Junto à fronteira moram os maiores patriotas porque é a esses que é pedido que tracem os limites.
É perante o desafio Maior que se constrói a Suprema das convicções.
Mantém-te junto ao limite pois é lá que encontrarás a Força do teu Viver.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Corredor da morte
Na minha rua chamava-lhe “O jogo do Trava”.
Quem foi rapaz adolescente nos anos 80-90 como eu, é capaz deve ter conhecido o conceito de bulling,
quando o conceito de bulling ainda
não tinha sido inventado.
Este jogo em particular constava numa pessoa que passava num corredor feito de
colegas, que tinham como objectivo bater no que seguia no meio, rindo da
pancada que ele levava, sem mostrarem os dentes.
Se fossem apanhados a mostrar os dentes por quem estava a “levar”,
passavam a ser eles no meio do corredor.Em linguagem de savana, jovens leões a afiar os dentes.
Conceito questionável, é certo.
À luz dos dias de hoje – Bulling condenável.
No entanto, recordo esta experiência da minha adolescência
para aplicá-la a quem hoje, vai “levando” a sua vida sem rumo.
Porque quem vai “levando” a vida, vai “levando” com a vida.
Aplica-se a pessoas, a empresas uma vez que empresas são conjuntos
de pessoase, e por inerência a Países.
Sem um plano ou uma estratégia, o que resta é um corredor interminável repleto de pancada em que o nosso fado é ir reagindo à medida que ela vai nos vai batendo à porta.
Do lado de fora do corredor, estão os que continuam a rir, sem mostrar os dentes.
Do lado de fora do corredor, estão os que continuam a rir, sem mostrar os dentes.
Para mim, só tens uma opção:
Primeiro, sair do corredor. e depois, assim que conseguires aprender as regras que regem o jogo, abandona-o.
Não precisas de viver essa escola.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Caixinhas
A maior parte das pessoas precisam de catalogar para
compreender,
Delimitar para enquadrar,
Circunscrever para entender.
Precisamos de quadrar o círculo, meter em caixinhas.
O problema é que quando catalogamos, estamos a deixar de fora muita coisa.
Catalogar, delimitar ou circunscrever são acções de corte, de ruptura, de rejeição daquilo que ainda não se está preparado para entender,
Deixando apenas aquilo que já se sabe ou que está próximo daquilo que se sabe.
É por isso que muito se perde na catalogação. De facto, quase tudo, na medida em que muito pouco é o que já sabemos.
Já basta a catalogação volutária (ou involuntária) que os outros fazem de ti.
Delimitar para enquadrar,
Circunscrever para entender.
Precisamos de quadrar o círculo, meter em caixinhas.
Catalogar, delimitar ou circunscrever são acções de corte, de ruptura, de rejeição daquilo que ainda não se está preparado para entender,
Deixando apenas aquilo que já se sabe ou que está próximo daquilo que se sabe.
É por isso que muito se perde na catalogação. De facto, quase tudo, na medida em que muito pouco é o que já sabemos.
Da próxima vez que te pedirem para te apresentares tenta não
responder: “Tenho o curso X, trabalho na empresa Y, etc”.
Estarás simplesmente a catalogar-te e isso significa que estás a
esconder o que há de melhor em ti.Já basta a catalogação volutária (ou involuntária) que os outros fazem de ti.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Palavras para o vento não levar
Só temos que ter vergonha se
acharmos que não fizemos o nosso melhor.
Caso contrário, estamos cá, para
o melhor e para o pior, sempre de cabeça levantada.quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Erros facilmente corrigíveis
A incapacidade em assumir um erro, seja para si próprio ou perante os outros,
é a prova cabal de um autismo profundo sobre o seu próprio passado, sobre as suas próprias raízes.
É a patologia grave e silenciosa que vive dentro de quem não consegue soltar amarras e aprender com a sua experiência.
Pobres daqueles que sofrem ao preferir viver na negação do evidente, tão claramente espelhado aos olhos dos demais.
Impõe-se a Humildade em reconhecer que não somos perfeitos e que juntos seremos sempre mais fortes de que orgulhosamente sós.
é a prova cabal de um autismo profundo sobre o seu próprio passado, sobre as suas próprias raízes.
É a patologia grave e silenciosa que vive dentro de quem não consegue soltar amarras e aprender com a sua experiência.
Pobres daqueles que sofrem ao preferir viver na negação do evidente, tão claramente espelhado aos olhos dos demais.
