Em tempos dissertei sobre as virtudes do 2º lugar mas acabei por nunca falar no primeiro lugar.
Passada a adrenalina de vencedor resta um objectivo mais sublime.
Manter-se em primeiro lugar.
A grande vantagem de ser o primeiro é que passas a pertencer à nata da nata. Os teus concorrentes são os que te querem simplesmente tirar o lugar.
Estudar-te-ão até à exaustão.
Estudarão para serem mais e melhores.
Se queres efectivamente ser o melhor, na prática não significa que tenhas que conseguir atingir determinado patamar.
Significa que tenhas que conseguir manter pelo menos um nível de melhoria constante, que te permite seres sempre o primeiro.
Quem melhor para te ajudar do que os teus directos adversários?
Aqueles a quem deves respeito por te mostrarem as tuas falhas e por fazerem com que o 1ºlugar tenha significado.
A propósito - todos os grandes líderes cercaram-se de grandes segundos lugares. Homens de confiança numa relação de respeito e admiração mútua.
Sergei Bubka é um exemplo: Não pelo que acabei de descrever mas sim porque não só foi capaz de se manter no primeiro lugar como ainda por cima teve a supremacia de se auto-reinventar a cada ano que passava, sem ajuda dos seus directos competidores (porque simplesmente não haviam) e conseguir quebrar 35 records mundiais.
Ser campeão não é só isto - é também ter paciência e viver uma corrida de fundo - uma maratona.
Existem momentos em que o tempo pára e dá lugar à inspiração. São Pensamentos, Sentimentos, Segredos. Como Repórter de "Momentos", publico aqui os segredos que tenho para ti .____________________(desde 05/12/2005)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Todos temos um sonho
Todos temos os nossos sonhos.
Todos conhecemos um determinado sonho de há 47 anos atrás.
O que por vezes nem todos conseguem lembrar é a força de vontade e convicção que este homem demonstrou, sob pena de perder a sua própria vida que acabou por acontecer dias mais tarde - mas a sua marca ficou, para bem de muitos outros.
Todos conhecemos um determinado sonho de há 47 anos atrás.
O que por vezes nem todos conseguem lembrar é a força de vontade e convicção que este homem demonstrou, sob pena de perder a sua própria vida que acabou por acontecer dias mais tarde - mas a sua marca ficou, para bem de muitos outros.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Acreditamos no que nos é útil e não no que é verdadeiro
Esta frase ouvia-a da boca do conceituado professor David Sloan Wilson da Universidade de Binghamton.
É uma grande verdade na medida em que explica o porquê da existência de religiões e das crenças que cada um tem.
Acreditamos naquilo que queremos ouvir - Simplesmente porque nos parece uma melhor melodia - faz mais sentido..
O nosso julgamento está pré-condicionado pelas experiências adquiridas.
E tal é a força deste condicionamento que muitas vezes acabamos por inventar argumentos inúteis para justificar decisões incompreensíveis à luz do nosso consciente.
Reparem no absurdo: Nós, a convencermo-nos a nós próprios, da justificabilidade de decisões que na verdade já tínhamos tomado, antes mesmo de elas acontecerem.
Nós somos o acumulado de tudo o que vivemos para trás e de certa maneira todas essas experiências passadas condicionam as experiências futuras.
Lançar a pedra ao charco de vez em quando faz com que se saia do rebanho.
Faz com que se levante a cabeça e avalie com discernimento, qual é na verdade o rumo a seguir - porventura até pode ser o mesmo, mas na realidade nunca o será, porque passará a ser feito de forma consciente. E isso faz toda a diferença.
É uma grande verdade na medida em que explica o porquê da existência de religiões e das crenças que cada um tem.
Acreditamos naquilo que queremos ouvir - Simplesmente porque nos parece uma melhor melodia - faz mais sentido..
O nosso julgamento está pré-condicionado pelas experiências adquiridas.
E tal é a força deste condicionamento que muitas vezes acabamos por inventar argumentos inúteis para justificar decisões incompreensíveis à luz do nosso consciente.
