhares.
Talvez seja a minha juventude ou talvez a minha inexperiência a falar - O tempo dirá.
Desejo-te uma grande viagem - Não a destinos turísticos, não a locais físicos.
Desejo-te uma grande viagem de Vida.
Dedicado à Caríssima Companhia com quem tive o prazer de partilhar alguns pontos de vista, algures sobre os céus da Europa.
Disseste-me, que por entre lágrimas é possível comprovar o poder da Fé.
Prefiro acreditar que a Fé e o resultado da mesma se podem encontrar nas coisas Boas da Vida - Nos sorrisos e nos olhares.
Talvez seja a minha juventude ou talvez a minha inexperiência a falar - O tempo dirá.
Desejo-te uma grande viagem - Não a destinos turísticos, não a locais físicos.
Desejo-te uma grande viagem de Vida.
Dedicado à Caríssima Companhia com quem tive o prazer de partilhar alguns pontos de vista, algures sobre os céus da Europa.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Vista dos céus
Sobrevoando Frankfurt olho para o solo e vejo minúsculas casas, rios, pontes.
Como uma grande Lilliput.
Pequenas formigas atarefadas no seu dia-a-dia.
Nas suas disputas, nas suas conquistas.
Quantas delas relativas, quantas mesquinhas e insignificantes.
Quase que custa a crer que tão pequenas criaturas tenham levado o Planeta a esta situação ambiental tão premente.
Um passo a seguir ao outro.
Um passo que nada vale e eis senão quando da Revolução Industrial se chega num ápice à asfixia ecológica.
O meu filho mais velho dizia: "Mas porque é que o Mundo está assim - Eu não queria que estivesse assim".
O que ele via era apenas o National Geographic mas para quem ainda não cegou perante o preço da poluição, parecia-lhe um autêntico filme de terror.
E penso eu, se será necessário que sejam os nosso filhos o último rasgo de esperança para acordarmos.
Se somos capazes de afirmar de alto e bom som que seríamos de revirar um Mundo do avesso para proteger o bem dos nossos filhos, o que fazemos então quando são eles próprios a acusarem-nos como origem desse Mal?
Colocámos o Homem na Lua.
Podemos colocá-lo de novo na Terra?
Como uma grande Lilliput.
Pequenas formigas atarefadas no seu dia-a-dia.
Nas suas disputas, nas suas conquistas.
Quantas delas relativas, quantas mesquinhas e insignificantes.
Quase que custa a crer que tão pequenas criaturas tenham levado o Planeta a esta situação ambiental tão premente.
Um passo a seguir ao outro.
Um passo que nada vale e eis senão quando da Revolução Industrial se chega num ápice à asfixia ecológica.
O meu filho mais velho dizia: "Mas porque é que o Mundo está assim - Eu não queria que estivesse assim".
O que ele via era apenas o National Geographic mas para quem ainda não cegou perante o preço da poluição, parecia-lhe um autêntico filme de terror.
E penso eu, se será necessário que sejam os nosso filhos o último rasgo de esperança para acordarmos.
Se somos capazes de afirmar de alto e bom som que seríamos de revirar um Mundo do avesso para proteger o bem dos nossos filhos, o que fazemos então quando são eles próprios a acusarem-nos como origem desse Mal?
Colocámos o Homem na Lua.
Podemos colocá-lo de novo na Terra?
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O peixinho de aquário que pensava ser um Grande Estratega
Uma boa estratégia para um grande Estratega é circunscrever o âmbito do objecto.
E com isso o Estratega evolui.
No entanto, há sempre um aquário maior do que aquele onde este peixinho vive.
Há sempre um âmbito mais abrangente.
Isto a propósito da suspeita que veio agora a lume de que na realidade a razão por detrás do “Não” Irlandês ao Tratado de Lisboa está na Estratégia delineada pela CIA.
Uma verdadeira Teoria da Conspiração!
Leva-nos a pensar o que é que os Chefes de Governo na realidade governam.
Nada mais do que o seu aquariozito.
Mas isso até pode nem ser mau.
Maior abrangência de âmbito pode ser contraproducente do ponto de vista de produtividade.
Um pouco como as soluções que começam por ser objectivas mas a bem da racionalização de custos começam a ser cada vez mais e mais abrangentes – no final nada se faz na prática e o custo aumenta. Principalmente o custo de oportunidade.
