O nevoeiro surge quando menos se espera.
Tolda a visão e acontece sempre que se deixa de acreditar nas pessoas.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O salto entre o consciente e o inconsciente
De que maneira o consciente analisa e processa o que o inconsciente capta?
Simplesmente não dá para monitorizar tudo o que ocorre.
Podemos tentar programar os filtros e receber apenas o que se pretende.
Podemos por outro lado não tentar analisar.
Só ver o que acontece.
Ler sem interferir.
Abrir a mente e processar de forma abstracta.
Procurar padrões.
O Subconsciente aprende os fluxos de como a informação progride sem olhar à informação em si.
Em novas situaçoes aplica os fluxos e tendências aprendidas para adivinhar o próximo passo - Apenas seguindo os padrões adquiridos.
Aquilo a que chamamos Sexto Sentido.
Simplesmente não dá para monitorizar tudo o que ocorre.
Podemos tentar programar os filtros e receber apenas o que se pretende.
Podemos por outro lado não tentar analisar.
Só ver o que acontece.
Ler sem interferir.
Abrir a mente e processar de forma abstracta.
Procurar padrões.
O Subconsciente aprende os fluxos de como a informação progride sem olhar à informação em si.
Em novas situaçoes aplica os fluxos e tendências aprendidas para adivinhar o próximo passo - Apenas seguindo os padrões adquiridos.
Aquilo a que chamamos Sexto Sentido.
Sopro de vida
Há momentos em que te sentes bafejado.
Momentos de vida, recordação e aprendizagem.
Como se de um sopro de vida se tratasse
Como se noutro plano te encontrasses
Numa loucura feliz em que nada mais interessa.
Nada mais.
Numa imunidade universal - numa felicidade colossal.
Momentos de vida, recordação e aprendizagem.
Como se de um sopro de vida se tratasse
Como se noutro plano te encontrasses
Numa loucura feliz em que nada mais interessa.
Nada mais.
Numa imunidade universal - numa felicidade colossal.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Fórmula Matemática
LA = (HG + EV)* M
Lance Armstrong = (Herança Genética + Experiência de Vida) * Motivação
Lance Armstrong = (Herança Genética + Experiência de Vida) * Motivação
A força de Simone
Mulher altiva,imponente
Assustadora, entra de rompante nas nossas íris.
Como que invade o nosso espaço
Numa ânsia de se impôr, de marcar terreno.
A mesma Simone que por entre ambientes mais intimos se mostra mulher.
Simples e só - Simone.
O nome deixa de parecer o mesmo.
Uma antítese de personalidades.
Uma dualidade estranha.
É assim que eu vejo a Simone.
E assim que eu a imagino.
Uma mulher. Um ser humano.
Concordando com o que ouvi do Raul Solnado: Uma força da Natureza.
Uma Bandeira de Portugal.
Há pessoas pelas quais temos que esperar para se mostrarem.
Mas vale sempre a pena aguardar.
Vale, nem que seja pela própria espera.
Assustadora, entra de rompante nas nossas íris.
Como que invade o nosso espaço
Numa ânsia de se impôr, de marcar terreno.
A mesma Simone que por entre ambientes mais intimos se mostra mulher.
Simples e só - Simone.
O nome deixa de parecer o mesmo.
Uma antítese de personalidades.
Uma dualidade estranha.
É assim que eu vejo a Simone.
E assim que eu a imagino.
Uma mulher. Um ser humano.
Concordando com o que ouvi do Raul Solnado: Uma força da Natureza.
Uma Bandeira de Portugal.
Há pessoas pelas quais temos que esperar para se mostrarem.
Mas vale sempre a pena aguardar.
Vale, nem que seja pela própria espera.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
O prazer de recordar a vida que ainda não foi vivida
Deste contemplar o que resulta?
Tu que ainda não foste vivida – o que tens para mim?
Que pistas entregas? Que partes do enigma?
O corpo da imagem nasce da concepção da minha mente.
A beleza está sempre mais perto do que eu penso.
“Só há necessidade de agradecer quando há desconfiança”.
“ Só há necessidade de solicitar quando há falta de atenção”.
A mensagem ainda que clarificada continua por desvendar.
Tu que ainda não foste vivida – o que tens para mim?
Que pistas entregas? Que partes do enigma?
O corpo da imagem nasce da concepção da minha mente.
