Assisti recentemente a um combate entre Nate Marquardt vs Chael Sonnen
Podem procurar no Youtube - não é uma coisa recomendável para pessoas mais susceptíveis – é incómodo e perguntamo-nos até porque é que dois homens se submetem a esta situação.
Mas não é isso que quero realçar deste episódio.
Estou a referenciar este combate porque há lições a retirar, mesmo em situações como esta.
Nate Marquardt era o Favorito – uma autêntica parede de Força e Perícia– uma máquina de combate.
Chael Sonnen não estava à sua altura mas venceu e com muito mérito – venceu-o porque vestiu a pele de David defronte do Golias.
Chael teve a inteligência de trazer o “Touro” para a sua arena.
Fez aquilo que sabia fazer bem e dominou o combate mantendo o adversário na zona que mais dominava.
Não foi nada fácil – sofreu um impressionante corte na testa muito cedo e por duas vezes por pouco perdeu o combate por submissão - mas venceu e porquê?
Pela sua Determinação e Atitude.
Determinação e Atitude – vale a pena repetir.
Foi isso que eu vi e que quero realçar neste post.
O que eu vi foi um homem que, não fora o seu espírito determinado, teria sido cilindrado no momento zero.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
sexta-feira, 30 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Olhar de Criança
Ao treinar contigo num destes dias encontrei algo surpreendente.
Encontrei uma alegria desmedida, uma intensidade que não esperava encontrar no teu olhar envelhecido por 70 anos de experiências.
Os teus olhos irradiavam hoje um fulgor e intensidade de uma criança de 4 anos.
Como se não houvesse mais nada à volta - apenas a experiência do momento.
Uma inocência infantil num corpo de adulto.
Encontrei-te, vivendo cada momento como se fosse o último e por momentos assustei-me.
Parecia que do teu corpo se esvaia a alma.
Parecia que estavas pronto.
Pensei que seria ali, diante de mim, que darias o salto. Partirias para não mais voltar.
E no entanto ficaste.
Mas eu percebi que tanto fazia - podia ser hoje ou num qualquer outro dia.
Já estás pronto.
Já fizeste o que vinhas para fazer.
Por isso estás assim, feliz como uma criança.
Encontrei uma alegria desmedida, uma intensidade que não esperava encontrar no teu olhar envelhecido por 70 anos de experiências.
Os teus olhos irradiavam hoje um fulgor e intensidade de uma criança de 4 anos.
Como se não houvesse mais nada à volta - apenas a experiência do momento.
Uma inocência infantil num corpo de adulto.
Encontrei-te, vivendo cada momento como se fosse o último e por momentos assustei-me.
Parecia que do teu corpo se esvaia a alma.
Parecia que estavas pronto.
Pensei que seria ali, diante de mim, que darias o salto. Partirias para não mais voltar.
E no entanto ficaste.
Mas eu percebi que tanto fazia - podia ser hoje ou num qualquer outro dia.
Já estás pronto.
Já fizeste o que vinhas para fazer.
Por isso estás assim, feliz como uma criança.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Anjos da noite
O acto estratégico de transformar loucos solitários em líderes é o que faz a diferença entre criar Movimentos ou então ostracizar pessoas "diferentes" por incompreensão.
Manter a mente aberta para novas abordagens e perspectivas é o que nos permite encontrar pérolas no Oceano. Mas uma vez encontradas, é necessário alimentá-las e nutri-las.
Se olharmos para uma pega de caras numa Tourada (colocando de parte a polémica sobre o espectáculo em si), quem tem mais valor não é o Primeiro-Elemento. Para que a Pega seja concretizada, é o papel do Primeiro-Ajuda (ou também chamado Contra-Caras) que se revela crucial para que uma Pega seja bem sucedida.
É esse homem tantas vezes esquecido, que viabiliza a "loucura" do Primeiro-Elemento e a converte num acto heróico.
É o herói da sombra.
O braço-direito.
O anjo da noite.
Convido-te e ver o seguinte vídeo sobre estes valiosos Contra-Caras.