Impõe-se a Humildade em reconhecer que não somos perfeitos e que juntos seremos sempre mais fortes de que orgulhosamente sós.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Caridade do umbigo
Estamos
prestes a entrar na época natalícia.
Esta é a época propícia para a típica mão na consciência,
Para aquilo a que chamo a caridade do umbigo.
A caridade que serve apenas os nossos próprios interesses.
A esses sim, há que dar valor pelo seu papel fundamental e imprescindível – verdadeiros heróis.
..a propósito do funeral de um Palhaço Nariz Vermelho – um Dr. Professor.
Esta é a época propícia para a típica mão na consciência,
Para aquilo a que chamo a caridade do umbigo.
A caridade que serve apenas os nossos próprios interesses.
Impôe-se
voluntariado, sustentado, real e continuado.
Existem
por esse país fora muitos voluntários que abraçam essa missão como o seu
próprio respirar.A esses sim, há que dar valor pelo seu papel fundamental e imprescindível – verdadeiros heróis.
Chega
de pijamas, cassetes VHS ou bonecos velhos a despachar das nossas despensas.
Chega
de futebolistas que tiram a foto da praxe e seguem o seu caminho, no seu carro
topo de gama.
É que
os fotografados ficam à mesma no mesmo sítio, dependentes de todos, e também daqueles
que encaram o voluntariado, não como um súbito peso de consciência, mas sim
como uma missão.
Correndo
o risco de ser demasiado áspero, convidava à mão na consciência mas no sentido
de evitarmos fogachos, sob pena de estarmos a alimentar o nosso ego às custas
de quem mais precisa.
Se
queremos ser eficazes, temos que partilhar o pão, não as migalhas.
A
migalha serve apenas para se saber quanta fome se tem...a propósito do funeral de um Palhaço Nariz Vermelho – um Dr. Professor.
Navalha de água fria
Ao educar o corpo a gostar do banho de água fria, começamos
por educar a mente.
A princípio o corpo não está confortável - A mente é que aprende a dar outro
significado ao desconforto.
A prova disto está no momento em que a mente se distrai.
Nessa altura o corpo grita, por estar fora da sua zona de
conforto.
A evolução foi e será sempre um abrir de novos caminhos.
Um parto, um nascimento, um sair de útero de conforto.
Há que sair da zona de conforto para evoluir e reconciliar “fazendo as pazes com o corpo”,
num ciclo repetitivo de constante evolução.
Sair
e crescer,
Reconciliar
e incorporar Para de seguida,
um novo degrau alcançar.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Força da Natureza
De dentro, surge o Fogo.
De dentro para fora. Num permanente movimento de expansão, de querer viver e de expressar-se.
O fogo atravessa então a pele, em direcção ao exterior.
E pela pele, que age como água, filtrando, acalmando e apaziguando o Fogo que arde dentro de ti, o Fogo, essa força da natureza que alimentas dentro de ti, transforma-se então na expressão inteligível do teu Ser.
Passa uma Vida e a pele acaba por fim a perecer, envelhecida e queimada.
O Fogo, esse, continuará a arder dentro de ti, tanto e tão forte quanto maior for a quantidade de lenha que lhe deres para crescer.
De dentro para fora. Num permanente movimento de expansão, de querer viver e de expressar-se.
O fogo atravessa então a pele, em direcção ao exterior.
E pela pele, que age como água, filtrando, acalmando e apaziguando o Fogo que arde dentro de ti, o Fogo, essa força da natureza que alimentas dentro de ti, transforma-se então na expressão inteligível do teu Ser.
Passa uma Vida e a pele acaba por fim a perecer, envelhecida e queimada.
O Fogo, esse, continuará a arder dentro de ti, tanto e tão forte quanto maior for a quantidade de lenha que lhe deres para crescer.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Confidências ou Cusquices?
Haverá possibilidade de algum dia um confidente não ser
considerado hipócrita depois de se saber que afinal de contas não é exclusivo?
Em vez disso, manda rezar terços.
Cada vez mais me convenço que o ganho está sempre no Dar, não no Receber.
Neste caso específico, no desabafar, não no saber dos desabafos dos outros.
É preciso também muita ciência para ser ombro amigo, discreto e confidente.
Como é que uma relação de confiança pode recuperar quando o
confidente afirma:
- “Eu sei uma coisa que tu não sabes, mas não te posso dizer?”