Mudando de prisma e passando da Estratégia para a Felicidade reparem no parelelismo:
O exemplo do Butão. Um dos países onde o nível de felicidade do indivíduo é dos mais elevados. E no entanto, a abrangência da Liberdade de opção é relativamente reduzida..
Ou o exemplo do tubarão atrás de um cardume,
Neste caso e voltando à estratégia, a Estratégia do Cardume é dar tanta Liberdade de opção ao Tubarão que invariavelmente ele bloqueia e nada apanha.
Pior ainda – até pode apanhar algum mas como as opões eram tantas, ficará sempre a pensar que poderia conseguir melhor – porque tinha opções a mais.
E neste caso temos um tubarão infeliz por ter demasiada Liberdade, contrastando com um butanês feliz por ter Liberdade qb, ou mesmo um Chefe de Governo contente por reinar no seu Aquário.
Uma coisa é certa. A CIA não está a ter uma saída feliz.
E com isso o Estratega evolui.
No entanto, há sempre um aquário maior do que aquele onde este peixinho vive.
Há sempre um âmbito mais abrangente.
Isto a propósito da suspeita que veio agora a lume de que na realidade a razão por detrás do “Não” Irlandês ao Tratado de Lisboa está na Estratégia delineada pela CIA.
Uma verdadeira Teoria da Conspiração!
Leva-nos a pensar o que é que os Chefes de Governo na realidade governam.
Nada mais do que o seu aquariozito.
Mas isso até pode nem ser mau.
Maior abrangência de âmbito pode ser contraproducente do ponto de vista de produtividade.
Um pouco como as soluções que começam por ser objectivas mas a bem da racionalização de custos começam a ser cada vez mais e mais abrangentes – no final nada se faz na prática e o custo aumenta. Principalmente o custo de oportunidade.
Mudando de prisma e passando da Estratégia para a Felicidade reparem no parelelismo:
O exemplo do Butão. Um dos países onde o nível de felicidade do indivíduo é dos mais elevados. E no entanto, a abrangência da Liberdade de opção é relativamente reduzida..
Ou o exemplo do tubarão atrás de um cardume,
Neste caso e voltando à estratégia, a Estratégia do Cardume é dar tanta Liberdade de opção ao Tubarão que invariavelmente ele bloqueia e nada apanha.
Pior ainda – até pode apanhar algum mas como as opões eram tantas, ficará sempre a pensar que poderia conseguir melhor – porque tinha opções a mais.
E neste caso temos um tubarão infeliz por ter demasiada Liberdade, contrastando com um butanês feliz por ter Liberdade qb, ou mesmo um Chefe de Governo contente por reinar no seu Aquário.
Uma coisa é certa. A CIA não está a ter uma saída feliz.
Teste
Desafio-te a fazer este pequeno teste sem leres a solução mais abaixo.
Reflete nele um pouco.
Pressuposto: A letra X está ok.

Este pequeno teste serve apenas para demonstrar que temos que trabalhar na simplificação - neste caso na simplificação de raciocínio.
1) Há os que seguem o racional da sequencialidade. 1 Flip vertical para o Y, 2 Flips verticais para o Z -> Solução = B - CERTO!
2) Há os que seguem o racional da geometria. 1 Flip vertical para o Y, 1 Flip vertical para o Z seguido de um Flip Horizontal -> Solução = B - CERTO!
3) Há os que simplesmente percebem que 2 letras certas é sempre melhor que só uma, logo a solução é a B - CERTO!
O que espanta é que este raciocínio rápido e simples muitas vezes constata-se não nos adultos, mas nas crianças.
As soluções "Ovo de Colombo" surgem de mentes não viciadas.
Temos os nossos intelectos cravejados de mapas de raciocínio que nos levam a seguir sempre os mesmos percursos e inevitavelmente os mesmos resultados.
Loucos são os que repetem inúmeras vezes a mesma experiência, na esperança que surja um resultado diferente, já dizia Einstein.
Reflete nele um pouco.
Pressuposto: A letra X está ok.

Este pequeno teste serve apenas para demonstrar que temos que trabalhar na simplificação - neste caso na simplificação de raciocínio.