Manter a mente aberta para novas abordagens e perspectivas é o que nos permite encontrar pérolas no Oceano. Mas uma vez encontradas, é necessário alimentá-las e nutri-las.
Se olharmos para uma pega de caras numa Tourada (colocando de parte a polémica sobre o espectáculo em si), quem tem mais valor não é o Primeiro-Elemento. Para que a Pega seja concretizada, é o papel do Primeiro-Ajuda (ou também chamado Contra-Caras) que se revela crucial para que uma Pega seja bem sucedida.
É esse homem tantas vezes esquecido, que viabiliza a "loucura" do Primeiro-Elemento e a converte num acto heróico.
É o herói da sombra.
O braço-direito.
O anjo da noite.
Convido-te e ver o seguinte vídeo sobre estes valiosos Contra-Caras.
terça-feira, 23 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Verdade antes de tempo
Há alguns dias atrás ouvia o Marcelo Rebelo de Sousa a falar da Manuela Ferreira Leite quando de repente algo que ele disse me fez todo o sentido: "Ter razão antes de tempo é muito difícil"
Eu vou um pouco mais longe e digo que: Ter razão antes de tempo é como estar errado.
Porque não basta ter apenas razão - há que evangelizá-la.
Conquistar pequenos pedaços de terra pouco a pouco até que a grande comunidade compreenda e entenda a racionalidade dos nossos argumentos.
Só nessa altura é que passamos a ter razão - Quando a nossa razão passa também a ser a razão dos outros.
Daí a importância em Saber comunicar.
Eu vou um pouco mais longe e digo que: Ter razão antes de tempo é como estar errado.
Porque não basta ter apenas razão - há que evangelizá-la.
Conquistar pequenos pedaços de terra pouco a pouco até que a grande comunidade compreenda e entenda a racionalidade dos nossos argumentos.
Só nessa altura é que passamos a ter razão - Quando a nossa razão passa também a ser a razão dos outros.
Daí a importância em Saber comunicar.
quinta-feira, 4 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Felicidade vs Inteligência
Dir-se-ia que para ser feliz não é preciso ser muito Inteligente, que a felicidade é obra do acaso - Discordo.
Ser feliz para mim significa ser inteligente.
Ser capaz de se desapegar de egos e vaidades, de orgulhos e vinganças e conseguir relativizar.
Ser capaz de perceber que cada um está no seu processo evolutivo e que tudo são, com maior ou menor sucesso, formas de atingir diferentes estágios de Felicidade.
Felicidade significa sinal de Inteligência e quanto maior o nível de adversidade do ambiente que nos rodeia maior a Inteligencia demonstrada por quem consegue ser feliz.
Ser feliz para mim significa ser inteligente.
Ser capaz de se desapegar de egos e vaidades, de orgulhos e vinganças e conseguir relativizar.
Ser capaz de perceber que cada um está no seu processo evolutivo e que tudo são, com maior ou menor sucesso, formas de atingir diferentes estágios de Felicidade.
Felicidade significa sinal de Inteligência e quanto maior o nível de adversidade do ambiente que nos rodeia maior a Inteligencia demonstrada por quem consegue ser feliz.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Reflexos
Mandei-te um beijo à distância.
Tu, olhaste para mim, com um olhar de anjo.
Correste na minha direcção e ao aproximares-te de mim, estendeste as mãos tal qual mãe segurando o rosto do seu filho.
E de uma forma sublime ofereceste-me um beijo.
Fiquei sem palavras, minha filha, minha professora.
Tu, olhaste para mim, com um olhar de anjo.
Correste na minha direcção e ao aproximares-te de mim, estendeste as mãos tal qual mãe segurando o rosto do seu filho.
E de uma forma sublime ofereceste-me um beijo.
Fiquei sem palavras, minha filha, minha professora.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O sinal da Maria
“Maria” (nome fictício) era uma adolescente que numa tarde de Sábado se virou para mim e para 2 amigos meus (na altura tínhamos à volta de 5 anos) e fez questão de nos mostrar um sinal que tinha na coxa, já numa zona considerada um tanto ou quanto privada – principalmente para quem tem 5 anos.