Quando a ilusão de exclusividade se desvanece, instala-se em
quem confidencia um terrível sentimento de traição, de não-reciprocidade, mesmo
que isso prove que as suas próprias confidências estão seguras.
O pecado está na curiosidade de quem quis saber mais, e
também na ingenuidade de quem ousou desafiar a curiosidade.
Percebo agora as palavras do Steven Pinker
que explicava porque é que vão sempre existir Tabus.
Há perguntas que não se fazem e respostas que não se dão.
Se olharmos por exemplo para a Igreja católica, este é um
tema que já vem vindo a ser trabalhado há muitas centenas de anos.
No confessionário um padre nunca opina nem dá segredos de
outros em troca. Em vez disso, manda rezar terços.
Cada vez mais me convenço que o ganho está sempre no Dar, não no Receber.
Neste caso específico, no desabafar, não no saber dos desabafos dos outros.
É preciso saber que vivemos num mundo imperfeito.
É preciso ser capaz de arriscar sem pedir em troca.É preciso também muita ciência para ser ombro amigo, discreto e confidente.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Activo renascido
Conheço um casal de idosos que me surpreendente pela sua extrema simplicidade.
Vivem juntos desde sempre e desde sempre que o seu dia é feito de uma rotina diária de lavoura.
De sol a sol, incansáveis.
A minha visão destorcida de cidade diz-me à partida que naquele ar pobre e desgastado só podem viver duas almas encardidas. Não é verdade. De todo.
Basta aproximar-me um pouco para constatar a luz dos seus olhos e sentir o calor da serenidade que transborda dos seus gestos e atitudes.
Olho para este casal e reconheço dois seres que se uniram para o bem e para o mal, por detrás das trincheiras, como forma de ultrapassarem as agruras de uma vida áspera e difícil.
Há um cordão umbilical que os une.
Um sentimento de partilha e confiança.
Um aceitar de diferenças,
Um compreender e adaptar.
Uma procura de um bem maior, a dois.
Penso então nos momentos difíceis que Portugal actualmente atravessa.
A contracção era inevitável face à expansão - É natural e essencial para encontrar o equilíbrio.
Está na altura de voltar a enraizar e reaprender o que se esqueceu.
Recordo o que em tempos um Coronel da Força Áerea Portuguesa que me disse e me marcou:
"Para que serve um contrato de promessa compra e venda - a Palavra não basta?"
À parte dos formalismos legais que são sempre necessários cumprir, o seu comentário
foi inesperado, incisivo e contundente - E com toda a sabedoria que lhe reconheço.
É por isso que inspirado nas suas palavras realço hoje uma das muitas coisas importantes que reaprenderemos com estes momentos difíceis:
O valor da Palavra de um Homem.
A confiança, como forma de ultrapassar uma tormenta.
O companheiro de guerra.
O irmão.
Há que estabilizar o barco para depois rumar em frente.
Perante as dificuldades que se nos apresentam, muito mais do que um CV, uma conquista fácil ou uma acção de marketing eficaz, será essencial de agora em diante poder contar com a coerência e a estabilidade que uma relação de confiança permite como activo essencial para ultrapassarmos esta tempestade.
Recuperar o sentimento de pertença, de tribo ou de pátria.
Reagrupar, para poder voltar a crescer.
Vivem juntos desde sempre e desde sempre que o seu dia é feito de uma rotina diária de lavoura.
De sol a sol, incansáveis.
A minha visão destorcida de cidade diz-me à partida que naquele ar pobre e desgastado só podem viver duas almas encardidas. Não é verdade. De todo.
Basta aproximar-me um pouco para constatar a luz dos seus olhos e sentir o calor da serenidade que transborda dos seus gestos e atitudes.
Olho para este casal e reconheço dois seres que se uniram para o bem e para o mal, por detrás das trincheiras, como forma de ultrapassarem as agruras de uma vida áspera e difícil.
Há um cordão umbilical que os une.
Um sentimento de partilha e confiança.
Um aceitar de diferenças,
Um compreender e adaptar.
Uma procura de um bem maior, a dois.
Penso então nos momentos difíceis que Portugal actualmente atravessa.
A contracção era inevitável face à expansão - É natural e essencial para encontrar o equilíbrio.
Está na altura de voltar a enraizar e reaprender o que se esqueceu.
Recordo o que em tempos um Coronel da Força Áerea Portuguesa que me disse e me marcou:
"Para que serve um contrato de promessa compra e venda - a Palavra não basta?"