1) Há os que seguem o racional da sequencialidade. 1 Flip vertical para o Y, 2 Flips verticais para o Z -> Solução = B - CERTO!
2) Há os que seguem o racional da geometria. 1 Flip vertical para o Y, 1 Flip vertical para o Z seguido de um Flip Horizontal -> Solução = B - CERTO!
3) Há os que simplesmente percebem que 2 letras certas é sempre melhor que só uma, logo a solução é a B - CERTO!
O que espanta é que este raciocínio rápido e simples muitas vezes constata-se não nos adultos, mas nas crianças.
As soluções "Ovo de Colombo" surgem de mentes não viciadas.
Temos os nossos intelectos cravejados de mapas de raciocínio que nos levam a seguir sempre os mesmos percursos e inevitavelmente os mesmos resultados.
Loucos são os que repetem inúmeras vezes a mesma experiência, na esperança que surja um resultado diferente, já dizia Einstein.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Homenagem a Adolfo Roque
Não cheguei a tempo de te conhecer.
De beber dos teus ensinamentos, da tua experiência de vida.
Incorporar a metáfora que representa o Saca-Rolhas.
Bom, pelos menos deste-me alento para seguir o meu percurso e dar asas a novas iniciativas.
A tua morte surge como um sinal do que tenho que cumprir, do que não posso deixar de fazer.
Pois bem. Descansa em paz.
De beber dos teus ensinamentos, da tua experiência de vida.
Incorporar a metáfora que representa o Saca-Rolhas.
Bom, pelos menos deste-me alento para seguir o meu percurso e dar asas a novas iniciativas.
A tua morte surge como um sinal do que tenho que cumprir, do que não posso deixar de fazer.
Pois bem. Descansa em paz.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Esperança
Quanto mais sei, mais me preocupo.
Fome, Colapso financeiro, Desastre ecológico, Crise energética…
E o que há de bom? Nada?
Não é bem assim – este choque brutal está a acordar a Humanidade adormecida, e em várias vertentes.
Já se assiste à mudança de atitude.
Já se vislumbram Comunidades conscientes e Gestores humanizados.
Dou o exemplo da Bial – empresa de reconhecido sucesso.
Ontem na Visão vinha uma entrevista ao Luís Portela e devo dizer que me surpreendeu.
Pelas suas convicções, preocupações e acima de tudo pela sua abertura.
E é esta abertura que vejo de forma cada vez mais frequente em cada vez mais pessoas
Num grande Gestor já não vejo um Homem ou Mulher implacáveis, frios e calculistas.
Vejo Seres Humanos. Cheios de “SoftSkils”.
Afinal de contas, Sir Richard Branson abandonou o ensino dito clássico aos 16 anos.
Pergunto-me se não terá sido essa independência do ensino tradicional que lhe permitiu ter uma visão mais abrangente e menos viciada.
Fome, Colapso financeiro, Desastre ecológico, Crise energética…
E o que há de bom? Nada?
Não é bem assim – este choque brutal está a acordar a Humanidade adormecida, e em várias vertentes.
Já se assiste à mudança de atitude.
Já se vislumbram Comunidades conscientes e Gestores humanizados.
Dou o exemplo da Bial – empresa de reconhecido sucesso.
Ontem na Visão vinha uma entrevista ao Luís Portela e devo dizer que me surpreendeu.
Pelas suas convicções, preocupações e acima de tudo pela sua abertura.
E é esta abertura que vejo de forma cada vez mais frequente em cada vez mais pessoas
Num grande Gestor já não vejo um Homem ou Mulher implacáveis, frios e calculistas.
Vejo Seres Humanos. Cheios de “SoftSkils”.
Afinal de contas, Sir Richard Branson abandonou o ensino dito clássico aos 16 anos.
Pergunto-me se não terá sido essa independência do ensino tradicional que lhe permitiu ter uma visão mais abrangente e menos viciada.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Tenho um Problema - o que fazer?
Negar o problema?
Delegar o problema?
Instrumentalizar o problema?
Ou simplesmente ATACAR o PROBLEMA?
Delegar o problema?
Instrumentalizar o problema?
Ou simplesmente ATACAR o PROBLEMA?
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
A surpresa da realidade
Sai de casa já com saudades tuas.
Esperava ver-te mais logo.