Na altura considerei tão despropositado que por alguma razão ficou gravado na minha mente – não por razões relacionadas com paixonetas platónicas mas simplesmente porque não estava à espera e considerei a situação caricata.
Estou a relatar este episódio porque hoje passei pela “Maria”, senhora respeitável com ar aristocrático que seguia de braço dado com o seu marido.
Teria sido no mínimo constrangedor se a tivesse abordado perguntando pelo tal sinal.
Ela não me reconheceu – eu era miúdo na altura.
Mas a verdade é que olhando para ela hoje, a imagem que me veio à memória foi a desse episódio estranho algures no final dos anos 70.
Fez-me refletir sobre o que são as nossas acções gravadas nas cabeças dos outros.
Fez-me pensar nas situações em que ouço os meus filhos repetir frases minhas com tal convicção como se de verdades absolutas se tratassem e ponderar na responsabilidade que tenho para com eles relativamente aos valores que lhes transmito.
Não creio que seja necessário entrar em paranóia e analisar meticulosamente todas as nossas acções antes de as realizar – não é disso que estou a falar.
O que quero dizer é que o que fazemos ou dizemos fica gravado na memória dos outros, por vezes de forma mais vincada do que na nossa própria memória.
Quantos de nós já se sentiram confrontados com a colossal diferença que existe entre aquilo que sabemos que somos e aquilo que os outros percepcionam de nós.
Isto tudo para dizer o que já foi dito por muitos outros – Somos responsáveis pelos nossos actos – pelas posições que assumimos e por aquilo que defendemos - e é isso que nos define.
Convém também dizer que cabe-nos ter maturidade para aceitar que as pessoas mudam e que neste caso a Maria será concerteza muito mais do que a Maria que há 30 anos atrás me mostrou um sinal na coxa.
Não obstante – há valores que persistem e vertentes da nossa personalidade que, solidificadas em tenra idade nos acompanham até ao fim dos nossos dias.
Para reflectir: Palavras lançadas ao vento invariavelmente retornam, em forma de bofetada ou de carícia – depende.
Na altura considerei tão despropositado que por alguma razão ficou gravado na minha mente – não por razões relacionadas com paixonetas platónicas mas simplesmente porque não estava à espera e considerei a situação caricata.
Estou a relatar este episódio porque hoje passei pela “Maria”, senhora respeitável com ar aristocrático que seguia de braço dado com o seu marido.
Teria sido no mínimo constrangedor se a tivesse abordado perguntando pelo tal sinal.
Ela não me reconheceu – eu era miúdo na altura.
Mas a verdade é que olhando para ela hoje, a imagem que me veio à memória foi a desse episódio estranho algures no final dos anos 70.
Fez-me refletir sobre o que são as nossas acções gravadas nas cabeças dos outros.
Fez-me pensar nas situações em que ouço os meus filhos repetir frases minhas com tal convicção como se de verdades absolutas se tratassem e ponderar na responsabilidade que tenho para com eles relativamente aos valores que lhes transmito.
Não creio que seja necessário entrar em paranóia e analisar meticulosamente todas as nossas acções antes de as realizar – não é disso que estou a falar.
O que quero dizer é que o que fazemos ou dizemos fica gravado na memória dos outros, por vezes de forma mais vincada do que na nossa própria memória.
Quantos de nós já se sentiram confrontados com a colossal diferença que existe entre aquilo que sabemos que somos e aquilo que os outros percepcionam de nós.
Isto tudo para dizer o que já foi dito por muitos outros – Somos responsáveis pelos nossos actos – pelas posições que assumimos e por aquilo que defendemos - e é isso que nos define.
Convém também dizer que cabe-nos ter maturidade para aceitar que as pessoas mudam e que neste caso a Maria será concerteza muito mais do que a Maria que há 30 anos atrás me mostrou um sinal na coxa.
Não obstante – há valores que persistem e vertentes da nossa personalidade que, solidificadas em tenra idade nos acompanham até ao fim dos nossos dias.
Para reflectir: Palavras lançadas ao vento invariavelmente retornam, em forma de bofetada ou de carícia – depende.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Aprender ou morrer
Parar de aprender é morrer.