Reparem no absurdo: Nós, a convencermo-nos a nós próprios, da justificabilidade de decisões que na verdade já tínhamos tomado, antes mesmo de elas acontecerem.
Nós somos o acumulado de tudo o que vivemos para trás e de certa maneira todas essas experiências passadas condicionam as experiências futuras.
Lançar a pedra ao charco de vez em quando faz com que se saia do rebanho.
Faz com que se levante a cabeça e avalie com discernimento, qual é na verdade o rumo a seguir - porventura até pode ser o mesmo, mas na realidade nunca o será, porque passará a ser feito de forma consciente. E isso faz toda a diferença.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A beleza da irracionalidade
Conseguir encontrar a beleza na irracionalidade é permitirmo-nos procurar outros pontos de vista, até agora desconhecidos.
Estarmos disponíveis para apreciar os contornos de argumentos descabidos é prepararmo-nos para descobertas nunca antes vislumbradas.
Aprender a saborear as diferenças torna-nos mais sábios, senhores de uma vida mais preenchida.
É o amargo de boca que se converte num pedaço de algodão doce.
Estarmos disponíveis para apreciar os contornos de argumentos descabidos é prepararmo-nos para descobertas nunca antes vislumbradas.
Aprender a saborear as diferenças torna-nos mais sábios, senhores de uma vida mais preenchida.
É o amargo de boca que se converte num pedaço de algodão doce.
sábado, 19 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sorte ou azar
Dias de sorte, dias de azar.
Não estaremos a falar da mesma coisa - dias de acasos?
Azortes ou Sazares?
Há vezes em que os acasos são benéficos, e noutras situações nem tanto.
Da mesma maneira que não nos devemos preocupar com os azares, o mesmo dever-se-ia aplicar aos dias de sorte. Acontecem. é apenas mais um dos factores imponderáveis das nossas vidas.
Ganhar no Totoloto é a mesma coisa que nos cair um satélite artificial em cima da cabeça, ou andará próximo disso.
Dizia um amigo meu no outro dia que neste caso um satélite já está naturalmente habilitado a cair ainda que em condições muito remotas e portanto essa é a razão pela qual joga no Totoloto - assim estão efectivamente em igualdade de circunstâncias. O bom e o mau. :-)
Parece engraçado mas tem o seu quê de verdade - Equilibrar os acasos é importante porque se estamos constantemente a fechar as portas aos bons acasos, então claramente o nosso futuro prevê-se repleto de maus acasos - depois lamentamo-nos que "Não temos sorte nenhuma.."
Comprar o bilhete do totoloto serve apenas para ilustrar o conceito porque na realidade o acto de "não comprar o bilhete" acontece em muitas outras situações - é preciso abrir as hipóteses do Bom também poder acontecer.
Boas apostas
Não estaremos a falar da mesma coisa - dias de acasos?
Azortes ou Sazares?
Há vezes em que os acasos são benéficos, e noutras situações nem tanto.
Da mesma maneira que não nos devemos preocupar com os azares, o mesmo dever-se-ia aplicar aos dias de sorte. Acontecem. é apenas mais um dos factores imponderáveis das nossas vidas.
Ganhar no Totoloto é a mesma coisa que nos cair um satélite artificial em cima da cabeça, ou andará próximo disso.
Dizia um amigo meu no outro dia que neste caso um satélite já está naturalmente habilitado a cair ainda que em condições muito remotas e portanto essa é a razão pela qual joga no Totoloto - assim estão efectivamente em igualdade de circunstâncias. O bom e o mau. :-)
Parece engraçado mas tem o seu quê de verdade - Equilibrar os acasos é importante porque se estamos constantemente a fechar as portas aos bons acasos, então claramente o nosso futuro prevê-se repleto de maus acasos - depois lamentamo-nos que "Não temos sorte nenhuma.."
Comprar o bilhete do totoloto serve apenas para ilustrar o conceito porque na realidade o acto de "não comprar o bilhete" acontece em muitas outras situações - é preciso abrir as hipóteses do Bom também poder acontecer.
Boas apostas
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estereótipos
Será possível entender sem estereotipar?
Julgo que sim mas é muito mais difícil.