À parte dos formalismos legais que são sempre necessários cumprir, o seu comentário
foi inesperado, incisivo e contundente - E com toda a sabedoria que lhe reconheço.
É por isso que inspirado nas suas palavras realço hoje uma das muitas coisas importantes que reaprenderemos com estes momentos difíceis:
O valor da Palavra de um Homem.
A confiança, como forma de ultrapassar uma tormenta.
O companheiro de guerra.
O irmão.
Há que estabilizar o barco para depois rumar em frente.
Perante as dificuldades que se nos apresentam, muito mais do que um CV, uma conquista fácil ou uma acção de marketing eficaz, será essencial de agora em diante poder contar com a coerência e a estabilidade que uma relação de confiança permite como activo essencial para ultrapassarmos esta tempestade.
Recuperar o sentimento de pertença, de tribo ou de pátria.
Reagrupar, para poder voltar a crescer.
sábado, 15 de setembro de 2012
Orgulho secreto
Deixar a nossa marca de forma indelével e transparente faz parte de uma coisa a que chamo Orgulho Secreto.
Ser a peça que liga tudo e ninguém sabe nem ninguém vê, é algo que só surge raramente e quando o conseguimos, criamos simultaneamente em nós um sentimento de Valor, de Altruísmo e de Significado que se aloja bem no centro no nosso peito.
É a memória a guardar no nosso álbum Maior das pérolas a recordar quando chegar o momento de olhar em retrospectiva.
E o facto de ninguém saber, faz parte desse sentimento.
É um segredo com o poder que só os segredos têm.
Ser a peça que liga tudo e ninguém sabe nem ninguém vê, é algo que só surge raramente e quando o conseguimos, criamos simultaneamente em nós um sentimento de Valor, de Altruísmo e de Significado que se aloja bem no centro no nosso peito.
É a memória a guardar no nosso álbum Maior das pérolas a recordar quando chegar o momento de olhar em retrospectiva.
E o facto de ninguém saber, faz parte desse sentimento.
É um segredo com o poder que só os segredos têm.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O melhor do Mundo
Só somos os melhores do Mundo enquanto não conhecermos o
Mundo.
Pensar que somos os melhores do Mundo é o primeiro passo
para congelarmos o nosso Saber.Se pensarmos que somos 7 mil milhões então é óbvio que as probabilidades não jogam a favor.
A Humildade é o passo importante para garantir a
Curiosidade.
A Curiosidade é o salto que garante a Evolução.
É que o Melhor do Mundo é exactamente aquele que com certeza não está preocupado com
isso - tem mais que fazer.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Início do movimento
O dia em que deixares de acreditar que a Sorte é um mero acaso é o dia em que aprendes a mover as montanhas.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
À procura de pistas
Ao chegar ao carro lembro-me que deixei o cartão para sair do edifício, no escritório.
Volto ao escritório e lembro-me que deixei a chave do módulo de gavetas onde está o cartão, no carro.
Ao descer e subir novamente, pergunto-me:
Porquê isto?
O que se passa afinal?
Qual o propósito?
O que me queres dizer?
Procuro por Pistas no elevador para tentar perceber porque é que me trazes recorrentemente a este espaço e lembro-me entretanto do seguinte:
Talvez não seja Algo no elevador, mas sim Alguém.
Quando finalmente carrego no botão para voltar à garagem, eis que o elevador pára a meio caminho..
Quem és tu e o que temos que falar?
Volto ao escritório e lembro-me que deixei a chave do módulo de gavetas onde está o cartão, no carro.
Ao descer e subir novamente, pergunto-me:
Porquê isto?
O que se passa afinal?
Qual o propósito?
O que me queres dizer?
Procuro por Pistas no elevador para tentar perceber porque é que me trazes recorrentemente a este espaço e lembro-me entretanto do seguinte:
Talvez não seja Algo no elevador, mas sim Alguém.
Quando finalmente carrego no botão para voltar à garagem, eis que o elevador pára a meio caminho..
Quem és tu e o que temos que falar?
Encontrar as estrelas
Se queres ver para além da tua janela, tens que baixar um pouco a luz do teu quarto.
Caso contrário, só vais encontrar o teu reflexo.
Caso contrário, só vais encontrar o teu reflexo.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Acabou-se o combustível.
Existem veículos que antes de chegar ao fim do depósito, avisam.
Quando o ponteiro chega ao fim, acabou. Ponto final. "É o que é".