Morrer significa incapacidade de aprender.
É comutativo.
Aprender significa fazer pontes de hidrogénio, libertar endorfinas.
É viciante - Quanto mais aprendes mais queres aprender.
Para quem conhece provas de esforço intensas, sabe identificar bem o momento do calafrio e da atenuação ou mesmo desaparecimento das dores musculares.
Parece que ligamos o turbo e ficamos com a sensação de que não há limites.
De uma forma mais subtil, é similar ao que acontece quando entendemos uma piada.
Sabe bem, sentimo-nos bem.
e aprender é o mesmo - faz-nos sentir vivos.
Morrer significa incapacidade de aprender.
É comutativo.
Aprender significa fazer pontes de hidrogénio, libertar endorfinas.
É viciante - Quanto mais aprendes mais queres aprender.
Para quem conhece provas de esforço intensas, sabe identificar bem o momento do calafrio e da atenuação ou mesmo desaparecimento das dores musculares.
Parece que ligamos o turbo e ficamos com a sensação de que não há limites.
De uma forma mais subtil, é similar ao que acontece quando entendemos uma piada.
Sabe bem, sentimo-nos bem.
e aprender é o mesmo - faz-nos sentir vivos.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
QR-Code (código de barras a 2 dimensões)
Para quem tem telemóvel com câmara fotográfica e acesso Internet:
Acede a http://www.i-nigma.mobi/ a partir do telemóvel para instalar o software e a partir desse momento o teu telemóvel passa a conseguir interpretar imagens como a seguinte, acedendo de imediato ao endereço de internet que a imagem representa.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Primeiro lugar
Em tempos dissertei sobre as virtudes do 2º lugar mas acabei por nunca falar no primeiro lugar.
Passada a adrenalina de vencedor resta um objectivo mais sublime.
Manter-se em primeiro lugar.
A grande vantagem de ser o primeiro é que passas a pertencer à nata da nata. Os teus concorrentes são os que te querem simplesmente tirar o lugar.
Estudar-te-ão até à exaustão.
Estudarão para serem mais e melhores.
Se queres efectivamente ser o melhor, na prática não significa que tenhas que conseguir atingir determinado patamar.
Significa que tenhas que conseguir manter pelo menos um nível de melhoria constante, que te permite seres sempre o primeiro.
Quem melhor para te ajudar do que os teus directos adversários?
Aqueles a quem deves respeito por te mostrarem as tuas falhas e por fazerem com que o 1ºlugar tenha significado.
A propósito - todos os grandes líderes cercaram-se de grandes segundos lugares. Homens de confiança numa relação de respeito e admiração mútua.
Sergei Bubka é um exemplo: Não pelo que acabei de descrever mas sim porque não só foi capaz de se manter no primeiro lugar como ainda por cima teve a supremacia de se auto-reinventar a cada ano que passava, sem ajuda dos seus directos competidores (porque simplesmente não haviam) e conseguir quebrar 35 records mundiais.
Ser campeão não é só isto - é também ter paciência e viver uma corrida de fundo - uma maratona.
Passada a adrenalina de vencedor resta um objectivo mais sublime.
Manter-se em primeiro lugar.
A grande vantagem de ser o primeiro é que passas a pertencer à nata da nata. Os teus concorrentes são os que te querem simplesmente tirar o lugar.
Estudar-te-ão até à exaustão.
Estudarão para serem mais e melhores.
Se queres efectivamente ser o melhor, na prática não significa que tenhas que conseguir atingir determinado patamar.
Significa que tenhas que conseguir manter pelo menos um nível de melhoria constante, que te permite seres sempre o primeiro.
Quem melhor para te ajudar do que os teus directos adversários?
Aqueles a quem deves respeito por te mostrarem as tuas falhas e por fazerem com que o 1ºlugar tenha significado.
A propósito - todos os grandes líderes cercaram-se de grandes segundos lugares. Homens de confiança numa relação de respeito e admiração mútua.
