segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Fora da mãe

“Estás fora da mãe”

 

“Fora da mãe” de forma inconsciente significa simplesmente estar “fora de si”.

“Fora da mãe” de forma consciente é por outro lado, assumir-se enraizado, inteiro e estóico, 

Capaz de assumir certezas perante maiorias.


Tal qual bebé nascido para fora da sua mãe, o Homem adulto quer-se assumido “Fora da mãe” como sinal de maturidade, auto-conhecimento e visão.



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Private


Uma "Private" é um conhecimento comum,
Uma piada, um acordo.

Um código secreto pré-definido.
Uma cumplicidade, um alinhamento.

Basta um gesto, uma palavra, um som ou uma imagem como esta (também ela uma Private),
para gerar sintonia.
Um sinal apenas, que pode causar sorrisos,
Reconhecimentos.
Um pequeno "touché".
Uma Private é, plataforma de entendimento,
Uma Private é, pedaço de Amizade,
fonte de Alegria.

Missão


O Sol aquece-me os olhos,
A música enche-me a alma,
A velocidade abranda-me o tempo,
e eu penso para comigo, neste preciso momento:

- De que forma posso concretizar este sentimento de Missão?




domingo, 6 de outubro de 2013

Até já

A minha avó deixou-nos há não sei...2 anos?
Lembrei-me hoje dela e de algumas das suas expressões.

É curioso como a sua voz ecoa dentro do meu cérebro como se ela estivesse aqui ao lado a proferi-las, agora mesmo. 
Já assim era antes de ela ter morrido. Não sei explicar o porquê destes ecos. Pedaços de frases que guardei e consigo reproduzir na minha mente como se fosse um gravador áudio.

Nos últimos meses da sua vida não estive particularmente presente.
Estive qb, tal como sempre estive. qb.
Mas sinto carinho. Por aquilo que trocámos. Pelas experiências. 

Foi bom ter sabido com antecedência que quando a fui visitar pela ultima vez, seria a última vez.
Simplesmente sabia, apesar de nada indicar que estaria de partida. Por isso levei comigo os meus filhos. Para dizermos adeus:

Estavas bem disposta. 
Riste-te mais uma vez daquela tua forma tão característica, tal qual como guardo dentro das minhas memórias. Um riso desafinado por entre dentes cerrados. A tua gargalhada engraçada.

Ao sair, olhei-te nos olhos, apertei as tuas mãos nas minhas e disse-te "Até já".
Nunca saberei se também soubeste que era a última vez. Gostava de ter sabido mas isso são conversas que infelizmente não se têm... em vez disso, adivinham-se..


Foi assim que vivi a sua partida e é assim que me lembro desta pessoa que faz parte do que sou.
No caso do meu avô não foi assim. Eu era bem mais novo e percebi o que tinha acontecido ao escutar ao longe a conversa da minha mãe ao telefone. Foi bem mais doloroso. Mais difícil de descrever.

Por isso, optei por expôr este pequeno pedaço de mim, que na essência não há-de ser muito diferente do que acontece a tantas outras pessoas, apenas para dizer que é bom quando há espaço para a despedida adulta, consciente e sem dramatismos.

É só mais um passo, mais uma porta, que se quer transposta de forma rápida e indolor, tal como no nascimento. 

É apenas um "Até já".




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Jump

A vontade da descoberta nasce no mesmo leito da ânsia pelo conhecimento.

Abrir as janelas e deixar entrar ar fresco.
Procurar de forma consciente, num acto de libertação repleto de responsabilidade e intenção.

É querer ouvir mais histórias.
É aceitar que para que a descoberta ocorra será sempre necessário dar espaço à imprevisibilidade.

É confiar. 
No Mundo e em si próprio.

Saber bem no fundo, que o saldo será sempre positivo, porque o saldo é o sabor da tua Vida.



sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Vencedores

Uma vida conjunta não é algo que se recebe, mas sim que se conquista.

As dificuldades transformam-se em vitórias e os Bons momentos, nos respectivos troféus.

Vejo esta foto e só consigo pensar em 2 atletas de fundo, a festejar a vitória.


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Ondas da rádio

Alturas há em que parece que uma massa de ondas de rádio nos atravessa a todos, e nos influencia.

Um pouco como a gravidade da Lua. 
Uma invisibilidade presente que não altera apenas as marés de humor.

As ondas de rádio a que me refiro são como mensagens que atravessam multidões ou sub-grupos delas, e as suas mensagens materializam-se espontaneamente na linguagem individual e preferida de cada um, seja ela música, pintura, dança, escrita ou outra qualquer outra forma de comunicação ou concretização.

É por isso é que quando vemos uma pessoa A e outra pessoa B em sítios diferentes dizendo coisas iguais é como se tudo estivesse em sintonia. 
É aquela sensação de que todos nos estão a dizer algo. 
O fio condutor a que já me referi em posts anteriores.

