Temas importantes e delicados devem ser sempre tratados de forma criativa, como esta.
Ajudar a descomprimir, para dar espaço à compreenção de diferentes pontos de vista.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Caminhos comuns, missões distintas
Todo
o Homem tem um caminho e duas grandes tarefas a executar.
Encontrar
o Caminho.
Percorrer
o Caminho.
Encontrar
no seio das suas convicções, o percurso e depois seguir as pistas com as todas forças
do seu espírito.
Por
vezes, o Caminho do Homem coincide com o da Multidão.
Neste
período de alinhamento, que pode começar na infância ou na velhice, durar um
momento ou uma vida inteira, o Homem é colocado à prova e tentado a largar o seu
Caminho, deixando-se diluir aos poucos no rebanho, embalado num cântico ancestral
de pertença que ecoa na sua essência.
A
Multidão tem este poder de catapultar o Ego e Vaidade para o pedestal e com
isso cortar raízes e embaciar visões.
E
tem também o poder de desaparecer, da mesma forma como apareceu, sem rancor ou
remorso.
Tem
o seu próprio navegar.
Sacia-se
e Esquece.
E
o Homem fica.
O
ritmo e a cadência do Homem são a fonte que a Multidão procura, e na qual pretende saciar a sua sede, até a
levar à secura.
A
última batalha nunca será no meio da multidão e por isso convém ter presente
que embora possam por segundos, dias ou décadas a partilhar convicções, a Multidão
tem uma vida própria, distinta da do Homem.
Nunca
esqueças a velha máxima:
“Quem
sou eu, de onde venho e para onde vou”.
Não
deixes secar a fonte da juventude da qual brota a tua convicção porque não é a
multidão, mas sim tu, quem pode percorrer o Teu Caminho.
Poesia em fúria
"Controlled criativity"
Sim, é importante dosear.
Caso contrário transbordamos o copo e deixar de ser algo que puxa até aos limites para passar a ser algo que é rejeitado, por ser demais para processar.
Caso contrário transbordamos o copo e deixar de ser algo que puxa até aos limites para passar a ser algo que é rejeitado, por ser demais para processar.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Primeiro passo
Recebi hoje o pacote Voluntário da Junior Achievement.
São 270 minutos do meu horário laboral que a empresa para a qual trabalho (SIBS) decidiu investir neste projecto.
São 270 minutos que vou dedicar a jovens do 9ºano para falar sobre o tema "Economia para o sucesso".
Parece pouco, e no entanto, tanto pode ser conseguido.
Se num minuto apenas eu conseguir marcar a diferença para melhor no futuro de apenas um destes jovens, então já terá valido a pena.
Sou um Amador nestas coisas, eu sei.
Estou apenas a começar.
Mas também sei que já sou um Vencedor.
Acabei de dar o meu primeiro passo e subi o primeiro degrau.
Um pequeno Grande Passo para lá da minha zona de conforto, na direcção de novas Aprendizagens.
Estou expectante para ver quem aprende mais, se eles, se eu.
É que afinal de contas, basta apenas um segundo:
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Porreiro, pá.
O problema com algumas
educações é exagerarem nas camadas que impõem no indivíduo.
Os seus discursos tornam-se inúteis por tão indecifráveis que são, sem se conseguir entender o que é defendido ou se propositadamente nada se defende, a nada se compromete.
Clarificar o conteúdo e simplificar a forma.
Já la vai o tempo em que palavras de 5 tostões compravam pão.
E não basta migrar do ”Felicitações amistosas” para o ”Porreiro Pá”
Tens que ser um trabalho de reflexão, para se conseguir encontrar dentro de cada um de nós, o conteúdo importante e depois, transmiti-lo eficazmente no pouco tempo de antena que actualmente disponibilizamos uns aos outros.
Os seus discursos tornam-se inúteis por tão indecifráveis que são, sem se conseguir entender o que é defendido ou se propositadamente nada se defende, a nada se compromete.
Uma tristeza.
Semelhante ao
cenário triste de assistir ao génio que por dislexia não consegue partilhar com
o Mundo, o que lhe vai na alma.
O último nasceu
assim, por adaptar.
O primeiro, desadaptou-se
algures no caminho.
A um há que dar
a mão.
Ao outro há que
explicar que é essencial simplificar,
sob pena de não obter eco de quem o rodeia.
Não se deve
perder tempo com discursos retorcidos quando vivemos num Tempo em que não há
tempo e onde a sede é pela transparência.
Urge focar no
essencial das vidas, das relações, das palavras.Clarificar o conteúdo e simplificar a forma.
Já la vai o tempo em que palavras de 5 tostões compravam pão.