Sergei Bubka é um exemplo: Não pelo que acabei de descrever mas sim porque não só foi capaz de se manter no primeiro lugar como ainda por cima teve a supremacia de se auto-reinventar a cada ano que passava, sem ajuda dos seus directos competidores (porque simplesmente não haviam) e conseguir quebrar 35 records mundiais.
Ser campeão não é só isto - é também ter paciência e viver uma corrida de fundo - uma maratona.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Todos temos um sonho
Todos temos os nossos sonhos.
Todos conhecemos um determinado sonho de há 47 anos atrás.
O que por vezes nem todos conseguem lembrar é a força de vontade e convicção que este homem demonstrou, sob pena de perder a sua própria vida que acabou por acontecer dias mais tarde - mas a sua marca ficou, para bem de muitos outros.
Todos conhecemos um determinado sonho de há 47 anos atrás.
O que por vezes nem todos conseguem lembrar é a força de vontade e convicção que este homem demonstrou, sob pena de perder a sua própria vida que acabou por acontecer dias mais tarde - mas a sua marca ficou, para bem de muitos outros.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Acreditamos no que nos é útil e não no que é verdadeiro
Esta frase ouvia-a da boca do conceituado professor David Sloan Wilson da Universidade de Binghamton.
É uma grande verdade na medida em que explica o porquê da existência de religiões e das crenças que cada um tem.
Acreditamos naquilo que queremos ouvir - Simplesmente porque nos parece uma melhor melodia - faz mais sentido..
O nosso julgamento está pré-condicionado pelas experiências adquiridas.
E tal é a força deste condicionamento que muitas vezes acabamos por inventar argumentos inúteis para justificar decisões incompreensíveis à luz do nosso consciente.
Reparem no absurdo: Nós, a convencermo-nos a nós próprios, da justificabilidade de decisões que na verdade já tínhamos tomado, antes mesmo de elas acontecerem.
Nós somos o acumulado de tudo o que vivemos para trás e de certa maneira todas essas experiências passadas condicionam as experiências futuras.
Lançar a pedra ao charco de vez em quando faz com que se saia do rebanho.
Faz com que se levante a cabeça e avalie com discernimento, qual é na verdade o rumo a seguir - porventura até pode ser o mesmo, mas na realidade nunca o será, porque passará a ser feito de forma consciente. E isso faz toda a diferença.
É uma grande verdade na medida em que explica o porquê da existência de religiões e das crenças que cada um tem.
Acreditamos naquilo que queremos ouvir - Simplesmente porque nos parece uma melhor melodia - faz mais sentido..
O nosso julgamento está pré-condicionado pelas experiências adquiridas.
E tal é a força deste condicionamento que muitas vezes acabamos por inventar argumentos inúteis para justificar decisões incompreensíveis à luz do nosso consciente.
Reparem no absurdo: Nós, a convencermo-nos a nós próprios, da justificabilidade de decisões que na verdade já tínhamos tomado, antes mesmo de elas acontecerem.
Nós somos o acumulado de tudo o que vivemos para trás e de certa maneira todas essas experiências passadas condicionam as experiências futuras.
Lançar a pedra ao charco de vez em quando faz com que se saia do rebanho.
Faz com que se levante a cabeça e avalie com discernimento, qual é na verdade o rumo a seguir - porventura até pode ser o mesmo, mas na realidade nunca o será, porque passará a ser feito de forma consciente. E isso faz toda a diferença.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A beleza da irracionalidade
Conseguir encontrar a beleza na irracionalidade é permitirmo-nos procurar outros pontos de vista, até agora desconhecidos.
Estarmos disponíveis para apreciar os contornos de argumentos descabidos é prepararmo-nos para descobertas nunca antes vislumbradas.
Aprender a saborear as diferenças torna-nos mais sábios, senhores de uma vida mais preenchida.
É o amargo de boca que se converte num pedaço de algodão doce.
Estarmos disponíveis para apreciar os contornos de argumentos descabidos é prepararmo-nos para descobertas nunca antes vislumbradas.
Aprender a saborear as diferenças torna-nos mais sábios, senhores de uma vida mais preenchida.
É o amargo de boca que se converte num pedaço de algodão doce.
sábado, 19 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sorte ou azar
Dias de sorte, dias de azar.