É possível encontrar nexo no desconexo.
Ver a agulha sem saber que existe palheiro ou sequer que é uma agulha.
Nem tem que ser agulha - pode ser por exemplo um pionés.
Depende de quem está a ler e que tipo de linguagem melhor entende.
Leva-me à seguinte questão: Encontrar a agulha ou Encontrar apenas?
Certo é que Olhar a fins e não a meios é muitas vezes perigoso.
Por outro lado Olhar a meios e não a fins é transparente e sereno, porventura mais Feliz nos Fins.
Na verdade, a vida é a Tua recompensa.
Repara só como o reflexo do sol no mar vai sempre na tua direcção.
Julgo que sim mas é muito mais difícil.
É possível encontrar nexo no desconexo.
Ver a agulha sem saber que existe palheiro ou sequer que é uma agulha.
Nem tem que ser agulha - pode ser por exemplo um pionés.
Depende de quem está a ler e que tipo de linguagem melhor entende.
Leva-me à seguinte questão: Encontrar a agulha ou Encontrar apenas?
Certo é que Olhar a fins e não a meios é muitas vezes perigoso.
Por outro lado Olhar a meios e não a fins é transparente e sereno, porventura mais Feliz nos Fins.
Na verdade, a vida é a Tua recompensa.
Repara só como o reflexo do sol no mar vai sempre na tua direcção.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Eu, que não percebo nada de futebol
Não esqueço a noite de 2004 em que o Ricardo defendeu sem luvas.
Vi nessa noite um Homem de Raça.
O Instinto e a Força de vencer corriam-lhe nas veias.
Vi um Scolari Adulto que deixou fluir sem receios, sem medos - porque viu no Ricardo o que eu vi também e porque ele sabia que o Ricardo não ia falhar - porque simplesmente não era isso que ia acontecer.
E assim foi - ele defendeu com paixão e marcou com emoção.
Nessa noite eu fui adepto de futebol.
Porque vi a alma, a fé e a viagem.
Vi espelhado no rosto do Eusébio o que nunca o ouvi dizer por palavras.
Vi um povo unido.
Foi um bom Momento.
Vi nessa noite um Homem de Raça.
O Instinto e a Força de vencer corriam-lhe nas veias.
Vi um Scolari Adulto que deixou fluir sem receios, sem medos - porque viu no Ricardo o que eu vi também e porque ele sabia que o Ricardo não ia falhar - porque simplesmente não era isso que ia acontecer.
E assim foi - ele defendeu com paixão e marcou com emoção.
Nessa noite eu fui adepto de futebol.
Porque vi a alma, a fé e a viagem.
Vi espelhado no rosto do Eusébio o que nunca o ouvi dizer por palavras.
Vi um povo unido.
Foi um bom Momento.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Efeito de manada
Um dos erros cognitivos sobejamente conhecidos no mundo da Psicologia é o efeito de manada.
Aquele efeito que nos leva a acreditar em coisas simplesmente pelo facto de que todos à nossa volta acreditam.
Alguns tristes exemplos: Gangs, Seitas, Claques de futebol, Bulling, etc
Ter coragem para levantar a voz no meio da manada nem sempre é fácil principalmente sabendo que hoje em dia ter razão não é o suficiente.
O facto da “Public Option” do plano nacional de saúde dos Democratas não ter vingado da forma como se esperaria tem exactamente a ver com a brilhante campanha dos Republicanos, que apesar de não terem “razão”, conseguiram criar o ruído suficiente para a opinião pública acreditar no contrário.
Posto isto vale a pena levantar a voz ? Claro que sim! Mas não quando temos razão – Levantar a voz quando temos convicção.
A convicção é uma forma de estar e a razão não é eterna – depende sempre do contexto.
Aquele efeito que nos leva a acreditar em coisas simplesmente pelo facto de que todos à nossa volta acreditam.
Alguns tristes exemplos: Gangs, Seitas, Claques de futebol, Bulling, etc
Ter coragem para levantar a voz no meio da manada nem sempre é fácil principalmente sabendo que hoje em dia ter razão não é o suficiente.