Qualquer meio de broadcasting tem este efeito - a televisão é um exemplo disso.
Vemos o mesmo, aprendemos o mesmo e comentamos o mesmo mas, tal como dizia Einstein, não podemos depois esperar que sejamos assim tão diferentes.

Mas as ondas de rádio de que falo não são de televisão nem são provenientes de um qualquer agente controlador dos media.

Podia pensar que seria algo que desce sobre todos nós. muitas religiões assim o afirmam.
Mas, e se for algo que ascende de todos nós, como uma consciência colectiva?

Coluna de som ou microfone?
Ouvinte ou locutor?
Inconsciente ou consciente? 
Passivo ou activo?

De que lado da equação queres estar?

Águas paradas são sempre sinal de doença ou prenúncio de morte.
A vida nasce e habita no movimento, no desequilíbrio, por isso se quiseres fazer algo com a tua, ficar parado não me parece ser a solução.

Alinha nas ondas de rádio.
Sintoniza-te!







Inocência vs dormência

Muitas vezes me pergunto até onde devo tentar ir, em evitar expor os meus filhos à violência dos dias de hoje.

Até que idade esconderei eu as imagens como de Guantánamo, da Síria ou do Iémen?
E durante quando tempo devo doseá-las?
E com que critério?

Onde fica a linha que separa o isolamento, da dormência provocada por imagens constantes de violência e injustiça com que nos bombardeiam os media.

Informação quanto baste, diria eu.

Até determinada altura talvez seja útil tentar criar algum distanciamento do mundo real preenchendo-o com formaçao de carácter. 
É o período do fortalecimento da raiz num ambiente de preferência, calmo e tranquilo.

Para que quando chegue a idade de marcar a diferença, a confrontação do que é afinal a Humanidade crie a faísca necessária para a criança já com força de Homem, se afirme então de forma determinante para tornar este Mundo melhor.




quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Casa cheia de amigos

Já tinha saudades de te escrever.

Lembrei-me hoje de ti e pensei que, agora que já passaram as férias, estivesse na altura de retomarmos as nossas pequenas conversas. 
Ou pelo menos as minhas letras desafiando as tuas reflexões.

Hoje foi dia de estar presente no funeral do Pai de um amigo para dar algum reconforto (dentro do que está ao meu alcance), e foi dia também de honrar em ausência e com um sorriso, a partida de uma Mulher que tive o prazer de conhecer.
Um ser humano que tudo o que quis para si foi conseguir espalhar sorrisos - Beatriz Quintella.
Sei que preferiu simplesmente ir sem flores nem espectáculos, por isso apenas um sorriso basta para honrar a sua viagem.

Estas duas partidas fizeram-me pensar no que é que eu próprio sou como pessoa. 
Sou um conjunto de milhares de pequenos Universos, cada um com a sua mensagem para desvendar.

Tal como matrioskas, 
sou cápsulas dentro de cápsulas.
Camadas dentro de camadas.

E às camadas mais interiores é natural que aceda cada vez menos gente.
Algumas existirão apenas só para mim. Só Eu tenho a chave.
E nalgumas ainda nem sequer tentei abrir a porta.

O desafio de crescer é o desafio de saber e querer criar e descobrir novos jardins interiores, cada vez mais profundos e cheios de sentido, de significado, de corpo e conteúdo.

Ser sábio é ser capaz de manter viva esta semente de criação e em simultâneo abrir cada vez mais as portas, deixando entrar em nossa casa quem nos merece e também quem de nós mais necessita.

Haverão sempre divisões só nossas, mas a nossa casa é uma grande mansão em constante expansão.
Nunca houve razão para viver lá sozinho.




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Maestro de orquestra

Pára de te queixares que não há música na tua vida.
Está na hora de te questionares quantas vezes a Vida já te colocou o Piano à frente.

Para que na próxima vez que o Piano te seja apresentado, assumas-te como Maestro e não deixes que seja apenas mais uma última vez.



terça-feira, 6 de agosto de 2013

Terra de sementes

Terra fértil ou semente promissora? 

Ser semente significa ter a fé de partir ao sabor do vento, 
Significa crescer, aventurar.
Procurar Terra onde prosperar.

Ser Terra fértil significa consolidar, 
Significa força e poder à espera de se manifestar
Prosperar, no reflexo das sementes abraçadas.

Onde fica a água no meio de tudo isto? 
Como é que o milagre acontece?

A solução reside na tua intenção.




sábado, 3 de agosto de 2013

Terra dos sonhos

Vou agora para o outro lado de mim. 
Lentamente deixo-me embalar no cansaço e flutuo suavemente até ao outro lado do espelho.
O lado que me fala por metáforas, cores e imagens.
O lado lunar das ideias, anseios e emoções que coexistem em ambiente de gravidade zero.
Sem consequências, apenas pensamentos livres.