E não basta migrar do ”Felicitações amistosas” para o ”Porreiro Pá”
Tens que ser um trabalho de reflexão, para se conseguir encontrar dentro de cada um de nós, o conteúdo importante e depois, transmiti-lo eficazmente no pouco tempo de antena que actualmente disponibilizamos uns aos outros.
Eficácia na
transmissão e clareza na convicção.
Em casos mais
difíceis, a única forma é voltar à escola, mas desta vez à escola do descomplicómetro.
Existem muitas,
e às vezes batem à nossa porta quando menos se espera, mas ao mesmo tempo, quando
mais se precisa. terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Excelência
Haverão os que não te entenderão e haverão os que te admirarão.
Nada contará mais do que aquilo que estarás a viver.
A essência do que tu és.
Porque quando atinges o nível onde a escala já não aplica, já não procuras a aprovação dos outros, mas sim a de ti próprio.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O meu Tempo
Rodopio por entre o Tempo e avanço sem rumo, em direcção ao Nada.
Opto acordar do turbilhão e desafiar o Tempo a abrandar e o Silêncio a gritar.
Na catedral do espaço envolvo-me então no imenso vazio, cheio de nada.
E nesse momento predisponho-me a ficar sem medo, Só.
Ao sentir o tempo finalmente parar, permito-me encontrar por entre o silêncio do espaço, o tempo que é afinal só meu.
O meu Tempo.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
7 graus
A declinação da bússola em Portugal é de 7º. Em Portugal, 7 graus é quanto separa o Norte magnético do Norte geográfico.
7º é quanto separa o objectivo planeado do objectivo atingido.
Ser por um lado é importante mantermo-nos germanicamente comprometidos com os nossos objectivos, é importante nessa rigidez encontrar a flexibilidade necessária para incorporar a mudança que ocorre em paralelo, algures entre o início e o fim da viagem.
Tal qual bambu, na sua leveza, flexibilidade e força.
O alvo nunca é estático, e por isso fazem todo o sentido as palavras de Einstein ao afirmar que o caminho mais curto é uma curva, não uma recta.
7º parece-me o valor adequado.
7º é quanto baste para deixar a porta aberta para a viagem seguinte.
7º é quanto separa o objectivo planeado do objectivo atingido.
Ser por um lado é importante mantermo-nos germanicamente comprometidos com os nossos objectivos, é importante nessa rigidez encontrar a flexibilidade necessária para incorporar a mudança que ocorre em paralelo, algures entre o início e o fim da viagem.
Tal qual bambu, na sua leveza, flexibilidade e força.
O alvo nunca é estático, e por isso fazem todo o sentido as palavras de Einstein ao afirmar que o caminho mais curto é uma curva, não uma recta.
7º parece-me o valor adequado.
7º é quanto baste para deixar a porta aberta para a viagem seguinte.
Negar o inegável
Para negar é inegável podemos sempre tentar pintar a coisa de cor-de-rosa, mas o mais provável é cairmos no ridículo.
sábado, 1 de dezembro de 2012
A Sociedade não secreta dos Homens de Confiança
Quem está por dentro dos sistemas de pagamentos e da temática do Anti-Money Laundering (lavagem de dinheiro) sabe perfeitamente que existem coisas denominadas "black lists".
Tratam-se de listas cheias de nomes de alegados terroristas ou de nomes de empresas de carácter duvidoso que servem para detectar transacções financeiras potencialmente ilícitas.
O que também se sabe é que à conta da desconfiança crescente, existem nestas listas muitos nomes que afinal não são de terroristas - são simplesmente falsos positivos.
Isto tudo para dizer que com tanta desconfiança surgiu também a necessidade de criar as white-lists ou também denominadas as "Good-guys's lists".
Tanto nos sistemas de pagamentos como na interacção humana, num ambiente crescente de competitividade desmedida e desconfiança exacerbada, precisamos cada vez mais da lista dos Good Guys.
Daqueles em quem podemos contar.
Dos que preferem colaborar e contruir, em vez de gastar neurónios a delinear tácticas ofensivas de ataque ou contra-ataque.
Dos que preferem incluir em vez de excluir.
Dos que entendem que 1+1=3
Caro leitor, se fores um deles, e estás farto do tempo perdido, não és o único.
Acredita, eu entendo-te.
Eu já saciei a sede do meu corpo, com o deserto das emoções.
Foi no fundo do nada que aprendi o valor da confiança.
Foi aí que nasci de novo e percebi que tal como eu, tantos outros encontravam-se sem rumo na mesma espiral descendente de falta de confiança.
Anda, eu dou-te a minha mão.
Vem juntar-te à lista dos good-guys.
Contigo seremos dois.
Alerto-te para o seguinte:
Quem aprendeu com a dor, aprendeu também a identificar a fonte de dor - não há segundas oportunidades - seremos exigentes - quereremos mais.