A beleza está sempre mais perto do que eu penso.
“Só há necessidade de agradecer quando há desconfiança”.
“ Só há necessidade de solicitar quando há falta de atenção”.
A mensagem ainda que clarificada continua por desvendar.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Atrás do balcão
Olhei para o homem.
Ali estava ele, atrás do balcão.
Numa azáfama louca, num emprego desconcertante.
Outrora um ser vivo, outrora uma criança.
Agora um homem que definha,
Que empobrece.
Que apodrece.
Ali, atrás do balcão.
Não te deixes morrer.
Para morrer já bastam as células.
Não deixes morrer a alma também.
Quando é que foi a primeira vez que fizeste uma coisa sabendo que era a última vez?
Aprende a dar valor ao que fazes.
Aprende a fazer o que dás valor.
Ali estava ele, atrás do balcão.
Numa azáfama louca, num emprego desconcertante.
Outrora um ser vivo, outrora uma criança.
Agora um homem que definha,
Que empobrece.
Que apodrece.
Ali, atrás do balcão.
Não te deixes morrer.
Para morrer já bastam as células.
Não deixes morrer a alma também.
Quando é que foi a primeira vez que fizeste uma coisa sabendo que era a última vez?
Aprende a dar valor ao que fazes.
Aprende a fazer o que dás valor.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Viragem para bom-porto
A vida é tanto mais bela quantos forem os simbolismos e rituais que encontrarmos dentro de nós próprios - São o nosso porto-seguro.
Passados os 100 posts aqui faço a viragem ou melhor, o acto de contrição sobre o que de mais recôndito existe na essência de criação deste blog.
- Confesso e expurgo a vaidade.
- Confesso e exorciso a aspiração a "opinion-maker".
Agora sei que a minha busca procura o que fazer sem nada parecer fazer:
Apenas porque resulta do gozo, da intuição, da minha natureza em acção espontânea - Rumo à riqueza fisica e espiritual.
Devo vestir-me de humildade.
Nunca houveram líderes de pensamento a pensar que o podiam ser.
Não é aí que está o Santo Graal.
Por vezes há alguns aprendizes:
Humildes,
Desconhecedores da sua existência.
E Cientes dessa mesma exitência.
E é assim que no seu discurso encontramos as verdades que existem em nós.
Sei que existo EU: a consciência de mim próprio.
Sei que existe o cérebro - máquina processadora de milhoes de inputs por segundo.
Nestes 3 milhoes de inputs por segundo estão as pistas para o que EU necessito.
A formação cria os filtros de informação.
A informação filtrada molda o nosso cérebro.
Há que aprender a remover os filtros quando é necessário.
Na verdade não é para ficamos mais atentos.
É para apenas tiramos os óculos de vez em quando.
Pergunta:
Quando vês o pescador a lançar a cana de pesca, olhas para o isco que vai no ar ou para o pescador que o lançou?
Passados os 100 posts aqui faço a viragem ou melhor, o acto de contrição sobre o que de mais recôndito existe na essência de criação deste blog.
- Confesso e expurgo a vaidade.
- Confesso e exorciso a aspiração a "opinion-maker".
Agora sei que a minha busca procura o que fazer sem nada parecer fazer:
Apenas porque resulta do gozo, da intuição, da minha natureza em acção espontânea - Rumo à riqueza fisica e espiritual.
Devo vestir-me de humildade.
Nunca houveram líderes de pensamento a pensar que o podiam ser.
Não é aí que está o Santo Graal.
Por vezes há alguns aprendizes:
Humildes,
Desconhecedores da sua existência.
E Cientes dessa mesma exitência.
E é assim que no seu discurso encontramos as verdades que existem em nós.
Sei que existo EU: a consciência de mim próprio.
Sei que existe o cérebro - máquina processadora de milhoes de inputs por segundo.
Nestes 3 milhoes de inputs por segundo estão as pistas para o que EU necessito.
A formação cria os filtros de informação.
A informação filtrada molda o nosso cérebro.
Há que aprender a remover os filtros quando é necessário.
Na verdade não é para ficamos mais atentos.
É para apenas tiramos os óculos de vez em quando.
Pergunta:
Quando vês o pescador a lançar a cana de pesca, olhas para o isco que vai no ar ou para o pescador que o lançou?