Existem outras marcas de veículos em que só quando se chega ao fim, é que então começa a avisar que "vai agora entrar na reserva".
E agora sabe-se lá quanto é que a reserva vai durar...
É uma sorte,
Um jeitinho adicional,
Um vamos lá ver o que dá...
Curiosa é ainda a relação que existe entre estas 2 abordagens no aviso da reserva de combustível e a respectiva latitude de onde as marcas são originárias.
Mais a Norte, mais assertivo,
Mais a Sul, mais permissivo.
Já se sabe que tem a ver com a temperatura.
É o calor que molda uma cultura.
e isso reflete-se nos objectos do dia-a-dia.
Tudo isto para dizer que, sem querer fazer publicidade, existe uma empresa proveniente do mesmo País de onde vêm os carros assertivos, que escolheu um slogan que me agrada particularmente e no qual creio que nos deveríamos rever:
Porque a vida é para ser vivida, com Paixão, e já agora, "sem Reservas".
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Ser mais Centro
Escolher um caminho diferente é optar por uma vida de batalhas.
É a opção que nos ensina a ser mais fortes.
É a via que alimenta a Coerência e a Convicção.
Assumir cegamente as atitudes da maioria é optar pelo caminho pobre, pelo caminho da ovelha.
É escolher ser apenas um número.
Se te sentes rodeado por aqueles que justificam a sua infelicidade com a infelicidade dos outros ou se te sentes criticado por quereres ser melhor, então há que mudar.
Mudar o que está à tua volta.
Mudar com o teu exemplo,
Passo a passo,
Conquista a conquista.
Afinal de contas,
Qual é a versão de Confúcio que preferes?
"Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti",
ou
"Faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti"?
Apoia quem luta pelas tuas lutas e irás constatar que para lá da cortina de fumo existem muitos outros que tal como tu, anseiam por uma vida melhor, com mais Corpo.
Percebo agora que o caminho do meio não é o caminho do rebanho.
O caminho do meio é o caminho do centro.
Do nosso centro.
É a opção que nos ensina a ser mais fortes.
É a via que alimenta a Coerência e a Convicção.
Assumir cegamente as atitudes da maioria é optar pelo caminho pobre, pelo caminho da ovelha.
É escolher ser apenas um número.
Se te sentes rodeado por aqueles que justificam a sua infelicidade com a infelicidade dos outros ou se te sentes criticado por quereres ser melhor, então há que mudar.
Mudar o que está à tua volta.
Mudar com o teu exemplo,
Passo a passo,
Conquista a conquista.
Afinal de contas,
Qual é a versão de Confúcio que preferes?
"Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti",
ou
"Faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti"?
Apoia quem luta pelas tuas lutas e irás constatar que para lá da cortina de fumo existem muitos outros que tal como tu, anseiam por uma vida melhor, com mais Corpo.
Percebo agora que o caminho do meio não é o caminho do rebanho.
O caminho do meio é o caminho do centro.
Do nosso centro.
domingo, 5 de agosto de 2012
Decidir ou carregar
Ir à praia às vezes significa ponderar levar um livro.Levo este ou aquele?
Se decidir por um, corro o risco de chegar à praia e não ter opção de escolha..
Se não decidir tenho que carregar os dois.
Diria que é melhor o melhor dos dois Mundos:
Opto escolher Agora, e não Carrego depois.
Se decidir por um, corro o risco de chegar à praia e não ter opção de escolha..
Se não decidir tenho que carregar os dois.
Diria que é melhor o melhor dos dois Mundos:
Opto escolher Agora, e não Carrego depois.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Subir a colina
Ao subir a colina não tentes ir mais depressa que os outros.
Concentra-te no teu ritmo e mantem-te atento.
Mantém o centro. Passos fortes. Um atrás do outro.
Não te distrais quando chegares ao topo.
Se tiveres a sensação que foste mais depressa é porque os outros abrandaram.
Não olhes para trás. Não tentes perceber o porquê dos outros.
Olha antes para os teus Porquês.
A jornada só está terminada quando estiver terminada.
Concentra-te no teu ritmo e mantem-te atento.
Mantém o centro. Passos fortes. Um atrás do outro.
Não te distrais quando chegares ao topo.
Se tiveres a sensação que foste mais depressa é porque os outros abrandaram.
Não olhes para trás. Não tentes perceber o porquê dos outros.
Olha antes para os teus Porquês.
A jornada só está terminada quando estiver terminada.
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