Seremos a sociedade não secreta dos Homens de Confiança.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Olhos de luz
Que sina esta em descobrir que o que procuro, os meus olhos não encontram.
Que sorte em saber que a Visão vive para lá dos olhos que trazemos no corpo.
Para que a busca não seja em vão, devemos evitar procurar o que não se vê, com olhos que não sentem.
Porque o que se procura, muitas vezes não se encontra por fora, mas sim por dentro.
No lugar, onde ainda não se fez luz.
Que sorte em saber que a Visão vive para lá dos olhos que trazemos no corpo.
Para que a busca não seja em vão, devemos evitar procurar o que não se vê, com olhos que não sentem.
Porque o que se procura, muitas vezes não se encontra por fora, mas sim por dentro.
No lugar, onde ainda não se fez luz.
sábado, 17 de novembro de 2012
Humanidade de copo meio cheio
Sim, a Humanidade também é feita de muitas coisas boas que não passam na televisão.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Povo da Fronteira
Junto à fronteira moram os maiores patriotas porque é a esses que é pedido que tracem os limites.
É perante o desafio Maior que se constrói a Suprema das convicções.
Mantém-te junto ao limite pois é lá que encontrarás a Força do teu Viver.
É perante o desafio Maior que se constrói a Suprema das convicções.
Mantém-te junto ao limite pois é lá que encontrarás a Força do teu Viver.
Corredor da morte
Na minha rua chamava-lhe “O jogo do Trava”.
Quem foi rapaz adolescente nos anos 80-90 como eu, é capaz deve ter conhecido o conceito de bulling,
quando o conceito de bulling ainda
não tinha sido inventado.
Este jogo em particular constava numa pessoa que passava num corredor feito de
colegas, que tinham como objectivo bater no que seguia no meio, rindo da
pancada que ele levava, sem mostrarem os dentes.
Se fossem apanhados a mostrar os dentes por quem estava a “levar”,
passavam a ser eles no meio do corredor.Em linguagem de savana, jovens leões a afiar os dentes.
Conceito questionável, é certo.
À luz dos dias de hoje – Bulling condenável.
No entanto, recordo esta experiência da minha adolescência
para aplicá-la a quem hoje, vai “levando” a sua vida sem rumo.
Porque quem vai “levando” a vida, vai “levando” com a vida.
Aplica-se a pessoas, a empresas uma vez que empresas são conjuntos
de pessoase, e por inerência a Países.
Sem um plano ou uma estratégia, o que resta é um corredor interminável repleto de pancada em que o nosso fado é ir reagindo à medida que ela vai nos vai batendo à porta.
Do lado de fora do corredor, estão os que continuam a rir, sem mostrar os dentes.
Do lado de fora do corredor, estão os que continuam a rir, sem mostrar os dentes.
Para mim, só tens uma opção:
Primeiro, sair do corredor. e depois, assim que conseguires aprender as regras que regem o jogo, abandona-o.
Não precisas de viver essa escola.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Caixinhas
A maior parte das pessoas precisam de catalogar para
compreender,
Delimitar para enquadrar,
Circunscrever para entender.
Precisamos de quadrar o círculo, meter em caixinhas.
O problema é que quando catalogamos, estamos a deixar de fora muita coisa.
Catalogar, delimitar ou circunscrever são acções de corte, de ruptura, de rejeição daquilo que ainda não se está preparado para entender,
Deixando apenas aquilo que já se sabe ou que está próximo daquilo que se sabe.
É por isso que muito se perde na catalogação. De facto, quase tudo, na medida em que muito pouco é o que já sabemos.
Já basta a catalogação volutária (ou involuntária) que os outros fazem de ti.
Delimitar para enquadrar,
Circunscrever para entender.
Precisamos de quadrar o círculo, meter em caixinhas.
Catalogar, delimitar ou circunscrever são acções de corte, de ruptura, de rejeição daquilo que ainda não se está preparado para entender,
Deixando apenas aquilo que já se sabe ou que está próximo daquilo que se sabe.
É por isso que muito se perde na catalogação. De facto, quase tudo, na medida em que muito pouco é o que já sabemos.
Da próxima vez que te pedirem para te apresentares tenta não
responder: “Tenho o curso X, trabalho na empresa Y, etc”.
Estarás simplesmente a catalogar-te e isso significa que estás a
esconder o que há de melhor em ti.Já basta a catalogação volutária (ou involuntária) que os outros fazem de ti.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Palavras para o vento não levar
Só temos que ter vergonha se
acharmos que não fizemos o nosso melhor.