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Conexão momentânea
Sentes o Mundo a mover mais lentamente
Observas pessoas a dialogar sem palavras,
Gesticulando sem nada dizer
Ventos ocos no espaço intermédio
Tudo é relativo
O que fazem, porque fazem e
o que não fazem, o que insistem em esquecer.
O vazio ensurdecedor dentro da multidão
Observas pessoas a dialogar sem palavras,
Gesticulando sem nada dizer
Ventos ocos no espaço intermédio
Tudo é relativo
O que fazem, porque fazem e
o que não fazem, o que insistem em esquecer.
O vazio ensurdecedor dentro da multidão
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Aniversário do Centésimo Post
Para comemorar o meu centésimo Post, vou partilhar contigo estas páginas, renascidas de um baú de família, e que nos transportam de volta à idade da inocência:



Faz bem lembrar-me de mim.
De quem fui em criança.
Perceber o quão simples é a vida na cabeça de uma criança.
Perceber o quão complicada por vezes pretendemos transformar, a vida dos nossos filhos.
Basta contar-lhes a verdade.
Basta sermos verdadeiros.
Para com eles e acima de tudo para com nós próprios.



Faz bem lembrar-me de mim.
De quem fui em criança.
Perceber o quão simples é a vida na cabeça de uma criança.
Perceber o quão complicada por vezes pretendemos transformar, a vida dos nossos filhos.
Basta contar-lhes a verdade.
Basta sermos verdadeiros.
Para com eles e acima de tudo para com nós próprios.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Matrioska de máscaras
A grande recompensa da interacção entre pessoas resulta do catalizar o que de bom as pessoas têm dentro de si.
Ajudá-las a descascar as máscaras que as sufocam.
Vê-las crescer e desabrochar.
E quando a pérola surge, resplandecente, eis a nossa recompensa:
A oportunidade de aprender.
Make the perls blossom and learn with them.
Ajudá-las a descascar as máscaras que as sufocam.
Vê-las crescer e desabrochar.
E quando a pérola surge, resplandecente, eis a nossa recompensa:
A oportunidade de aprender.
Make the perls blossom and learn with them.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Dar valor aos mais novos
Quando um homem chega aos 70 anos invariavelmente pensa:
"Há que dar valor aos mais novos".
Este chavão decorre, na minha opinião da visão envelhecida das pessoas nessa idade.
Simplesmente porque sou velho, tenho agora que dar oportunidade a quem está na força da vida.
Discordo desta postura por duas razões:
1) As pessoas têm valor sempre, especialmente quando são velhas (entenda-se vividas)
2) As oportunidades devem ser dadas sempre a quem as quiser agarrar.
Há que dar valor aos outros sempre e não apenas quando somos velhos.
Já agora:
Isso da morte, é só mais um desafio.
Dos grandes, é certo, mas não deixa de ser um desafio.
"Há que dar valor aos mais novos".
Este chavão decorre, na minha opinião da visão envelhecida das pessoas nessa idade.
Simplesmente porque sou velho, tenho agora que dar oportunidade a quem está na força da vida.
Discordo desta postura por duas razões:
1) As pessoas têm valor sempre, especialmente quando são velhas (entenda-se vividas)
2) As oportunidades devem ser dadas sempre a quem as quiser agarrar.
Há que dar valor aos outros sempre e não apenas quando somos velhos.
Já agora:
Isso da morte, é só mais um desafio.
Dos grandes, é certo, mas não deixa de ser um desafio.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Visão
A dependência da visão é em regra geral tal,
que condiciona a forma como nos posicionamos perante o Mundo.
A forma como nos concretizamos, agimos e relacionamos.
E é esta relação que condiciona a nossa evolução.
Coloca-te na pele de um invisual de nascença.
Imagina que te é oferecida a dádiva da visão.
Tudo muda.
O impacto é dantesco.
Agora supõe que de repente adquires um novo sentido - Uma nova percepção sensorial para além dos teus 5 sentidos.
Imagina essa sensação.
Imagina os impactos.
As tuas leituras e deduções alteram-se.
Tudo é colocado em causa.
É um tsunami a lavar a tua mente.
E depois volta a ti.
Volta a ser quem és e vê como somos cegos à procura da visão.
que condiciona a forma como nos posicionamos perante o Mundo.
A forma como nos concretizamos, agimos e relacionamos.
E é esta relação que condiciona a nossa evolução.
Coloca-te na pele de um invisual de nascença.