Não estaremos a falar da mesma coisa - dias de acasos?
Azortes ou Sazares?
Há vezes em que os acasos são benéficos, e noutras situações nem tanto.
Da mesma maneira que não nos devemos preocupar com os azares, o mesmo dever-se-ia aplicar aos dias de sorte. Acontecem. é apenas mais um dos factores imponderáveis das nossas vidas.
Ganhar no Totoloto é a mesma coisa que nos cair um satélite artificial em cima da cabeça, ou andará próximo disso.
Dizia um amigo meu no outro dia que neste caso um satélite já está naturalmente habilitado a cair ainda que em condições muito remotas e portanto essa é a razão pela qual joga no Totoloto - assim estão efectivamente em igualdade de circunstâncias. O bom e o mau. :-)
Parece engraçado mas tem o seu quê de verdade - Equilibrar os acasos é importante porque se estamos constantemente a fechar as portas aos bons acasos, então claramente o nosso futuro prevê-se repleto de maus acasos - depois lamentamo-nos que "Não temos sorte nenhuma.."
Comprar o bilhete do totoloto serve apenas para ilustrar o conceito porque na realidade o acto de "não comprar o bilhete" acontece em muitas outras situações - é preciso abrir as hipóteses do Bom também poder acontecer.
Boas apostas
Não estaremos a falar da mesma coisa - dias de acasos?
Azortes ou Sazares?
Há vezes em que os acasos são benéficos, e noutras situações nem tanto.
Da mesma maneira que não nos devemos preocupar com os azares, o mesmo dever-se-ia aplicar aos dias de sorte. Acontecem. é apenas mais um dos factores imponderáveis das nossas vidas.
Ganhar no Totoloto é a mesma coisa que nos cair um satélite artificial em cima da cabeça, ou andará próximo disso.
Dizia um amigo meu no outro dia que neste caso um satélite já está naturalmente habilitado a cair ainda que em condições muito remotas e portanto essa é a razão pela qual joga no Totoloto - assim estão efectivamente em igualdade de circunstâncias. O bom e o mau. :-)
Parece engraçado mas tem o seu quê de verdade - Equilibrar os acasos é importante porque se estamos constantemente a fechar as portas aos bons acasos, então claramente o nosso futuro prevê-se repleto de maus acasos - depois lamentamo-nos que "Não temos sorte nenhuma.."
Comprar o bilhete do totoloto serve apenas para ilustrar o conceito porque na realidade o acto de "não comprar o bilhete" acontece em muitas outras situações - é preciso abrir as hipóteses do Bom também poder acontecer.
Boas apostas
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estereótipos
Será possível entender sem estereotipar?
Julgo que sim mas é muito mais difícil.
É possível encontrar nexo no desconexo.
Ver a agulha sem saber que existe palheiro ou sequer que é uma agulha.
Nem tem que ser agulha - pode ser por exemplo um pionés.
Depende de quem está a ler e que tipo de linguagem melhor entende.
Leva-me à seguinte questão: Encontrar a agulha ou Encontrar apenas?
Certo é que Olhar a fins e não a meios é muitas vezes perigoso.
Por outro lado Olhar a meios e não a fins é transparente e sereno, porventura mais Feliz nos Fins.
Na verdade, a vida é a Tua recompensa.
Repara só como o reflexo do sol no mar vai sempre na tua direcção.
Julgo que sim mas é muito mais difícil.
É possível encontrar nexo no desconexo.
Ver a agulha sem saber que existe palheiro ou sequer que é uma agulha.
Nem tem que ser agulha - pode ser por exemplo um pionés.
Depende de quem está a ler e que tipo de linguagem melhor entende.
Leva-me à seguinte questão: Encontrar a agulha ou Encontrar apenas?
Certo é que Olhar a fins e não a meios é muitas vezes perigoso.
Por outro lado Olhar a meios e não a fins é transparente e sereno, porventura mais Feliz nos Fins.
Na verdade, a vida é a Tua recompensa.
Repara só como o reflexo do sol no mar vai sempre na tua direcção.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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