Estou curioso para saber o que tens hoje para mim, cara coroa da minha moeda.


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Estranha forma de empatia

Dizer que foi infeliz na escolha das palavras no momento de magoar alguém não é a mesma coisa do que pedir desculpa.

Pedir desculpa é sentir a dor do outro, fruto de uma acção inadvertida.
Dizer que foi infeliz na escolha de palavras é lamentar o incómodo pessoal resultante da dor infligida no próximo.

Por vezes a visão é de tal forma egocêntrica e há tanto tempo, que a capacidade inata de empatia com que se nasce, perde-se, talvez para sempre.


Pontes para o desconhecido

Negar a sua própria imperfeição é abraçar a solidão.
É preciso aceitar a vulnerabilidade para que se crie o espaço necessário para construir as pontes com o exterior.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dar a volta ao Mundo e voltar ao ponto de partida


7 mil milhões de seres humanos significam 7 mil milhões de diferentes vidas possíveis.

Partindo do pressuposto que não se escolhe a vida antes do nascimento, muitas dessas opções na verdade nunca te serão apresentadas, fruto do sítio onde nasceste e de quem são os teus progenitores. Ainda assim, as permutações possíveis à nascença são infinitas.

Se tomarmos como base a teoria dos multi-universos (https://en.wikipedia.org/wiki/Multiverse)
, cada opção tomada na nossa vida representaria o nascimento de um universo paralelo que seguiria o seu caminho.  A cada opção tomada, uma outra instância de ti partiria noutra direcção, numa vida autónoma, distinta daquela onde estás neste preciso momento.
No fundo, isto significaria que quanto mais opções tomadas, maior seria o número de vidas paralelas criadas.

Nesta perspectiva pergunto: Será que se optarmos por não decidir, transformamo-nos num figurante da instância de vida de uma outra pessoa?

Qual será então a diferença entre um clone nosso que faça parte da vida de outra pessoa, e um outro Eu, verdadeiro, numa vida em que tomamos o pulso?
Será que é a opção consciente que dita essa diferença?

Deambulações à parte, é inevitável a seguinte reflexão:
O que representa afinal a instância consciente dentro de ti que está neste momento a ler este texto?
Diria que é aquela cuja existência exige que não se desperdicem oportunidades.

Baralhando e tornando a dar, deixo apenas para reflexão a outra hipótese que deixei em aberto no início deste post que era a de termos a capacidade de escolhermos a nossa vida antes do nascimento.  O que mudaríamos então na nossa atitude nesta abordagem alternativa?

Por esta altura já deverás estar a pensar que tipo de medicamentos devo andar a tomar... :) :)

Tudo isto apenas para dizer que é crucial irmos ao volante da nossa vida, seja ela qual for, em que cenário for.



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Norte

Quando buscas orientação pede o mínimo indispensável, para que quando saibas para onde ir, tenhas tudo a que tens direito. 

Faz com que o Propósito seja o teu Norte no mar das indecisões.


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Amizade

Numa conversa franca e aberta não há espaço para mais nada senão a base de uma grande amizade.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Parte 2

Quando chegas ao cume de uma montanha de primeira, é o momento exacto para meteres a segunda.

Enquanto uns abrandam para descansar, tu aproveitas e disparas em dupla velocidade.
Fazes de lebre de ti próprio e cresces sobre o já atingido.

Assim distanciar-te-ás do pelotão.
Assim farás a diferença.

A celebração não é feita na meta mas sim na vertigem do caminho desbravado.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

DEcantador

De_Cantador,

De alguém que embala, que canta.

 

Decantador é também algo que ajuda a libertar o aroma do vinho novo,

Ou a separar os sedimentos de vinhos mais maduros.


Separar o que não presta, ou ajudar a realçar o que de melhor existe.

 

A cantar também acontece o mesmo, neste caso com o ser humano. 

Seja voz boa ou má,

forte ou baixa,

Quem canta, executa em si um acto de libertação,

 

Aplica-lhe a respiração abdominal,

Mexe nas emoções. 

Nas suas e nas dos outros.

 

E isto, a meu ver, é decantar o espírito.



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Paixão

Por entre olhares e palavras não escutadas, 
Dizes-me o que te vai na alma.
E eu escuto o teu querer.

Raízes do mesmo coração, da mesma água e da mesma terra, 
Respiramos o mesmo ar, o mesmo calor.

Somos um apenas.

Apenas e Tanto.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Pronto, já estou Pronto!


Há viagens que surgem do nada, e outras que são planeadas à exaustao.

Mas também as há, preparadas, planeadas, mas que não há maneira de começarem.
Em que todos os preparativos são cumpridos e nada acontece.