Imagina que te é oferecida a dádiva da visão.
Tudo muda.
O impacto é dantesco.
Agora supõe que de repente adquires um novo sentido - Uma nova percepção sensorial para além dos teus 5 sentidos.
Imagina essa sensação.
Imagina os impactos.
As tuas leituras e deduções alteram-se.
Tudo é colocado em causa.
É um tsunami a lavar a tua mente.
E depois volta a ti.
Volta a ser quem és e vê como somos cegos à procura da visão.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
A felicidade incomoda
É impressionante constatar que a felicidade incomoda.
Não podemos estar felizes.
Não podemos encarar os "azares" com um sorriso nos lábios.
Porque simplesmente irrita - Incomoda quem está ao nosso lado.
Não pela nossa vontade de os importunar,
mas sim pela vontade do próximo não querer ser feliz.
Quase que é considerado incompreensível, talvez insane.
A possibilidade de alguém ser feliz quando todos somos tristes.
Tem que haver uma explicação rebuscada. Tem que haver uma solução que não é contada a toda a gente e por isso, vamos condená-lo.
Afinal é tudo tão simples.
O que são os problemas, os azares, os infortúnios?
Nada mais do que novos desafios à nossa evolução.
Por isso, não há nenhuma razão para condenarmos alguém que quer ser feliz.
E se em última análise quisermos condenar alguém, só devemos condenar a nós próprios.
Pela nossa inércia.
Mas há sempre solução.
Ser feliz.
Não podemos estar felizes.
Não podemos encarar os "azares" com um sorriso nos lábios.
Porque simplesmente irrita - Incomoda quem está ao nosso lado.
Não pela nossa vontade de os importunar,
mas sim pela vontade do próximo não querer ser feliz.
Quase que é considerado incompreensível, talvez insane.
A possibilidade de alguém ser feliz quando todos somos tristes.
Tem que haver uma explicação rebuscada. Tem que haver uma solução que não é contada a toda a gente e por isso, vamos condená-lo.
Afinal é tudo tão simples.
O que são os problemas, os azares, os infortúnios?
Nada mais do que novos desafios à nossa evolução.
Por isso, não há nenhuma razão para condenarmos alguém que quer ser feliz.
E se em última análise quisermos condenar alguém, só devemos condenar a nós próprios.
Pela nossa inércia.
Mas há sempre solução.
Ser feliz.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Plataforma flutuante
É incontornável fugir à velha questão - o que fazemos cá.
Porque o fazemos e porque estamos cá.
Honestamente não sei.
Questiono-me porquê.
Nunca haverão provas.
Existe fé e existe energia e isso observa-se.
Podemos ver o movimento gerado.
No movimento podemos acreditar. Ele existe.
O que somos agora é diferente do que éramos há pouco. Sempre.
Somos geradores de mudança.
Mudar o quê? O Mundo? ou o que há dentro de nós?
A vida é mesmo um palco.
Julgo que o que Epicuro (filósofo grego)queria dizer no fundo é que nada é mais gratificante do que a oportunidade de viver.
Viver nesta plataforma flutuante a que se chama Terra.
Quais as sensações que queremos transmitir ao público? E o que queremos obter de volta?
As sensações são sempre os dados.
Os pensamentos são só a interpretação lógica.
E há sensações para as quais não há lógica.
Para as quais não conseguimos aplicar a nossa análise.
Apenas sabemos que é certo.
Porque o fazemos e porque estamos cá.
Honestamente não sei.
Questiono-me porquê.
Nunca haverão provas.
Existe fé e existe energia e isso observa-se.
Podemos ver o movimento gerado.
No movimento podemos acreditar. Ele existe.
O que somos agora é diferente do que éramos há pouco. Sempre.
Somos geradores de mudança.
Mudar o quê? O Mundo? ou o que há dentro de nós?
A vida é mesmo um palco.
Julgo que o que Epicuro (filósofo grego)queria dizer no fundo é que nada é mais gratificante do que a oportunidade de viver.
Viver nesta plataforma flutuante a que se chama Terra.
Quais as sensações que queremos transmitir ao público? E o que queremos obter de volta?
As sensações são sempre os dados.
Os pensamentos são só a interpretação lógica.
E há sensações para as quais não há lógica.
Para as quais não conseguimos aplicar a nossa análise.
Apenas sabemos que é certo.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
< Mensagem do autor >
Agora estou aqui.