Como um murro no estômago, foi-me dito que tinhas partido.
Seguiste mais um passo. Seguiste o teu rumo.
Afinal de contas é assim, o destino.
Fiquei revoltado. Apeteceu-me partir a mesa.
Zangado comigo mesmo. Porque fui eu que não estive contigo, quando podia.
E agora, quando mais me fazias falta, seguiste para outras paragens.
Faltas-me no abraço que tenho para ti, hoje a noite.
Mas sei que tenho que te deixar ir.
A tua vida não se cinge a beijos e abraços de manhã e à noite.
Não és o meu conforto. Tens o teu percurso e algures no caminho vamo-nos cruzando.
...
Neste momento a praia é bem mais apetecível que um dia em casa à espera do Pai para lhe dar um beijo.
Bom, não é o fim do Mundo.
Voltas daqui alguns dias - vê bem a dimensão do trabalho que tenho pela frente.
Não é fácil viver para ti e depois sem ti, e tudo isto com um sorriso nos lábios.
Relembras-me que eu devo viver a minha vida.
És o meu professor.
Dedicado ao papel de filho(a) desempenhado magistralmente pelas 3 fantásticas pessoas de quem eu sou Pai.
Esperava ver-te mais logo.
Como um murro no estômago, foi-me dito que tinhas partido.
Seguiste mais um passo. Seguiste o teu rumo.
Afinal de contas é assim, o destino.
Fiquei revoltado. Apeteceu-me partir a mesa.
Zangado comigo mesmo. Porque fui eu que não estive contigo, quando podia.
E agora, quando mais me fazias falta, seguiste para outras paragens.
Faltas-me no abraço que tenho para ti, hoje a noite.
Mas sei que tenho que te deixar ir.
A tua vida não se cinge a beijos e abraços de manhã e à noite.
Não és o meu conforto. Tens o teu percurso e algures no caminho vamo-nos cruzando.
...
Neste momento a praia é bem mais apetecível que um dia em casa à espera do Pai para lhe dar um beijo.
Bom, não é o fim do Mundo.
Voltas daqui alguns dias - vê bem a dimensão do trabalho que tenho pela frente.
Não é fácil viver para ti e depois sem ti, e tudo isto com um sorriso nos lábios.
Relembras-me que eu devo viver a minha vida.
És o meu professor.
Dedicado ao papel de filho(a) desempenhado magistralmente pelas 3 fantásticas pessoas de quem eu sou Pai.
O grande mistério
A sabedoria popular afirma “A Galinha da vizinha é sempre melhor que a minha”
O António Variações cantava “Estou bem aonde não estou”
E constato que a realidade é mesmo esta:
O ser humano é um ser inquieto, insatisfeito e por isso procura incessantemente outras soluções, sempre diferentes, sempre inovadoras, na demanda de encontrar sempre mais e melhor para saciar a sua curiosidade devoradora.
.
Esta inquietude faz-nos avançar e explorar novos mundos.
No entanto, da mesma maneira que conhecemos melhor as galáxias a milhões de anos luz de distância, do que o que quer esteja a mais de 1000m de profundidade (seja no mar ou na terra), também no que diz respeito a nós próprios sabemos muito mais sobre o Mundo que nos rodeia, do que sobre o nosso Mundo Interior.
Esse Mundo denso como o Oceano mais profundo onde se movem os nossos pensamentos, emoções, alegrias.
O Mundo que está constantemente à espera para ser explorado e sempre disponível a qualquer hora do dia.
Talvez por estar sempre aqui, não seja interessante.
Talvez por se assumir como sempre presente, consideremo-lo menos prioritário.
Até que é tarde demais.
Refiro-me em particular à doença de Alzheimer, pela crueldade que representa.
Por nos obrigar a assistir ao definhar em morte lenta daqueles que outrora amávamos.
O Alzheimer que nos faz ansiar pela morte rápida e limpa e que nos permita guardar intactas todas as recordações e sentimentos.
Esse Alzheimer que coloca em causa os nosso afectos.
E o desapego que cresce desenfreadamente, não fora os esporádicos rasgos de lucidez que nos reacendem a alma e que nos mostram que algo ainda está lá.
Mas o que é isso que ainda está lá?
A consciência? O Ser? O habitante do corpo biológico?