Navios que ficam no porto.
Águias que nunca largaram o ninho.

São as alturas em que julgamos que mais nada há a dizer e que...Pronto, já está tudo. 
Já estamos à espera, à escuta. 
"Venha ela!"

...mas ela não vem...

É como se estivéssemos largados numa ilha deserta, preparando o dia em que o navio nos vem buscar, 
Já arrumámos a barraca, juntámos os trapos, penteamos o cabelo e agora já só faltava mesmo era o navio aparecer,

Mas não há meios de surgir...

Talvez porque ainda não estávamos prontos e por isso ainda era cedo para vir, e sentimos que temos a oportunidade divina para arrumar o que afinal ainda faltava.

Arrumamos mais uma folha de palmeira e endireitamos um último coco desalinhado.
E ficamos a olhar o horizonte, na esperança de um sinal de fumo.

Nada!
Nem um Sinal.

Sofremos, choramos, imploramos.
Gritamos enraivecidos "Porquê!!"
..E desistimos. 

Soltamos um ultimo suspiro vestido de nada e entregamos-nos ao destino.
Morremos.

Depois de fartos de todo este teatro damos por nós a brincar com grãos de areia, esquecidos de tudo e de todos. Esquecidos de nós próprios.

E é aí que fazemos o clique: O Sinal era não haver sinal!

Depois de despidos de expectativas e de ideias pré-concebidas, finalmente entendemos que 
Se estou Pronto, devo arrancar!

Soltar amarras. 
Tudo o que havia para fazer já está feito. 

Ninguém vem-te buscar. Tens que ser tu a ir à procura.
Se já estás pronto, estás pronto para partir. 

Tu és o Sinal.
O que custa chama-se medo.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Flow

O tempo marcado no relógio, aparenta viver separado em milhares de pequenos pedaços. 
Horas, minutos, segundos...

Intervalos maiores ou mais pequenos supostamente constituem aquilo que se sugere ser uma soma de amostragens discretas. Uma amálgama caótica de experiências soltas.

Tal como no rio, o tempo não é um conjunto de gotas de água perdidas.

O rio, ou neste caso o tempo, é um só.

Preencher os intervalos com a substância que tudo cola, que tudo sara, e que faz com que tudo faça sentido, permite-nos alcançar que todos esses pequenos pedaços de desnorte são na verdade um contínuo de significado.

Encontramos o fio condutor.

Entendemos finalmente o que significa estar acompanhado.
Sentimos presença.
Criamos plenitude.

Aprendemos a Estar,
Talvez de forma diferente.
Porventura mais presente.

Com mais presentes.


Amazónia

Ao chegar perto de ti, gritaste comigo.
Gritaste como um trovão, mas silencioso.
Com uma tranquilidade aterradora.
Uma quietude inquietante.

Pediste-me que me calasse.
Que deixasse o dia para trás.
Que o esquecesse.

Disseste-me para acordar.
Para abrir os olhos e Ver.

Ofereceste-te a mim.

Fitaste-me nos olhos e em vez de mostrares o teu Sol, entregaste frescura e afecto.
Presenteaste-me com um indescritível anoitecer seguro.

Apenas um ou outro pássaro se ouvia ao longe, num chilrear mais distraído.
Até que tudo se calou.
Como se de uma orquestra se tratasse, alinhando-se e aguardando pelo seu Maestro.

E eu, deixei-me estar, 
imóvel, 
pronto, 
atento, 
à escuta.

No meio do silêncio surgiram finalmente por entre as copas, como que Deuses pairando por entre as nuvens, pequenos rasgos de inspiração. 
Pedaços de vida que inspirados, me trouxeram a mim, à minha terra, ao meu ser.

Hoje reapaixonei-me por ti.
De tão belo que te apresentaste perante mim, deslumbrante vale encantado.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nova corrida, nova viagem

Olhar a morte de frente sempre foi um óptimo argumento para dar novo fulgor à Vida.

Os limites mostram-nos sempre onde termina o que somos e onde começa o que ainda não somos.

Trabalhar significa a oportunidade de trazer ao de cima. 
Significa assumir, para decidir se é para sedimentar ou se é para alterar.

Só assim conseguimos passar ao degrau seguinte e saltar para o próximo aquário.

Dizem que no final está um oceano à espera. 
Estaremos preparados para esse dia que se aproxima?
Quantos aquários faltam ainda?
No dia do Grande azul, seremos néons, tubarões ou baleias?
Ou simplesmente Nós Próprios, na plenitude de auto-conhecimento e enraizamento, de queixo erguido, com o sentimento de missão cumprida?


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Alvo

Mesmo que mil vezes sejam necessárias para Encontrar, não podemos deixar-nos embalar na canção da Procura, sob pena de nunca Achar.

A cada tentativa,devemos criar o espaço necessário para que sendo, seja.