O facto da “Public Option” do plano nacional de saúde dos Democratas não ter vingado da forma como se esperaria tem exactamente a ver com a brilhante campanha dos Republicanos, que apesar de não terem “razão”, conseguiram criar o ruído suficiente para a opinião pública acreditar no contrário.
Posto isto vale a pena levantar a voz ? Claro que sim! Mas não quando temos razão – Levantar a voz quando temos convicção.
A convicção é uma forma de estar e a razão não é eterna – depende sempre do contexto.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O Homem e o ambiente que o rodeia
O Homem faz-se à luz do ambiente que o rodeia.
Ou à luz do ambiente que ele cria à sua volta.
"Diz-me com quem andas - dir-te-ei quem és"
Família, amigos, fontes de informação.
Sobre a família e sobre as escolhas dos amigos já muito se tem dito.
Mas e sobre as fontes de informação?
Que inputs tens tu do Mundo que te rodeia? Onde pára o jornalismo isento?
Para onde vai o jornalismo com as reduções de custos inerentes ao fenómeno da Internet?
Para onde seguem os Governos sem informação isenta que informe o público em Geral.
A Internet, tal como qualquer outra grande invenção traz muito de bom e muito de menos bom - As evoluções disruptivas requerem sempre adaptação ao novo paradigma.
E no caso do jornalismo, diria que ainda faltam mais alguns anos até chegarmos ao fundo, para depois nos predispormos a pagar pela informação isenta - dita "premium".
Ou à luz do ambiente que ele cria à sua volta.
"Diz-me com quem andas - dir-te-ei quem és"
Família, amigos, fontes de informação.
Sobre a família e sobre as escolhas dos amigos já muito se tem dito.
Mas e sobre as fontes de informação?
Que inputs tens tu do Mundo que te rodeia? Onde pára o jornalismo isento?
Para onde vai o jornalismo com as reduções de custos inerentes ao fenómeno da Internet?
Para onde seguem os Governos sem informação isenta que informe o público em Geral.
A Internet, tal como qualquer outra grande invenção traz muito de bom e muito de menos bom - As evoluções disruptivas requerem sempre adaptação ao novo paradigma.
E no caso do jornalismo, diria que ainda faltam mais alguns anos até chegarmos ao fundo, para depois nos predispormos a pagar pela informação isenta - dita "premium".
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Qualidade de serviço
Fui surpreendido ontem na farmácia:
Pedi 3 embalagens do produto X e a senhora que me estava a atender retorquiu:
Então? Mudou de marca? Não costuma levar o produto Y?
Como dizem os ingleses, fiquei "flabbergasted".
Num Mundo de CRMs, ERPs, SONASOIs e SKIPs ali estava à minha frente uma pessoa que se preocupava.
Alguém, que tinha reservado algures no seu cérebro, um conjunto de neurónios para mim.
Fiquei surpreendido e feliz por este simples gesto.
Naturalmente que esta farmácia ganhou um cliente fixo.
Levou-me a pensar nos softwares de CRM que proliferam e que guardam todas as nossas interacções com as empresas de quem somos clientes e que conseguem maravilhas como quando ligamos para um qualquer call-centre e nos respondem automaticamente "Olá Sr XXXX, já não nos ligava desde dia xx/xx/xxxx"
Mas não é a mesma coisa - cheira a falso, sabe a falso.
Podemos sempre fingir que somos felizes mas nunca chega a ser a mesma coisa.
É esta parte que creio que nós como seres humanos nunca poderemos abdicar - da interacção física, do olhar, da expressão, do movimento e acima de tudo, da relação que aglutina todo este conjunto.
Pedi 3 embalagens do produto X e a senhora que me estava a atender retorquiu:
Então? Mudou de marca? Não costuma levar o produto Y?
Como dizem os ingleses, fiquei "flabbergasted".
Num Mundo de CRMs, ERPs, SONASOIs e SKIPs ali estava à minha frente uma pessoa que se preocupava.
Alguém, que tinha reservado algures no seu cérebro, um conjunto de neurónios para mim.
Fiquei surpreendido e feliz por este simples gesto.