O grande mistério por desvendar.
O António Variações cantava “Estou bem aonde não estou”
E constato que a realidade é mesmo esta:
O ser humano é um ser inquieto, insatisfeito e por isso procura incessantemente outras soluções, sempre diferentes, sempre inovadoras, na demanda de encontrar sempre mais e melhor para saciar a sua curiosidade devoradora.
.
Esta inquietude faz-nos avançar e explorar novos mundos.
No entanto, da mesma maneira que conhecemos melhor as galáxias a milhões de anos luz de distância, do que o que quer esteja a mais de 1000m de profundidade (seja no mar ou na terra), também no que diz respeito a nós próprios sabemos muito mais sobre o Mundo que nos rodeia, do que sobre o nosso Mundo Interior.
Esse Mundo denso como o Oceano mais profundo onde se movem os nossos pensamentos, emoções, alegrias.
O Mundo que está constantemente à espera para ser explorado e sempre disponível a qualquer hora do dia.
Talvez por estar sempre aqui, não seja interessante.
Talvez por se assumir como sempre presente, consideremo-lo menos prioritário.
Até que é tarde demais.
Refiro-me em particular à doença de Alzheimer, pela crueldade que representa.
Por nos obrigar a assistir ao definhar em morte lenta daqueles que outrora amávamos.
O Alzheimer que nos faz ansiar pela morte rápida e limpa e que nos permita guardar intactas todas as recordações e sentimentos.
Esse Alzheimer que coloca em causa os nosso afectos.
E o desapego que cresce desenfreadamente, não fora os esporádicos rasgos de lucidez que nos reacendem a alma e que nos mostram que algo ainda está lá.
Mas o que é isso que ainda está lá?
A consciência? O Ser? O habitante do corpo biológico?
O grande mistério por desvendar.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
O Felino
Vive no meio de nós.
É furtivo e oportuno.
Assustador mas ternurento.
Basta observar com atenção para perceber que é como nós.
Tenta sobreviver.
Vive debaixo de máscaras.
No seu Mundo, por entre as veredas do seu jardim secreto, Senhor do seu Reino.
Não sabíamos que ele existia,
Não o compreendíamos, até o ver.
Afinal de contas os nossos receios são apenas e só, o fruto da nossa falta de visão.
É furtivo e oportuno.
Assustador mas ternurento.
Basta observar com atenção para perceber que é como nós.
Tenta sobreviver.
Vive debaixo de máscaras.
No seu Mundo, por entre as veredas do seu jardim secreto, Senhor do seu Reino.
Não sabíamos que ele existia,
Não o compreendíamos, até o ver.
Afinal de contas os nossos receios são apenas e só, o fruto da nossa falta de visão.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Introspecção
O trabalho de introspecção é duro, penoso e até perigoso.
Obriga-nos a enfrentar os nossos medos.
A colocar em causa as verdades nas quais se sustenta a nossa vida.
A encarar os porquês mais esquecidos.
E a constatar a falta de respostas.
Porquê?
Não é a primeira vez que faço esta pergunta.
Porque se faz, e porque não se faz?
Quando se questionam todas as cenouras,
Coloca-se tudo em causa.
Não é fácil olhar para dentro.
Ao questionar, testamos as nossas convicções.
É fácil fechar os olhos e seguir em frente junto com o rebanho, mas será o mais gratificante?
Agora entendo o verdadeiro significado de rebanho citado na Igreja Católica.
Fazer parte do rebanho - É bom e é o que faz a maioria – “a felicidade qb”.
A introspecção mostra-nos o outro lado.
A introspecção mostra-me em particular que eu não faço parte do rebanho.
Mostra-me também 2 soluções - Ser pastor ou cão-pastor.
E tu? Até quando ser Ovelha?
Obriga-nos a enfrentar os nossos medos.
A colocar em causa as verdades nas quais se sustenta a nossa vida.
A encarar os porquês mais esquecidos.
E a constatar a falta de respostas.
Porquê?
Não é a primeira vez que faço esta pergunta.
Porque se faz, e porque não se faz?
Quando se questionam todas as cenouras,
Coloca-se tudo em causa.
Não é fácil olhar para dentro.
Ao questionar, testamos as nossas convicções.
É fácil fechar os olhos e seguir em frente junto com o rebanho, mas será o mais gratificante?