(e migrei todos os posts anteriores para esta nova morada)
Antigamente estava em:
http://tigermountain1.blogspot.com
(e migrei todos os posts anteriores para esta nova morada)
Antigamente estava em:
http://tigermountain1.blogspot.com
A surpresa do Agora
Imagina que podias prever o futuro.
Podias simplesmente cair ao erro de perder a consideração pelas pessoas que te rodeiam.
Perder o respeito por elas.
Como que seriam marionetas de um plano já conhecido.
Perder-se-ia o encanto da surpresa,
o desenlace do inesperado,
o reconhecimento do génio criativo que há em cada um de nós.
A chuva de surpresas positivas leva-nos a ser audazes.
A atrevermo-nos a criar.
Ao ver a Verdade e a Beleza do ser humano
tornamo-nos nós próprios na Verdade e na Beleza.
A profundidade do olhares vividos - indescritível.
Observa.
No bronco está a a mão que ajuda.
Na fútil está a confidente.
No prepotente está a criança.
E neles estás tu.
A inocência da criança é bela porque ela vive o que conhece - a alegria.
E é isso que ela reflete, naturalmente.
É certo que tu já conheceste tristezas e desilusões.
Mas isso são só diferentes cores do arco-íris.
A luz tem 7 cores e tu só vês a cor que reflete.
E se eu te dissesse que a tua visão é feita de luz?
Dependendo da forma como trabalhas o reflexo, a tua vida florescerá.
Podias simplesmente cair ao erro de perder a consideração pelas pessoas que te rodeiam.
Perder o respeito por elas.
Como que seriam marionetas de um plano já conhecido.
Perder-se-ia o encanto da surpresa,
o desenlace do inesperado,
o reconhecimento do génio criativo que há em cada um de nós.
A chuva de surpresas positivas leva-nos a ser audazes.
A atrevermo-nos a criar.
Ao ver a Verdade e a Beleza do ser humano
tornamo-nos nós próprios na Verdade e na Beleza.
A profundidade do olhares vividos - indescritível.
Observa.
No bronco está a a mão que ajuda.
Na fútil está a confidente.
No prepotente está a criança.
E neles estás tu.
A inocência da criança é bela porque ela vive o que conhece - a alegria.
E é isso que ela reflete, naturalmente.
É certo que tu já conheceste tristezas e desilusões.
Mas isso são só diferentes cores do arco-íris.
A luz tem 7 cores e tu só vês a cor que reflete.
E se eu te dissesse que a tua visão é feita de luz?
Dependendo da forma como trabalhas o reflexo, a tua vida florescerá.
Obrigado
Porque há quem não pode comer,
Porque há quem não pode beber,
Porque há quem não pode chorar,
Porque há quem não pode amar,
Porque há quem simplesmente Não Pode.
E Eu posso.
Eu posso criar, desfrutar e respirar.
A minha vida é fantástica.
Obrigado.
Porque há quem não pode beber,
Porque há quem não pode chorar,
Porque há quem não pode amar,
Porque há quem simplesmente Não Pode.
E Eu posso.
Eu posso criar, desfrutar e respirar.
A minha vida é fantástica.
Obrigado.
Porquê
A questão nasce do espírito construtivo.
Da inteligência, da capacidade de mudar e de construir.
Six-Sigma, kai-zen.
Por vezes apetece sacudir as mãos e soltar-me destas teias
Destas amarras, destes múltiplos caminhos de pedras.
No fundo tudo é bem mais simples.
Somos quem somos porque sempre quisémos mais – está no sangue.
Sou eu neste momento - Quero mais.
Viver sem arrependimentos - O arrependimento é filho do passado.
Da inteligência, da capacidade de mudar e de construir.
Six-Sigma, kai-zen.
Por vezes apetece sacudir as mãos e soltar-me destas teias
Destas amarras, destes múltiplos caminhos de pedras.
No fundo tudo é bem mais simples.
Somos quem somos porque sempre quisémos mais – está no sangue.
Sou eu neste momento - Quero mais.
Viver sem arrependimentos - O arrependimento é filho do passado.
O romantismo da vida simples
No restaurante, os olhares francos de um homem recto.
Os valores - a beleza da simplicidade humana, quando se consegue.
Do outro lado, um casal.
Cruzei-me com eles à saída.
Ela seguia de mão dada à filha e ao lado do seu marido.