Caso contrário, estamos cá, para
o melhor e para o pior, sempre de cabeça levantada.quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Erros facilmente corrigíveis
A incapacidade em assumir um erro, seja para si próprio ou perante os outros,
é a prova cabal de um autismo profundo sobre o seu próprio passado, sobre as suas próprias raízes.
É a patologia grave e silenciosa que vive dentro de quem não consegue soltar amarras e aprender com a sua experiência.
Pobres daqueles que sofrem ao preferir viver na negação do evidente, tão claramente espelhado aos olhos dos demais.
Impõe-se a Humildade em reconhecer que não somos perfeitos e que juntos seremos sempre mais fortes de que orgulhosamente sós.
é a prova cabal de um autismo profundo sobre o seu próprio passado, sobre as suas próprias raízes.
É a patologia grave e silenciosa que vive dentro de quem não consegue soltar amarras e aprender com a sua experiência.
Pobres daqueles que sofrem ao preferir viver na negação do evidente, tão claramente espelhado aos olhos dos demais.
Impõe-se a Humildade em reconhecer que não somos perfeitos e que juntos seremos sempre mais fortes de que orgulhosamente sós.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Caridade do umbigo
Estamos
prestes a entrar na época natalícia.
Esta é a época propícia para a típica mão na consciência,
Para aquilo a que chamo a caridade do umbigo.
A caridade que serve apenas os nossos próprios interesses.
A esses sim, há que dar valor pelo seu papel fundamental e imprescindível – verdadeiros heróis.
..a propósito do funeral de um Palhaço Nariz Vermelho – um Dr. Professor.
Esta é a época propícia para a típica mão na consciência,
Para aquilo a que chamo a caridade do umbigo.
A caridade que serve apenas os nossos próprios interesses.
Impôe-se
voluntariado, sustentado, real e continuado.
Existem
por esse país fora muitos voluntários que abraçam essa missão como o seu
próprio respirar.A esses sim, há que dar valor pelo seu papel fundamental e imprescindível – verdadeiros heróis.
Chega
de pijamas, cassetes VHS ou bonecos velhos a despachar das nossas despensas.
Chega
de futebolistas que tiram a foto da praxe e seguem o seu caminho, no seu carro
topo de gama.
É que
os fotografados ficam à mesma no mesmo sítio, dependentes de todos, e também daqueles
que encaram o voluntariado, não como um súbito peso de consciência, mas sim
como uma missão.
Correndo
o risco de ser demasiado áspero, convidava à mão na consciência mas no sentido
de evitarmos fogachos, sob pena de estarmos a alimentar o nosso ego às custas
de quem mais precisa.
Se
queremos ser eficazes, temos que partilhar o pão, não as migalhas.
A
migalha serve apenas para se saber quanta fome se tem...a propósito do funeral de um Palhaço Nariz Vermelho – um Dr. Professor.
Navalha de água fria
Ao educar o corpo a gostar do banho de água fria, começamos
por educar a mente.
A princípio o corpo não está confortável - A mente é que aprende a dar outro
significado ao desconforto.
A prova disto está no momento em que a mente se distrai.
Nessa altura o corpo grita, por estar fora da sua zona de
conforto.
A evolução foi e será sempre um abrir de novos caminhos.
Um parto, um nascimento, um sair de útero de conforto.
Há que sair da zona de conforto para evoluir e reconciliar “fazendo as pazes com o corpo”,
num ciclo repetitivo de constante evolução.
Sair
e crescer,
Reconciliar
e incorporar Para de seguida,
um novo degrau alcançar.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Força da Natureza
De dentro, surge o Fogo.
De dentro para fora. Num permanente movimento de expansão, de querer viver e de expressar-se.
O fogo atravessa então a pele, em direcção ao exterior.
E pela pele, que age como água, filtrando, acalmando e apaziguando o Fogo que arde dentro de ti, o Fogo, essa força da natureza que alimentas dentro de ti, transforma-se então na expressão inteligível do teu Ser.
Passa uma Vida e a pele acaba por fim a perecer, envelhecida e queimada.
O Fogo, esse, continuará a arder dentro de ti, tanto e tão forte quanto maior for a quantidade de lenha que lhe deres para crescer.
De dentro para fora. Num permanente movimento de expansão, de querer viver e de expressar-se.
O fogo atravessa então a pele, em direcção ao exterior.
E pela pele, que age como água, filtrando, acalmando e apaziguando o Fogo que arde dentro de ti, o Fogo, essa força da natureza que alimentas dentro de ti, transforma-se então na expressão inteligível do teu Ser.
Passa uma Vida e a pele acaba por fim a perecer, envelhecida e queimada.
O Fogo, esse, continuará a arder dentro de ti, tanto e tão forte quanto maior for a quantidade de lenha que lhe deres para crescer.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
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