Naturalmente que esta farmácia ganhou um cliente fixo.
Levou-me a pensar nos softwares de CRM que proliferam e que guardam todas as nossas interacções com as empresas de quem somos clientes e que conseguem maravilhas como quando ligamos para um qualquer call-centre e nos respondem automaticamente "Olá Sr XXXX, já não nos ligava desde dia xx/xx/xxxx"
Mas não é a mesma coisa - cheira a falso, sabe a falso.
Podemos sempre fingir que somos felizes mas nunca chega a ser a mesma coisa.
É esta parte que creio que nós como seres humanos nunca poderemos abdicar - da interacção física, do olhar, da expressão, do movimento e acima de tudo, da relação que aglutina todo este conjunto.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Aquecimento Global vs Falta de compaixão pelos nossos filhos
O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
É possível não ter compaixão pelos nossos filhos?
Claramente! E porquê? Por causa do Aquecimento Global.
Como é que nos podemos dar ao luxo de vivermos como vivemos sabendo que a vida dos nossos filhos muito provavelmente será bem diferente da nossa?
James Balog disse-o e muito bem: Temos um problema grave de percepção.
Falta de percepção sobre o que realmente está a acontecer ao nosso Planeta.
Mais do que palavras, as imagens.
Convido-vos a ver 2 vídeos sobre este tema:
O primeiro vídeo dá-nos as evidências;
O segundo monstra-nos o impensável há meia dúzia de anos atrás.
Estes vídeos levaram-me a reflectir sobre o seguinte - Tenho ou não tenho compaixão pelos meus filhos?
O que faço eu para evitar o Aquecimento Global?
O que pensarei eu sobre o que fiz quando olhar para trás daqui a alguns anos?
Este é o primeiro post onde falo sobre a minha vida profissional e sobre o que me move. Redução de CO2.
Implemento soluções de comércio electrónico na esperança de que possamos todos deixar de consumir as toneladas e toneladas de papel que consumimos diariamente, de forma inútil.
(Segundo o relatório de sustentabilidade de 2007 da Confederação Europeia deIndústrias de Papel, cada tonelada de papel representa 0,34 Toneladas de CO2
ver: http://www.cepi.org/Objects/1/files/CEPI%20SR%20FINAL%20WEB.pdf)
Sei que não é onde se pode reduzir de forma mais drástica os níveis de CO2 mas é a forma que neste momento está ao meu alcance e por isso é a forma profissional que neste momento encontro para desempenhar o meu papel de Pai Responsável.
É nesta forma que me sinto neste momento motivado para fazer a diferença.
Um ditado índio já muito antigo que me marcou desde pequeno:
"A Terra não é a herança dos nossos pais, mas um empréstimo dos nossos filhos"
E porque quero que este Post não seja apenas um desabafo, pergunto-te: O que vais tu fazer? Não é amanhã! O que vais fazer AGORA?
Começa pelos vídeos:
1º vídeo:
2º vídeo
É possível não ter compaixão pelos nossos filhos?
Claramente! E porquê? Por causa do Aquecimento Global.
Como é que nos podemos dar ao luxo de vivermos como vivemos sabendo que a vida dos nossos filhos muito provavelmente será bem diferente da nossa?
James Balog disse-o e muito bem: Temos um problema grave de percepção.
Falta de percepção sobre o que realmente está a acontecer ao nosso Planeta.
Mais do que palavras, as imagens.
Convido-vos a ver 2 vídeos sobre este tema:
O primeiro vídeo dá-nos as evidências;
O segundo monstra-nos o impensável há meia dúzia de anos atrás.
Estes vídeos levaram-me a reflectir sobre o seguinte - Tenho ou não tenho compaixão pelos meus filhos?
O que faço eu para evitar o Aquecimento Global?
O que pensarei eu sobre o que fiz quando olhar para trás daqui a alguns anos?
Este é o primeiro post onde falo sobre a minha vida profissional e sobre o que me move. Redução de CO2.
Implemento soluções de comércio electrónico na esperança de que possamos todos deixar de consumir as toneladas e toneladas de papel que consumimos diariamente, de forma inútil.