Agora entendo o verdadeiro significado de rebanho citado na Igreja Católica.
Fazer parte do rebanho - É bom e é o que faz a maioria – “a felicidade qb”.
A introspecção mostra-nos o outro lado.
A introspecção mostra-me em particular que eu não faço parte do rebanho.
Mostra-me também 2 soluções - Ser pastor ou cão-pastor.
E tu? Até quando ser Ovelha?
terça-feira, 5 de agosto de 2008
O silêncio constrangedor
2 pessoas próximas uma da outra em silêncio, sem mais ninguém em redor.
Porque não? Porque não se consegue?
A verdade é que não se consegue facilmente - pelo menos com a maior parte das pessoas.
Pressupõe desligar o mecanismo automático de auto-censura.
"O que está ele(a) a pensar"
"Qual é o problema dele(a)?"
"Qual é o meu problema?"
"Em que é que devo eu pensar?"
É um chorrilho de algaraviadas mentais que quase se torna anedótico.
Tão simples desligar - tão simples fazer click.
Afinal são apenas 2 pessoas sentadas, no seu espaço, nos seus pensamentos e reflexões, serenamente, respeitando o espaço do seu semelhante.
Evita-se a conversa do "Verbo Encher" que é totalmente dispensável.
Futebóis, dissertações climatéricas ou conjunturas politico-partidárias são nada mais do que manobras de diversão para evitar o simples exercício de olhar para o seu Eu.
Como lia há alguns dias atrás, afinal de contas, quem nos atura e que nos acompanhará para sempre até ao final das nossas vidas somos nós próprios.
Porque não conhecermo-nos um pouco?
Porque não? Porque não se consegue?
A verdade é que não se consegue facilmente - pelo menos com a maior parte das pessoas.
Pressupõe desligar o mecanismo automático de auto-censura.
"O que está ele(a) a pensar"
"Qual é o problema dele(a)?"
"Qual é o meu problema?"
"Em que é que devo eu pensar?"
É um chorrilho de algaraviadas mentais que quase se torna anedótico.
Tão simples desligar - tão simples fazer click.
Afinal são apenas 2 pessoas sentadas, no seu espaço, nos seus pensamentos e reflexões, serenamente, respeitando o espaço do seu semelhante.
Evita-se a conversa do "Verbo Encher" que é totalmente dispensável.
Futebóis, dissertações climatéricas ou conjunturas politico-partidárias são nada mais do que manobras de diversão para evitar o simples exercício de olhar para o seu Eu.
Como lia há alguns dias atrás, afinal de contas, quem nos atura e que nos acompanhará para sempre até ao final das nossas vidas somos nós próprios.
Porque não conhecermo-nos um pouco?
O elogio ou a falta deles
Confesso que nunca fui muito de elogiar as pessoas, mas ultimamente sinto-me um bajulador.
Não porque tenha mudado a minha atitude, mas sim porque as poucas vezes que me apetece dar algum elogio, invariavelmente a reacção é de uma autêntica surpresa e por vezes até constrangimento.
Aconteceu hoje ver uma senhora grávida a atender num restaurante e pensei dar-lhe os parabéns pelo bebé que se avizinha.
Não entendeu à primeira - tive que repetir (cheguei a pensar se devia).
Depois, ficou atrapalhada.
Que raio de Mundo vivemos hoje em dia onde por vezes um simples "Bom dia" olhos nos olhos (e não o habitual "mmmmdia" rezingão e de circunstância) marca tanta diferença.
Desaprendemos a ser bem tratados e quando acontece tal é o cúmulo que já nem sabemos receber elogios.
E verifico isto porque quando ontem era um rezingão, hoje sou a inesperada lufada de ar fresco.
Certo é que me valeu um tratamento VIP no restaurante.
De tal ordem foi a simpatia da senhora que fez questão de me vir dizer Boa tarde à porta.
Conclusão: As pessoas deixaram de ser bem tratadas, mas quando o são, respondem na mesma moeda. Aliás, respondemos sempre na mesma moeda - assim é mais correcto.
Por isso, basta apenas dar o pontapé de saída - dar o primeiro passo.
A vida começa a sorrir à nossa volta.