Trocámos olhares - Porventura sentiu uma atracção, um desejo.
E naquele momento como que correu para os braços do seu marido.
Delicadamente aproximou-se.
Percorreu-lhe as costas com as suas mãos delicadas e por fim abraçou-o.
Foi como se o seu inconsciente se tivesse insurgido e a relembrou do quanto ela ama o seu marido - E ela sentiu isso, no seu âmago.
Naquela fracção de segundo, talvez não se tenha lembrado conscientemente de todos os bons momentos, de todos os sorrisos trocados, mas sentiu-o claramente.
E foi esse receio momentâneo de poder perder tudo por uma paixoneta fútil que a fez correr para os braços do seu marido.
Ele, surpreso com o abraço, beijou-a.
Mas não viu o amor que ela lhe trazia nos lábios.
Os valores - a beleza da simplicidade humana, quando se consegue.
Do outro lado, um casal.
Cruzei-me com eles à saída.
Ela seguia de mão dada à filha e ao lado do seu marido.
Trocámos olhares - Porventura sentiu uma atracção, um desejo.
E naquele momento como que correu para os braços do seu marido.
Delicadamente aproximou-se.
Percorreu-lhe as costas com as suas mãos delicadas e por fim abraçou-o.
Foi como se o seu inconsciente se tivesse insurgido e a relembrou do quanto ela ama o seu marido - E ela sentiu isso, no seu âmago.
Naquela fracção de segundo, talvez não se tenha lembrado conscientemente de todos os bons momentos, de todos os sorrisos trocados, mas sentiu-o claramente.
E foi esse receio momentâneo de poder perder tudo por uma paixoneta fútil que a fez correr para os braços do seu marido.
Ele, surpreso com o abraço, beijou-a.
Mas não viu o amor que ela lhe trazia nos lábios.
Fora da esfera
Por vezes, és capaz de te concentrar, de te dexares absorver.
De tal maneira, com tal vontade,
que vives a vida dos outros, não a tua.
Estás fora da esfera.
Significa que já não tens arrepios.
Já nada te dói a não ser a tua alma.
Vives nos outros, pelos outros.
Nas revistas, nos jornais e nas fotos.
Supões diálogos - Imaginas conquistas.
Talvez para aprenderes com os outros...
No entanto, o que os outros aprendem é o que lhes faz falta.
A eles... não a ti.
Incorpora a tua existência.
Sê como a Cobra - muda de pele.
Mas tem o cuidado de vestir sempre a tua.
A que te fica bem - a que te faz falta.
Nunca há coincidências - há apenas momentos em que estás mais atento.
E tudo acontece dentro da tua esfera.
Os sentimento das pessoas são as cores da tua paleta.
Tu és o pintor da esfera.
De tal maneira, com tal vontade,
que vives a vida dos outros, não a tua.
Estás fora da esfera.
Significa que já não tens arrepios.
Já nada te dói a não ser a tua alma.
Vives nos outros, pelos outros.
Nas revistas, nos jornais e nas fotos.
Supões diálogos - Imaginas conquistas.
Talvez para aprenderes com os outros...
No entanto, o que os outros aprendem é o que lhes faz falta.
A eles... não a ti.
Incorpora a tua existência.
Sê como a Cobra - muda de pele.
Mas tem o cuidado de vestir sempre a tua.
A que te fica bem - a que te faz falta.
Nunca há coincidências - há apenas momentos em que estás mais atento.
E tudo acontece dentro da tua esfera.
Os sentimento das pessoas são as cores da tua paleta.
Tu és o pintor da esfera.
Teoria dos enxames
Face ao que foi publicado este mês na revista da National Geographic, sinto-me compelido a juntar os meus comentários a um tema que considero muito interessante:
A teoria dos enxames.
Formigas, abelhas, estorninhos, gnus e gafanhotos - autênticos casos de sucesso.
Este artigo fala das valências deste fenómeno que tem sido apurado ao longo de milhares de anos.
E para mim é óbvio que o ser humano não deixa de ser um animal embora haja quem se sinta a viver num plano diferente.
Pois este artigo cataliza a minha reflexão sobre a natureza humana.
Como é que esta teoria se encaixa no ser humano? Multidões em pânico são um exemplo paradigmático.
O pavor de quem foge de um World Trade Center em chamas está patente também nos olhos dos gnus que desesperadamente tentam subir escarpas para escapar ao rio de crocodilos.