(Segundo o relatório de sustentabilidade de 2007 da Confederação Europeia deIndústrias de Papel, cada tonelada de papel representa 0,34 Toneladas de CO2
ver: http://www.cepi.org/Objects/1/files/CEPI%20SR%20FINAL%20WEB.pdf)
Sei que não é onde se pode reduzir de forma mais drástica os níveis de CO2 mas é a forma que neste momento está ao meu alcance e por isso é a forma profissional que neste momento encontro para desempenhar o meu papel de Pai Responsável.
É nesta forma que me sinto neste momento motivado para fazer a diferença.
Um ditado índio já muito antigo que me marcou desde pequeno:
"A Terra não é a herança dos nossos pais, mas um empréstimo dos nossos filhos"
E porque quero que este Post não seja apenas um desabafo, pergunto-te: O que vais tu fazer? Não é amanhã! O que vais fazer AGORA?
Começa pelos vídeos:
1º vídeo:
2º vídeo
Compaixão
Ainda inspirado pelo discurso eloquente de Karen Armstrong de que fiz referência há alguns posts atrás tenho a dizer o seguinte:
Reconhece a tua dor para que possas compreender a dor dos outros,
Reconhece o teu valor para que possas compreender o valor dos outros,
e no final, pratica a compaixão.
Reconhece a tua dor para que possas compreender a dor dos outros,
Reconhece o teu valor para que possas compreender o valor dos outros,
e no final, pratica a compaixão.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O esmagador poder da Web2.0
O impacto que um cliente insatisfeito pode ter hoje em dia é esmagador.
Aqui está o exemplo de um passageiro da United AirLines cuja guitarra foi partida e não teve o devido "CustomerCare"
À data que escrevo este post, o vídeo já foi visto no Youtube 5 milhoes de vezes e tem associadas 35 mil mensagens de solidariedade.
Diria que no mínimo a United AirLines contabiliza já 35 mil clientes potencialmente perdidos....
Créditos para o Blog:
http://bemequer-malmequer.blogspot.com/2009/08/united-breaks-guitars.html
Aqui está o exemplo de um passageiro da United AirLines cuja guitarra foi partida e não teve o devido "CustomerCare"
À data que escrevo este post, o vídeo já foi visto no Youtube 5 milhoes de vezes e tem associadas 35 mil mensagens de solidariedade.
Diria que no mínimo a United AirLines contabiliza já 35 mil clientes potencialmente perdidos....
Créditos para o Blog:
http://bemequer-malmequer.blogspot.com/2009/08/united-breaks-guitars.html
Autismo ou falta de Humildade
Debates autistas.
Orgulhos disparados em vários sentidos.
Diálogos? nem vê-los.
Tão chocante chega a ser que por vezes se duvida da própria inteligência dos intervenientes.
Por tanto não quererem entender, duvidamos se realmente conseguem.
Impõe-se um pouco de Humildade, como sinal de raciocínio lógico e claro.
Estava eu a terminar este post quando vem ter comigo este video - nem de propósito.
Como eu gosto quando "coincidências" acontecem..
Orgulhos disparados em vários sentidos.
Diálogos? nem vê-los.
Tão chocante chega a ser que por vezes se duvida da própria inteligência dos intervenientes.
Por tanto não quererem entender, duvidamos se realmente conseguem.
Impõe-se um pouco de Humildade, como sinal de raciocínio lógico e claro.
Estava eu a terminar este post quando vem ter comigo este video - nem de propósito.
Como eu gosto quando "coincidências" acontecem..
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Sabedoria infantil
Não podemos contar-lhes tudo.
Não devemos mostrar-lhes um Mundo que sabemos ainda não estarem preparados para conhecer.
Não podemos porque sabemos que também querem estar lá, de imediato, mesmo sabendo que não têm idade suficiente.
Não ter idade suficiente é simplesmente demasiado injusto.
Porque sabem que por muito que digamos que outras oportunidades virão,
Na realidade não virão.
O futuro será concerteza diferente do presente.
As experiências podem ser até semelhantes, mas seguramente diferentes – os locais e as pessoas são sempre diferentes.