Não porque tenha mudado a minha atitude, mas sim porque as poucas vezes que me apetece dar algum elogio, invariavelmente a reacção é de uma autêntica surpresa e por vezes até constrangimento.
Aconteceu hoje ver uma senhora grávida a atender num restaurante e pensei dar-lhe os parabéns pelo bebé que se avizinha.
Não entendeu à primeira - tive que repetir (cheguei a pensar se devia).
Depois, ficou atrapalhada.
Que raio de Mundo vivemos hoje em dia onde por vezes um simples "Bom dia" olhos nos olhos (e não o habitual "mmmmdia" rezingão e de circunstância) marca tanta diferença.
Desaprendemos a ser bem tratados e quando acontece tal é o cúmulo que já nem sabemos receber elogios.
E verifico isto porque quando ontem era um rezingão, hoje sou a inesperada lufada de ar fresco.
Certo é que me valeu um tratamento VIP no restaurante.
De tal ordem foi a simpatia da senhora que fez questão de me vir dizer Boa tarde à porta.
Conclusão: As pessoas deixaram de ser bem tratadas, mas quando o são, respondem na mesma moeda. Aliás, respondemos sempre na mesma moeda - assim é mais correcto.
Por isso, basta apenas dar o pontapé de saída - dar o primeiro passo.
A vida começa a sorrir à nossa volta.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O que nós somos
Não somos apenas corpo e alma.
Somos ainda mais que isso.
Somos memória.
Presente na nossa família, nos nossos amigos, nas pessoas que nos conhecem.
O Somatório de todos estes pseudo-personagens presentes na mente de cada pessoa espelha o que nós transmitimos ser.
Quanto mais fiel for o nosso retrato mais nos sentimos compreendidos e verdadeiros.
O espaço simplesmente esgota-se para frustaçoes, desmotivaçoes ou infelicidades.
O mundo passa a corresponder na íntegra àquilo que somos - sem censura nem dogmas.
Podemos ver nos outros a nossa beleza. Pelas suas reacções.
E alimentar o nosso ego com esta droga subtil.
Sabendo no entanto o seguinte:
A nossa criação será tanto mais sublime quanto maior for a capacidade de nos alhearmos da aceitação dos nossos semelhantes.
Somos ainda mais que isso.
Somos memória.
Presente na nossa família, nos nossos amigos, nas pessoas que nos conhecem.
O Somatório de todos estes pseudo-personagens presentes na mente de cada pessoa espelha o que nós transmitimos ser.
Quanto mais fiel for o nosso retrato mais nos sentimos compreendidos e verdadeiros.
O espaço simplesmente esgota-se para frustaçoes, desmotivaçoes ou infelicidades.
O mundo passa a corresponder na íntegra àquilo que somos - sem censura nem dogmas.
Podemos ver nos outros a nossa beleza. Pelas suas reacções.
E alimentar o nosso ego com esta droga subtil.
Sabendo no entanto o seguinte:
A nossa criação será tanto mais sublime quanto maior for a capacidade de nos alhearmos da aceitação dos nossos semelhantes.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
298.044 horas
É o número de horas que já cumpri nesta vida.
Faz-me pensar de que forma vou gastar as 359.406 que me restam (tendo em consideração a esperança média de vida à nascença)
Faz-me pensar de que forma vou gastar as 359.406 que me restam (tendo em consideração a esperança média de vida à nascença)
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Mentes mesquinhas, mentes perigosas
Vivemos num Portugal de mentes perigosas onde "a galinha da vizinha é sempre melhor que a minha".
Receio que neste momento a Galinha tenha um nome -> GALP.
Cheira-me no próximo semestre os ataques mediáticos à GALP vão multiplicar-se em várias frentes, se nada for feito.
Este tema da factura foi apenas uma "prenda" inesperada.
Noutros tempos como é que uma simples factura de gás faria com que o digníssimo Teixeira dos Santos pedisse esclarecimentos à GALP (pág 12 do Diário Económico de 10/07/2008)
Como se não bastasse, viro para a página 24 e eis senão quando aparece agora o Manuel Pinho em coordenação com a verticalíssima ASAE a avançar com investigações imediatas à GALP.
O que não faz uma boa jogada em TUPI e uma má jogada do IVA..
A equação é inquestionável.
Sociedade contaminada por um excesso dependência do petróleo = aumento inevitável do custo de vida.