O problema é que a mensagem que transmitimos ao próximo não é sempre a verdadeira e o individualismo faz com que percamos toda esta valência de pertencer a uma tribo.
"Quem conta um conto acrescenta um ponto".
A vaidade - Esse erro fundamental. Esse factor primário que coloca em causa a objectividade dos factos. Que deturpa a realidade.
E o que acontece é que essa realidade uma vez distorcida é potenciada e afasta-nos da melhor solução para o grupo.
Tal como se diz na NG, a inteligência colectiva só resulta se cada membro a título individual for responsável e autónomo, tomando as suas próprias decisões e segundo os mesmos padrões de objectividade.
O problema do ser humano é que a vaidade gera desiquilíbrios.
Provoca injustiças.
Depois há quem deixe de pensar, numa atitude de total preguiça e desconsideração pelo seu próprio bem estar.
Não entendem que no momento em que morrem para o grupo morrem para eles mesmos.
Curioso é também saber que existem linhas de pensamento denominadas "alternativas" como são os exemplos das publicações Louise Hay ou até mesmo o mais recente livro da berra "The Secret" onde as mensagens apontam para o mesmo que a teoria dos enxames.
E estas semelhanças são simplesmente fantásticas! Esta mensagem comum em extremos tão opostos.
"Criamos a nossa realidade" e "Somos espelhos uns dos outros" são mensagens comuns neste tipo de linhas de pensamento.
Tal como nos enxames, é importante o contributo activo de cada participante e se decidirmos ser felizes no nosso grupo, estamos a contribuir para o sucesso, prosperidade e felicidade do mesmo.
E é aqui que surge a criação da nossa realidade.
Tornamo-nos activos.
E tornamos a vida melhor para o grupo.
Seja o casal, a família, a empresa, a comunidade, o Mundo.
A teoria dos enxames.
Formigas, abelhas, estorninhos, gnus e gafanhotos - autênticos casos de sucesso.
Este artigo fala das valências deste fenómeno que tem sido apurado ao longo de milhares de anos.
E para mim é óbvio que o ser humano não deixa de ser um animal embora haja quem se sinta a viver num plano diferente.
Pois este artigo cataliza a minha reflexão sobre a natureza humana.
Como é que esta teoria se encaixa no ser humano? Multidões em pânico são um exemplo paradigmático.
O pavor de quem foge de um World Trade Center em chamas está patente também nos olhos dos gnus que desesperadamente tentam subir escarpas para escapar ao rio de crocodilos.
O problema é que a mensagem que transmitimos ao próximo não é sempre a verdadeira e o individualismo faz com que percamos toda esta valência de pertencer a uma tribo.
"Quem conta um conto acrescenta um ponto".
A vaidade - Esse erro fundamental. Esse factor primário que coloca em causa a objectividade dos factos. Que deturpa a realidade.
E o que acontece é que essa realidade uma vez distorcida é potenciada e afasta-nos da melhor solução para o grupo.
Tal como se diz na NG, a inteligência colectiva só resulta se cada membro a título individual for responsável e autónomo, tomando as suas próprias decisões e segundo os mesmos padrões de objectividade.
O problema do ser humano é que a vaidade gera desiquilíbrios.
Provoca injustiças.
Depois há quem deixe de pensar, numa atitude de total preguiça e desconsideração pelo seu próprio bem estar.
Não entendem que no momento em que morrem para o grupo morrem para eles mesmos.
Curioso é também saber que existem linhas de pensamento denominadas "alternativas" como são os exemplos das publicações Louise Hay ou até mesmo o mais recente livro da berra "The Secret" onde as mensagens apontam para o mesmo que a teoria dos enxames.
E estas semelhanças são simplesmente fantásticas! Esta mensagem comum em extremos tão opostos.
"Criamos a nossa realidade" e "Somos espelhos uns dos outros" são mensagens comuns neste tipo de linhas de pensamento.
Tal como nos enxames, é importante o contributo activo de cada participante e se decidirmos ser felizes no nosso grupo, estamos a contribuir para o sucesso, prosperidade e felicidade do mesmo.
E é aqui que surge a criação da nossa realidade.
Tornamo-nos activos.
E tornamos a vida melhor para o grupo.
Seja o casal, a família, a empresa, a comunidade, o Mundo.
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