Esta sabedoria está presente nas crianças.
Na sua ânsia em participarem está implícito o conhecimento inato de que o futuro não é o presente.
No fundo, é bom saber que não somos ignorantes, mas em boa verdade também nunca deixamos de o ser.
Não devemos mostrar-lhes um Mundo que sabemos ainda não estarem preparados para conhecer.
Não podemos porque sabemos que também querem estar lá, de imediato, mesmo sabendo que não têm idade suficiente.
Não ter idade suficiente é simplesmente demasiado injusto.
Porque sabem que por muito que digamos que outras oportunidades virão,
Na realidade não virão.
O futuro será concerteza diferente do presente.
As experiências podem ser até semelhantes, mas seguramente diferentes – os locais e as pessoas são sempre diferentes.
Esta sabedoria está presente nas crianças.
Na sua ânsia em participarem está implícito o conhecimento inato de que o futuro não é o presente.
No fundo, é bom saber que não somos ignorantes, mas em boa verdade também nunca deixamos de o ser.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Aeroporto de Lisboa - Chegadas
As chegadas do aeroporto são local de felicidade e reencontro.
Nos rostos, as saudades que se afogam.
Nas faces o espelho de ãnsias e carinhos que se querem revelados.
Curiosa a máscara do Antes.
Interessante o ser humano do Depois que nasce quando o seu familiar ou amigo chegam.
O abraço à chegada demonstra a força de cada tribo.
Nos rostos, as saudades que se afogam.
Nas faces o espelho de ãnsias e carinhos que se querem revelados.
Curiosa a máscara do Antes.
Interessante o ser humano do Depois que nasce quando o seu familiar ou amigo chegam.
O abraço à chegada demonstra a força de cada tribo.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Quando os miúdos são um frete
Ao meu lado estão Pai e Filho a cumprir um ritual de suposta aproximação através de um almoço nas docas.
Dois estranhos frente-a-frente num debate mudo.
Há ideias e pensamentos no ar.
Simplesmente não são trocados.
Pela vestimenta e rugosidade da pele deduzo que o pai é um homem do mar.
O filho veste bem. Está na moda mas usa um olhar distante e triste.
Este encontro é insuportável até para mim que estou de fora.
Resulta do que não se fez ou disse.
Resulta do que não se deu ou criou.
Isto é um frete , gritam os olhos do pai.
Isto é um frete, dirá o filho quando o pai não for mais do que um peso morto à espera do momento derradeiro.
O que podia ter sido feito?
Que homem poderiam ter sido?
Fica para a próxima.
O almoço acabou.
O pai sai apressado.
O filho levanta-se e corre atrás - até quando?
Dois estranhos frente-a-frente num debate mudo.
Há ideias e pensamentos no ar.
Simplesmente não são trocados.
Pela vestimenta e rugosidade da pele deduzo que o pai é um homem do mar.
O filho veste bem. Está na moda mas usa um olhar distante e triste.
Este encontro é insuportável até para mim que estou de fora.
Resulta do que não se fez ou disse.
Resulta do que não se deu ou criou.
Isto é um frete , gritam os olhos do pai.
Isto é um frete, dirá o filho quando o pai não for mais do que um peso morto à espera do momento derradeiro.
O que podia ter sido feito?
Que homem poderiam ter sido?
Fica para a próxima.
O almoço acabou.
O pai sai apressado.
O filho levanta-se e corre atrás - até quando?
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Close your eyes and see
Fecha os olhos e ouve este video.
Pára um pouco. Esqueçe tudo o resto e respira.
Deixa-te envolver e observa. O que encontras?
O que és ou o que procuras?
Pára um pouco. Esqueçe tudo o resto e respira.
Deixa-te envolver e observa. O que encontras?
O que és ou o que procuras?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Tráfego aéreo ao longo de um dia
Vale a pena ver este vídeo.
Por curiosidade, quantas toneladas de CO2 terão sido libertadas?
Por curiosidade, quantas toneladas de CO2 terão sido libertadas?
sexta-feira, 19 de junho de 2009
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