Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Jogo de sombras
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Com a verdade te enganas
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
08/08/18
Os sinos estão a tocar.
Lentamente vou descongelando os sentidos.
Cumprida que está a etapa, é hora de acordar.
É tempo de avançar.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Dare to be lonely
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
És trutura
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Nascimento
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Sorriso no rosto
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Silêncio de ouro
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Inspiração
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Yi
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
O bom Pescador
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Brincando com o fogo
terça-feira, 24 de maio de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Bipolaridade
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Escrever torto por linhas direitas
terça-feira, 1 de março de 2016
Vôo largo
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Cruise control
A natureza das coisas
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Crónica de um reencontro por acontecer
Escuta ativa
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Nostalgia do tempo presente
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Conexão
Tal como quando observo um estereograma,
É assim que me sinto quando estás por perto.
Quase que vejo, mas não vejo.
Quase que estou, mas não estou.
Uma sensação de trapezista sobre corda bamba.
Num ligar quase desligado.
Num desligado, afinal vivo.
Corro para apagar o som e baixar as luzes.
Porque é isto que eu tenho que estudar.
Vou aprendendo aos poucos a ignorar interferências
e a tomar atenção aos pequenos sinais subtis que me deixas no canto do olho.
De tempos a tempos, lá estás tu.
Como que a desafiar.
Como que a arrepiar.
Tu que afinal sou Eu, do outro lado.
Do suposto inconsciente.
Posso ignorar ou posso ouvir.
Se ignorar, vou arrepender-me de nunca ter ouvido.
Se ouvir, vou arrepender não ter ignorado.
Não são vozes do além.
São vozes de dentro, da intuição.
Do que sabemos, sem saber saber.
São as palavras que trazem-nos conforto e alegria.
e que preenchem a nossa alma com a luz do Sol que ilumina a nossa Montanha.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Guardanapos usados
Tal como é costume sempre que se encontra alguém de outra nacionalidade, a conversa foi parar às palavras e às formas como as coisas se dizem.
Descobri uma em particular, que dita em Brasileiro é muito má, e que em Portugal não significa rigorosamente nada.
A questão já se me tinha levantado anteriormente quando vim a saber que entre países escandinavos existem palavras que embora sendo iguais, significam coisas completamente distintas, e por isso é preciso ter muito cuidado.
Neste caso particular, a minha atenção prendeu-se com o facto de haver um som, um conjunto de vocalizações ou sopros, letras ou sílabas que a mim não dizem rigorosamente nada e a outra pessoa dizem muita coisa – neste caso, coisas más.
Senti-me como uma criança que descobre a sua primeira asneira.
A sua primeira pedra para arremessar.
Para fazer doer,
sem ter que bater.
Num primeiro instante a reação é a de incompreensão e estranheza.
Mas a verdade é que nessa palavra estão carregados sentimentos e experiências, impressos por toda uma cultura, por toda uma multidão que nela canalizaram a sua vivência.
Um verdadeiro balde de lixo para onde se deitam os restos.
Sou da opinião que nunca se deve atirar lixo às pessoas.
Canas de pesca talvez, mas nunca lixo.
Há sempre aqueles que dizem que ao utilizá-las não é verdade lixo, mas sim algo reciclado, diferente.
Que não é por mal,
E que afinal é só uma forma de dizer.
Não deixa de ser lixo e sendo lixo, cheira sempre mal.
Limpar a boca a um guardanapo usado saberá sempre a isso,
A Guardanapo usado.
A amargo de boca.
Lava os dentes e verás como não necessitas de guardanapos usados.
O cheiro da pasta dos dentes faz-se sempre respeitar.
Acende a fogueira
Olha para dentro.
Encontra o veio principal.
A raíz, a coluna vertebral.
Respira.
Como um fervilhar crescente,
O arrepio percorre-te o corpo.
Tal como a música que mexe contigo, sentes-te pronto a correr.
É o fervor a subir de tom.
A adrenalina de um novo começo, uma nova esperança.
Tu sabes,
Como ativar.
Como catapultar o ânimo,
Como motivar.
Arrancar.
É a altura de sair das boxes e disparar, de volta à estrada.
F1 a derrapar no arranque,
1ª, 2ª, 3ª, 4ª a fundo.
A rasgar alcatrão.
Tudo passa a relativo,
Tudo o que importa é o que está ali mesmo à tua frente.
Ao teu alcance.
