Na minha modesta opinião, a GALP só tem uma saída para despir definitivamente o papel da mau da fita.
Não passa por demonstrar por A+B onde está o seu lucro - Existem pessoas que não querem aprender a somar.
Infelizmente, e para muito descontentamento meu, a solução passa simplesmente por falar cara a cara com quem cobiça a galinha e dar-lhe o direito a uma pequena dentada.
Tudo se resume a uma coisa - FOME.
Receio que neste momento a Galinha tenha um nome -> GALP.
Cheira-me no próximo semestre os ataques mediáticos à GALP vão multiplicar-se em várias frentes, se nada for feito.
Este tema da factura foi apenas uma "prenda" inesperada.
Noutros tempos como é que uma simples factura de gás faria com que o digníssimo Teixeira dos Santos pedisse esclarecimentos à GALP (pág 12 do Diário Económico de 10/07/2008)
Como se não bastasse, viro para a página 24 e eis senão quando aparece agora o Manuel Pinho em coordenação com a verticalíssima ASAE a avançar com investigações imediatas à GALP.
O que não faz uma boa jogada em TUPI e uma má jogada do IVA..
A equação é inquestionável.
Sociedade contaminada por um excesso dependência do petróleo = aumento inevitável do custo de vida.
Na minha modesta opinião, a GALP só tem uma saída para despir definitivamente o papel da mau da fita.
Não passa por demonstrar por A+B onde está o seu lucro - Existem pessoas que não querem aprender a somar.
Infelizmente, e para muito descontentamento meu, a solução passa simplesmente por falar cara a cara com quem cobiça a galinha e dar-lhe o direito a uma pequena dentada.
Tudo se resume a uma coisa - FOME.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Fantasmas
Um sentimento que nos assombra é o arrependimento.
O fantasma do
“Não ter feito”
“Não ter dito”
Repara que é na negativa..
Como se uma censura pairasse no ar..
Creio que é aí que reside a questão.
O arrependimento é resultado da censura.
E o que provoca a censura?
O fantasma do
“Não ter feito”
“Não ter dito”
Repara que é na negativa..
Como se uma censura pairasse no ar..
Creio que é aí que reside a questão.
O arrependimento é resultado da censura.
E o que provoca a censura?
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Leap of faith
O salto de fé.
Aprender a andar de bicicleta ou a saltar de pára-quedas.
Dar o passo no desconhecido.
Verificar que os receios são quase sempre infundados.
É certo que darás cabeçadas - É certo que haverão surpresas.
Mas não é isso que constitui a experiência?
O gozo de avançar em frente e saber que conseguimos é a maior das recompensas.
Aprender a andar de bicicleta ou a saltar de pára-quedas.
Dar o passo no desconhecido.
Verificar que os receios são quase sempre infundados.
É certo que darás cabeçadas - É certo que haverão surpresas.
Mas não é isso que constitui a experiência?
O gozo de avançar em frente e saber que conseguimos é a maior das recompensas.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Paixão
A paixão é a que te tira os pés do chão.
A que rasga as tuas raízes e que te permite voar sem medo, desfrutar sem remorsos.
A paixão é a que te faz ver apenas o que procuras, sentir o que necessitas,
ignorar o que não te interessa.
Vive a paixão!
Aprende a filtrar o que de insensato a paixão te leva a fazer e vive a paixão.
Vive!
Aprende também a "filtrar os filtros" e a perceber também que nem sempre o que é insensato é o incorrecto.
Não será o insensato afinal aquilo de que nos orgulhamos de ter feito? Do que as nossas memórias são feitas?
Como é bom ter memórias cheias de paixão.
A que rasga as tuas raízes e que te permite voar sem medo, desfrutar sem remorsos.
A paixão é a que te faz ver apenas o que procuras, sentir o que necessitas,
ignorar o que não te interessa.
Vive a paixão!
Aprende a filtrar o que de insensato a paixão te leva a fazer e vive a paixão.
Vive!
Aprende também a "filtrar os filtros" e a perceber também que nem sempre o que é insensato é o incorrecto.
Não será o insensato afinal aquilo de que nos orgulhamos de ter feito? Do que as nossas memórias são feitas?
Como é bom ter memórias cheias de paixão.
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