Na Visão desta semana a Helena Roseta queixa-se da independência dos media e da forma como a sua campanha tem sido menosprezada - à primeira vista parece uma postura demasiado "Calimero".
No entanto, não é que a Antena 1 pelas 15h21 quebra subitamente a sua emissão quando relatava uma peça muito interessante sobre os valores e atitude voluntariosa da equipa de campanha no Manuel Alegre? No mínimo interessante.
Caro Frederico Duarte Carvalho, cada vez mais sentido fazem as suas dissertações..
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Método
O método associado.
Ter uma ou duas personagens fictícias que permitam ao autor disfarçar os seus próprios defeitos.
Há 2 hipóteses - ou encaras os defeitos frontalmente ou disfarças como se todo o Mundo fosse incapaz de ver o indisfarçável.
Prefiro encarar os defeitos - prefiro apelar aos princípios, à moral, ao carácter.
O mais provável é cruzares com meio Mundo a dizer: "Coroa", "Antiquado", "bota de elástico".
Discordo. A nossa adolescência é feita de tentativas de aceitação por parte de todos quando no fundo é tão fácil - basta ter força e assumirmos a nossa posição. Erguer o punho e assumir que somos donos do Mundo - do nosso Mundo.
"Black Eyed Peas - Don't Lie" - Simplesmente fenomenal - é de arrepiar e dar vontade e explodir de energia. Parece contrasenso para quem gritou e gosta de gritar "No fuel left for the pilgrims" - No entanto é fantástico e no fundo fala mais uma vez de uma coisa tão simples "Don't Lie".
Por um lado tens o "people" a clamar pelo rebelde, pelo fora da lei e depois é interessante como ao de leve passa para o "cool", para o que tem a sua verdade, para o maduro - para o mais à frente.
É "cool" ter estilo e com estilo ter carácter ou será o carácter que dá o estilo?
A força vem de dentro - o sumo do sumo nasce da água. Quanto mais translúcida melhor.
Ter uma ou duas personagens fictícias que permitam ao autor disfarçar os seus próprios defeitos.
Há 2 hipóteses - ou encaras os defeitos frontalmente ou disfarças como se todo o Mundo fosse incapaz de ver o indisfarçável.
Prefiro encarar os defeitos - prefiro apelar aos princípios, à moral, ao carácter.
O mais provável é cruzares com meio Mundo a dizer: "Coroa", "Antiquado", "bota de elástico".
Discordo. A nossa adolescência é feita de tentativas de aceitação por parte de todos quando no fundo é tão fácil - basta ter força e assumirmos a nossa posição. Erguer o punho e assumir que somos donos do Mundo - do nosso Mundo.
"Black Eyed Peas - Don't Lie" - Simplesmente fenomenal - é de arrepiar e dar vontade e explodir de energia. Parece contrasenso para quem gritou e gosta de gritar "No fuel left for the pilgrims" - No entanto é fantástico e no fundo fala mais uma vez de uma coisa tão simples "Don't Lie".
Por um lado tens o "people" a clamar pelo rebelde, pelo fora da lei e depois é interessante como ao de leve passa para o "cool", para o que tem a sua verdade, para o maduro - para o mais à frente.
É "cool" ter estilo e com estilo ter carácter ou será o carácter que dá o estilo?
A força vem de dentro - o sumo do sumo nasce da água. Quanto mais translúcida melhor.
A razão
"Bloggar"
Não sei sequer se o termo existe. Fiz questão de não investigar o mundo dos blogs para manter o meu dissertar genuíno. Bem sei que existem por aí milhares de pessoas que, como eu, querem ter voz.
E isto leva-me à questão central. Qual o poder, qual o benefício, qual a razão?
Porque é que no dia 05/12/2005 decidi finalmente ter um blog meu depois de tanto tempo a ouvir que existiam blogs por aí aos pontapés? Pois, não sei..
Sei que estou a colocar palavras num cartaz, Num qualquer cartaz passível de ser visto por um qualquer leitor, passível de fazer as suas interpretações - no fundo, acaba por ser um exercício com grande exposição.
Sei-o bem.
Mas aqui vou, e aqui estou a mudar.
Personagens fictícias, personagens reais? Onde fica a linha ténue que separa a vida do autor e a vida da sua obra.
Pois sim - quem não sonhou ser escritor? E aqui estou...starting from scratch.
Não sei sequer se o termo existe. Fiz questão de não investigar o mundo dos blogs para manter o meu dissertar genuíno. Bem sei que existem por aí milhares de pessoas que, como eu, querem ter voz.
E isto leva-me à questão central. Qual o poder, qual o benefício, qual a razão?
Porque é que no dia 05/12/2005 decidi finalmente ter um blog meu depois de tanto tempo a ouvir que existiam blogs por aí aos pontapés? Pois, não sei..
Sei que estou a colocar palavras num cartaz, Num qualquer cartaz passível de ser visto por um qualquer leitor, passível de fazer as suas interpretações - no fundo, acaba por ser um exercício com grande exposição.
Sei-o bem.
Mas aqui vou, e aqui estou a mudar.
Personagens fictícias, personagens reais? Onde fica a linha ténue que separa a vida do autor e a vida da sua obra.
Pois sim - quem não sonhou ser escritor? E aqui estou...starting from scratch.
Tungsténio - A pista
4 mil milhões de anos tem a Lua - e foi o Tungsténio que o disse.
Prova-se assim que a ida à Lua não foi conspiração.
____
Tiger
Prova-se assim que a ida à Lua não foi conspiração.
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Tiger
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